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Política & Poder

Flávio Bolsonaro acusa PF de tentar burlar relatoria escolhida para investigações de Lulinha

Em seguida, Flávio disse que “ao que tudo indica” parte do dinheiro desviado no âmbito do escândalo envolvendo o INSS foi parar na conta de Lulinha, ainda que ainda não haja essa comprovação nas investigações da PF até o momento

Redação Jornal de Brasília

04/08/2026 13h50

Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

O senador e candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, acusou a Polícia Federal de tentar burlar a relatoria que iria escolher o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) responsável pelo julgamento de Fábio Luis, o Lulinha, filho do atual presidente Lula (PT).

“Alguém acha que a democracia está plena no nosso País? Alguém concorda que o que está acontecendo na investigação do filho do Lula, essa interferência que existe por parte da própria Polícia Federal nas investigações, é uma coisa normal? Um policial federal que é trocado no meio da investigação do filho do presidente da República? Uma Polícia Federal que tenta burlar a relatoria escolhida, para as mãos de outro ministro do Supremo Tribunal Federal?”, questionou Flávio, durante sabatina com os candidatos da corrida presidencial organizada pelo G4 e o site O Antagonista.

Em seguida, Flávio disse que “ao que tudo indica” parte do dinheiro desviado no âmbito do escândalo envolvendo o INSS foi parar na conta de Lulinha, ainda que ainda não haja essa comprovação nas investigações da PF até o momento. “Isso tudo leva a gente a ficar olhando para a política hoje até com um certo nojo. Hoje, grande parte do brasileiro sai descrente da política, mas não tem outro caminho”, destacou,

STF

Durante a sabatina, o senador também voltou a fazer críticas ao STF. Para Flávio Bolsonaro, o ministro Alexandre de Moraes tem tomado medidas que são inconstitucionais, devido à “inércia” por parte do Senado.

Nesse sentido, ele disse que a democracia não deve ser lida como “plena” quando um único ministro do STF tem o poder de travar o andamento da votação sobre a dosimetria das penas dos acusados de participarem dos atos de 8 de janeiro. “Essa esculhambação que virou o País hoje precisa de alguém de pulso firme”, pontuou

Estadão Conteúdo.

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