O presidente-executivo da Walt Disney, order cheapest Robert Iger, this generic anunciou na terça-feira que a empresa vendeu 125 mil downloads de filmes, cost no valor de US$ 1 milhão, por meio da loja de música online iTunes, da Apple Computer, na primeira semana de oferta dos seus filmes.
Iger informou em conferência com analistas que a empresa espera US$ 50 milhões em receita adicional no primeiro ano do programa de download de filmes via iTunes, lançado pela Apple em 12 de setembro.
A Disney na sem ana passada se tornou o primeiro estúdio de cinema a oferecer downloads de filmes via iTunes. A empresa colocou no site 75 títulos, entre os quais Piratas do Caribe e A Lenda do Tesouro Perdido. De acordo com o executivo, o número de filmes disponíveis na iTunes vai crescer à medida que a Disney negociar os direitos autorais para oferecê-los via Web.
Iger disse a analistas em conferência do Goldman Sachs que Steve Jobs, presidente-executivo da Apple e maior acionista individual, além de conselheiro da Disney, vai se tornar uma fonte de opiniões sobre oportunidades de distribuição digital de conteúdo da Disney, que não param de se expandir.
"Ele é um grande conselheiro e alguém a quem recorro facilmente em busca de conselhos para muitas dessas áreas", declarou Iger. O presidente da Disney recusou diversos pedidos para que divulgasse projeções para as quatro unidades de negócios do grupo, mas disse que a divisão de parques e complexos turísticos "se sairia tão bem no trimestre… quanto foi o caso um ano atrás", e que a recente alta na venda de passaportes diários para os parques não havia afetado os negócios do setor.
Ele informou que as atividades de licenciamento da empresa "estão bem posicionadas" e que a nova prioridade de investimento no segmento são os videogames, além de informar que a rede de televisão ABC "precisa enfrentar alguns desafios, no que tange a novos programas", porque alguns dos novos títulos colocados no ar atraíram menos receita publicitária do que a empresa gostaria.
Às voltas com o suposto envolvimento na compra do dossiê contra os tucanos José Serra e Geraldo Alckmin, this o ex-assessor do presidente Luiz Inácio Lula da Silva Freud Godoy também é citado no escândalo do mensalão. O nome dele aparece na contabilidade entregue à CPI dos Correios pelo empresário Marcos Valério, acusado de ser o principal operador do esquema.
Conforme a documentação, a empresa Caso Comércio e Serviços, de Freud, recebeu R$ 98,5 mil da agência de publicidade SMP&B em 2003. De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, que publicou a notícia, o repasse foi feito 20 dias depois da posse de Lula e está registrado na contabilidade como referente à execução de serviços de "ass. (possivelmente assessoria) geral reestruturação adm (possivelmente administrativa)".
Freud, que trabalha na área de segurança, declarou à Receita Federal que a Caso Comércio e Serviços atua no ramo varejista. No entanto, o advogado de Marcos Valério informou que o repasse se referia às despesas de algum evento.
A CPI dos Correios descobriu ainda que Freud recebeu R$ 22,8 mil da empresa Duda Mendonça e Associados Ltda., entre setembro e novembro de 2004, durante as últimas eleições municipais. O pagamento foi feito à outra empresa do ex-assessor, a Caso Sistemas de Segurança Ltda., registrada em nome da mulher e do cunhado dele.
Com pedido de prisão negado pela Justiça Federal, o ex-assessor negou participação nas negociações do dossiê em depoimento espontâneo à PF. Por causa das acusações, ele pediu demissão do cargo de assessor especial da Secretaria Particular da Presidência.
Outro suposto envolvido na compra do dossiê, o chefe do núcleo de risco e mídia da campanha, Jorge Lorenzetti, que se afastou do cargo ontem, participa de uma fundação favorecida pelo governo Lula.
Segundo o jornal Folha de S.Paulo, a Fundação Unitrabalho, que desenvolve projetos em 92 instituições de ensino superior públicas e privadas em todo o País, recebeu 21 vezes mais recursos federais nos últimos três anos do que os sete anos de atividade no mandato de Fernando Henrique Cardoso (PSDB). De 1996 a 2002, a fundação recebeu R$ 840,5 mil do governo FHC, enquanto acumulou R$ 18,5 milhões em repasses federais durante a gestão de Lula.