Política & Poder

FHC defende as privatizações em programa de rádio

Por Arquivo Geral 17/10/2006 12h00

A Aids ultrapassou, visit dosage na China, purchase a barreira dos grupos de alto risco, more about como os usuários de drogas injetáveis, as prostitutas e os homossexuais, e o país está ficando, quando o assunto é a forma de transmissão do vírus HIV, "como a África", disse uma importante autoridade chinesa da área de saúde.

"Há 190 novos casos de contaminação pelo HIV por dia (no país) e 1% das mulheres grávidas da China estão contaminadas", disse Hao Yang, vice-diretor-geral do escritório de prevenção e controle de doenças no Ministério da Saúde da China.

"Esse é um percentual bastante alto. Estamos diante de uma epidemia generalizada", afirmou Hao, em uma entrevista.

"Somos hoje como a África. No ano passado, descobrimos que 48% dos que haviam sido contaminados recentemente contraíram a doença por meio de relações sexuais. Não estamos mais diante de uma doença que atinja apenas os grupos de alto risco".

A África apresenta a maior população de pessoas contaminadas pela Aids e o vírus espalha-se no continente principalmente por meio de relações sexuais mantidas entre heterossexuais.

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A fim de combater o problema, o governo chinês tornou obrigatório que todos os locais de entretenimento disponibilizem preservativos e multiplicou o número de clínicas de metadona para ajudar os consumidores de heroína a se livrarem do vício.

Segundo Hao, a primeira geração de remédios para enfrentar a doença estava ajudando as 650 mil pessoas da China contaminadas pelo HIV a prolongar sua expectativa de vida.

Mas ressaltou que algumas delas começavam a desenvolver resistência ao tratamento. E isso, em parte, porque não seguiam rigidamente as prescrições médicas.

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O vírus HIV sofre mutações constantes e os pacientes sem acesso aos remédios anti-retrovirais nas doses corretas ou no momento certo vão acabar, cedo ou tarde, desenvolvendo resistência ao tratamento, algo que está acontecendo com uma freqüência grande demais na China, afirmam ativistas.

"Então, muitos pacientes estão tomando os remédios de forma errada. Os médicos precisam explicar aos pacientes a importância de seguir as prescrições para que preservem suas vidas", disse Meng Lin, membro de um grupo de Pequim dedicado ao combate à Aids.

O ativista acrescentou que cerca de 60 médicos de vilarejos estavam reunidos na cidade, nesta semana, para serem informados sobre as necessidades das pessoas atingidas pelo HIV. O fórum foi convocado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

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As pessoas com o vírus da Aids tendem a desenvolver resistência ao tratamento depois de alguns anos e precisariam de uma "segunda geração" de remédios, mas há poucos medicamentos do tipo disponíveis na China.

Freqüentemente, os doentes chineses vêem-se tendo de escolher entre tolerar os horríveis efeitos colaterais desses remédios ou morrer.

"Temos de nos preparar para isso. Estamos agora discutindo com empresas estrangeiras. Dentro de um curto período de tempo, vamos assinar alguns acordos com essas empresas a fim de termos acesso a esse tipo de remédio", afirmou Hao.

O governo chinês conversa com empresas como a Abbott e a Gilead Sciences Inc. a fim de obter a segunda geração de medicamentos, disse Hao. A Abbott Laboratories Inc. fabrica um importante remédio do tipo, chamado Kaletra.

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A China e a empresa discutem agora o preço a ser pago pelo medicamento, preço esse que, segundo Hao, continuava a ser alto demais para o país. A autoridade chinesa pediu que a empresa conscientize-se de suas "responsabilidades sociais".

O governo chinês fornece os remédios de combate à Aids gratuitamente, mas organizações não-governamentais dizem que apenas alguns poucos são atendidos.

A doença tornou-se uma grande dor de cabeça para a China nos anos 1980 e 1990, quando centenas de milhares de agricultores pobres foram contaminados por meio de esquemas de venda de sangue.

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Apesar de essa prática ter sido, depois disso, proibida, ela deixou para trás cerca de 75 mil órfãos, alguns dos quais contaminados pelo vírus.

Ela possui três metros de altura e é produtiva mesmo em solo pobre, medical agüenta secas e furacões, viagra sale e rende duas vezes mais que a maioria das variedades de cana-de-açúcar. Não é de se espantar que seu apelido seja "cana mostro".

