Bruna Torres
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O resgate da esperança dos brasilienses é o resumo de toda a proposta de governo do candidato pelo PSL ao GDF, Newton Lins. Para ele, as ideias dos adversários não passam de promessas de construções de pontes e viadutos. “É obrigação do Estado garantir o bem-estar, e não concretos”, diz ele.
Newton faz menção às duas maiores coligações adversárias – de Joaquim Roriz (PSC) e a de Agnelo Queiroz (PT). Ele acredita que não existe diferença entre os dois. Aos 48 anos, Lins escreveu livros de Direito Eleitoral e textos para revistas jurídicas. Começou a militância na juventude e acha que a população está preparada para receber bem as suas propostas.
Por que o senhor se candidatou ao GDF?
Porque o povo não aguenta mais o que está aí. Pretendemos apresentar nossas propostas e resgatar a esperança das pessoas. Precisam ir para os hospitais e ser curadas. Vejo crianças nas ruas que cresceram nessa gestão. Queremos tirá-las de lá. A intenção é investir no ser humano. Não são os hospitais que salvam vidas, são os médicos e enfermeiros, e eles devem ser bem tratados. Eles precisam estar satisfeitos para trabalhar bem. Vamos reverter essa insatisfação e criar novas frentes de trabalho. Ali onde está a sede da nova Câmara Legislativa deveria ser uma escola politécnica, para gabaritar novos profissionais. Nossa chapa, Quero Mudar, não tem ninguém que não foi testado antes de se filiar ao partido. Um que não atendeu os parâmetros foi expulso.
O que o senhor acha dos candidatos adversários?
Essa questão de compra de voto mediante oferta de lote, o povo não quer mais, o nível político está mais maduro. Não existem dois lados. O lado vermelho é o mesmo do azul, não há diferença. O PSC tem pessoas do PT. O vice do Agnelo é cria de Joaquim Roriz. Desafio qualquer candidato para falar das propostas que não sejam de construção de pontes e viadutos.
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