O governador do Distrito Federal, Rogério Rosso, recebeu na tarde desta quarta-feira (10), no Palácio do Buriti, o governador eleito, Agnelo Queiroz, em uma visita de cortesia. Em entrevista coletiva, Rosso reiterou o esforço que vem sendo realizado por sua equipe no sentido de garantir uma transição de governo tranquila, oferecendo as melhores condições possíveis para o governo que assumirá a gestão pública em 1º de janeiro.
Rogério Rosso afirmou que todo esforço que for possível fazer para o novo governador ter a “radiografia” financeira, contável e orçamentária, ele terá à disposição. “Estamos fazendo todo o esforço para que o governador Agnelo possa ‘pisar no acelerador’, realizando as obras que a população espera, já no seu primeiro dia de mandato”, ressaltou o atual chefe do executivo do Distrito Federal.
Já Agnelo Queiroz agradeceu a gentileza do atual governador de ter colocado a estrutura do governo à disposição para a transição de governo. “Estou aqui para agradecer o governador pela gentileza em colocar o governo à disposição nesse processo de transição e também por mobilizar todos, em relação às informações e solicitações necessárias que faremos para ter o conhecimento da realidade”, conclui Agnelo.
Questionado por jornalistas, o governador eleito também falou sobre outros temas com os quais terá de lidar a partir de primeiro de janeiro, como as obras para a Copa do Mundo de 2014 e a gestão da rede pública de saúde. Agnelo explicou sobre as obras do estádio Mané Garrincha. “Estou esperando uma confirmação oficial, porque se a abertura não for na cidade, nada justifica o Distrito Federal ter um estádio para 70 mil pessoas. Vamos rever o projeto para 40 mil lugares”, destacou Agnelo.
Neste sentido, Agnelo elogiou a decisão tomada por Rosso, que na tarde desta quarta-feira anunciou a intervenção do GDF no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). “A intervenção foi correta, eu apoio”, afirmou o governador eleito. “Não podemos parar com o trabalho no hospital. Essa solução foi a melhor para a população da cidade”. O petista afirmou ainda que vai analisar a situação do hospital, atualmente gerido pela Real Sociedade Espanhola Beneficência (RSEB), para saber o que fazer em 21 de janeiro, quando o contrato encerra.