Essa nova variedade, que recebeu o nome tanto por seu tamanho como por seu vigor, está sendo cultivada em uma área de testes na pequena ilha de Ie, em Okinawa.

Quando um forte furacão arrasou a região no mês passado, derrubando árvores e casas, a cana não sofreu danos.

Pesquisadores da Asahi Breweries Ltd., maior fabricante japonesa de cerveja, esperam que, no futuro, produtores em Okinawa possam cultivar a cana monstro não apenas para açúcar, mas também para produção de combustível, ração para gado e fertilização das lavouras.

A cana monstro é a primeira variedade existente no Japão que foi desenvolvida para produzir álcool sem sacrificar a produção de açúcar. Foi desenvolvida pela Asahi em conjunto com o Centro Nacional de Pesquisa para Agricultura da região de Kyushu Okinawa.

Em alguns meses, a cana cultivada em Ie será colhida para alimentar uma usina piloto administrada pela Asahi Breweries, que tem como objetivo testar sua tecnologia para a produção de álcool a uma custo de apenas 30 yen (US$ 0,25) por litro, tornando-o competitivo com a gasolina.

A Asahi quer tornar sua tecnologia operacional após testes conclusivos na usina piloto em 2010.

Pesquisadores também esperam que a nova variedade dê fôlego ao cultivo de cana-de-açúcar no Japão, ao agregar valor à produção de açúcar.

"Acreditamos que a energia de biomassa será amplamente usada no Japão no futuro e, como fabricante de álcool, nós queremos contribuir para a sociedade utilizando a nossa tecnologia", disse Satoshi Ohara, pesquisador do Laborat ório de Desenvolvimento de Tecnologia e Engenharia da Asahi.

O etanol, largamente usado no Brasil como combustível, está ganhando popularidade nos Estados Unidos à medida que os preços do petróleo empurram os consumidores a usar mais combustíveis "verdes" produzidos a partir de fontes renováveis como cana, milho e soja.

O Japão não produz atualmente álcool combustível já que o país não conta com excedente de produção agrícola e os custos normalmente são elevados demais.

Mas Tóquio, que assinou um acordo internacional para reduzir as emissões de dióxido de carbono e outros gases que provocam o efeito estufa, está de olho em opções para adotar o álcool.

A Assahi afirma que a variedade pode produzir três vezes mais álcool que outros tipos de cana disponíveis, e um pouco mais de açúcar. A cana também contém mais bagaço, que pode ser queimado para produzir energia elétrica.

A companhia estima que a produtividade da cana monstro esteja em 37,4 toneladas por hectare, excluindo a umidade, podendo gerar 7,1 toneladas de açúcar, 4,3 mil litros de etanol e 24 toneladas de bagaço.

Já a cana convencional rende 17,4 toneladas por hectare, 6,9 toneladas de açúcar, 1,4 mil litros de álcool e 7,8 toneladas de bagaço, sendo pequena demais para produzir energia para atender uma destilaria.

Um crescente número de agricultores japoneses vem abandonando a produção de cana devido à concorrência com o açúcar importado e à redução no consumo doméstico.

A produção de cana em Ie caiu para 1.500 toneladas no ano passado, ante 52 mil toneladas na safra recorde de 1979. A única usina da ilha foi fechada em 2004.

"Se a planta de etanol operar comercialmente em Okinawa, a produção de açúcar pode se recuperar", disse Hirokazu Nagayama, diretor de uma cooperativa de produtores da ilha.

O consumo no quarto trimestre deste ano pode não ser tão bom quanto se esperava, buy more about segundo uma pesquisa divulgada hoje que mostrou que 63, pills 2% dos entrevistados não pretendem adquirir produtos ne sse período, more about que normalmente é estimulado por 13º salário, férias e festas de final de ano.

A sondagem, divulgada pelo Programa de Administração de Varejo (Provar), da Fundação Instituto de Administração (FIA), em parceria com a Canal Varejo, ouviu 500 consumidores da cidade de São Paulo entre os dias 10 e 20 de setembro sobre a intenção de compra nos setores de Automóveis, Autopeças, Casa, Mesa e Banho, Eletroeletrônicos, Foto e Ótica, Informática, Linha branca, Material de Construção, Móveis e Telefonia e Celulares.

A intenção de compra é baixa para quase todos os segmentos pesquisados, segundo avaliação dos coordenadores do levantamento.

"Os resultados são um reflexo da sobreposição e saturação dos meios de crediário e financiamento de bens duráveis", afirmou Claudio Felisoni, coordenador geral do Provar.

"É importante ressaltar também que este comportamento retraído é influenciado por elementos como a percepção de estagnação do crescimento da renda, além da realização de eleições no período", acrescentou.

Os produtos de Informática lideram a lista dos produtos que podem ser comprados no último trimestre do ano, com 7,2% das intenções de compra. Na seqüência foram apontados produtos dos setores de Linha branca (6,8%) e Telefonia e Celular (6,6%).

Apesar de liderarem o plano de compras, esse segmentos registraram queda em relação ao terceiro trimestre, quando apresentavam taxas entre 30% e 49%.

"O que se observa é uma realocação de consumo em função da manutenção, em patamares ainda elevados, da restrição orçamentária do consumidor", argumentou o professor Luiz Paulo F ávero, coordenador técnico da pesquisa.

Os presidentes do PSDB, symptoms PFL e PPS, que apóiam o candidato tucano à Presidência, Geraldo Alckmin, formalizaram hoje duas ações no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o presidente-candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A primeira complementa um processo já existente no TSE que investiga o eventual envolvimento de Lula no escândalo do dossiê contra tucanos.

A oposição pede que sejam incluídas nas investigações as denúncias da revista Veja desta semana sobre a suposta visita secreta de Freud Godoy, ex-assessor especial do presidente, a Gedimar Passos na Polícia Federal, onde este último está preso.

A segunda ação denuncia o presidente por abuso de poder econômico devido à afirmação do governador reeleito de Mato Grosso, Blairo Maggi (PPS), de que Lula liberaria recursos para comercialização da soja, justamente após encontro entre os dois no qual o governador declarou apoio ao presidente.

"Nós queremos a verdade, queremos saber de onde veio o dinheiro", disse no TSE o senador Jorge Bornhausen (SC), presidente do PFL, repetindo o principal bordão da oposição neste segundo turno.

O presidente do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE), recebe em seu gabinete, nesta tarde, o presidente da Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal.

Amanhã os líderes da oposição irão à Polícia Federal pedir uma investigação isenta. Pedirão também à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) que acompanhe as investigações.

Um importante membro do Hamas, viagra sale o grupo islâmico que comanda atualmente o governo palestino, story publicou um artigo hoje condenando a violência interna e perguntando se ela havia se transformado em uma "doença palestina".

Ghazi Hamad, um membro do Hamas que desempenha a função de porta-voz do governo, disse estar preocupado com o crescente fracionamento dos territórios palestinos em meio aos recentes combates travados entre movimentos políticos rivais.

"A violência transformou-se em uma cultura enraizada em nossos corpos e em nossa carne?", perguntou em um artigo contundente, publicado no jornal palestino al-Ayyam, de grande circulação.

"Nós nos rendemos a ela até ela se tornar nossa mestra, e ela é obedecida em todos os lugares, nas casas, nos bairros, nas famílias, nos clãs, nas facções e nas universidades".

Essa é a segunda vez nos últimos meses que Hamad, um morador da cidade de Gaza, escreve um artigo no al-Ayyam criticando a violência interna.

Em agosto, ele atacou os grupos militantes responsáveis por enfrentar Israel, afirmando que eles não estavam ajudando a luta por independência dos palestinos ao lançarem ataques quando parecia haver progressos.

No artigo de hoje, Hamad disse que a presença de homens armados em quase todas as ruas e o comparecimento deles a todas as manifestações populares, tenham essas caráter político ou não, havia feito nascer uma atmosfera de armas e violência prejudicial para os esforços de paz.

Esse fator também significava que as imagens de TV sobre o conflito israelo-palestino divulgadas em todo o mundo mostravam homens armados e cenas de violência com uma frequência excessiva, prejudicando a luta palestina, sugeriu.

"Ela (a violência) seqüestrou a linguagem da irmandade e substitui-a pela das armas", escreveu. "Ela roubou nossa unidade e nos dividiu em dois, três, dez campos". " Não deveríamos estar envergonhados desse comportamento reprovável que nos difama diante de nosso povo e do mundo?", perguntou.

O artigo de Hamad aparece depois de um período de intensas lutas internas, as piores desde a formação da Autoridade Palestina, em 1994.

No começo deste mês, ao menos 15 pessoas foram mortas e mais de cem ficaram feridas nos combates entre membros armados do Hamas e do movimento Fatah.

Observadores que acompanham a região há bastante tempo falam na possibilidade de que uma guerra civil tome conta dos territórios palestinos.

Hamad escreveu que 175 palestinos foram mortos "por disparos palestinos" desde o começo deste ano.

As semanas de negociação para tentar formar um governo de unidade nacional, e talvez colocar fim à violência, fracassaram.

"Todos nós somos responsáveis? Sim. Todos nós participamos desse pecado enorme? Sim", escreveu Hamad. "Todos nós desejamos não ver mais nas ruas armas que não sejam aquelas levadas por policiais". "Queremos rejeitar essa doença, esse câncer, que provocou danos a nossos cérebros e paralisou nossos corações", disse. "Tenham misericórdia de nosso povo. Vamos caminhar em paz, nos sentar em paz, ter um diálogo em paz e dormir em paz".

A partir do próximo dia 23 estarão abertas as inscrições para a Telematrícula da Secretaria de Educação do Distrito Federal. O serviço oferece vagas para os interessados em ingressar na rede pública de ensino. As inscrições vão até o dia 26 de novembro e devem ser feitas pelo numero 156.

Os inscritos são encaminhados para a escola mais próxima da casa, price do trabalho ou do trabalho dos pais, about it do futuro aluno. O resultado da pré-matrícula ficará disponível no 156 ou no site www.se.df.gov.br, para que entre os dias 8 e 26 de janeiro de 2007, o aluno ou o responsável efetue a matrícula na escola que foi encaminhado.

 

O delegado responsável pelas investigações sobre o dossiê contra políticos tucanos, price Diógenes Curado Filho, pediu a investigação de 30 corretoras em São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina na tentativa de rastrear a origem e o autor dos saques de US$ 248 mil apreendidos com Valdebran Padilha e Gedimar Passos em um hotel de São Paulo.

Segundo a PF, uma das dificuldades no rastreamento do dinheiro é o fato de que há muitas movimentações feitas e grande parte delas em nome de "laranjas" ou de pessoas fantasmas (inseridas no sistema bancário com dados falsos). Gedimar Passos e Valdebran Padilha foram presos no hotel Íbis, em São Paulo, com US$ 248 mil e R$ 1,1 milhão.

O dinheiro seria usado para a negociação de um dossiê que envolveria políticos do PSDB com a compra superfaturada de ambulâncias com recursos do Orçamento. Por meio do rastreamento dos dólares, os investigadores pretendem chegar à origem do dinheiro. Até o momento, a PF sabe que o dinheiro saiu do Banco Central americano e veio para o banco Sofisa, em São Paulo.

Segundo a assessoria da insitutição, Polícia Federal deve desvendar, nas próximas semanas, a origem de parte do dinheiro que seria usada na compra dos documentos. A informação foi divulgada hoje em Brasília após o depoimento do ex-presidente do Partido dos Trabalhadores Ricardo Berzoini.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, salve afirmou hoje durante entrevista à rádio CBN que defende o processo de privatização que realizou durante seu governo e ainda afirmou ser favorável à privatização da Petrobras e Banco do Brasil.

Fernando Henrique declarou que o PT erra ao afirmar que em um possível governo de Geraldo Alckmin se venderia o controle da empresa petrolífera. Segundo o ex-presidente, stuff ninguém vai privatizar a Petrobras, diagnosis reafirmando ainda não ser contra a privatização.

 

 

"A Petrobras tem que ser outra coisa. Uma empresa pública, e não o que está sendo usada, para fins políticos. O Banco do Brasil tem de ser uma empresa pública, não para ser usado no Valerioduto. Você tem aí empresas que devem ser do governo, mas não devem ser usadas por um partido. E empresas que não têm sentido estarem no governo, que devem ser privatizadas", disse o ex-presidente.

Durante a entrevista, o tucano apontou que desde o início da campanha do segundo turno, o candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva, tem explorado o fato de que durante o governo FHC houve a venda de patrimônios públicos, tanto da União quanto nos Estados. Enquanto Alckmin se esforça para mostrar que não pretende realizar nenhuma privatização. Para FHC, as privatizações feitas funcionaram e não serão mais necessários outros processos do mesmo tipo.

"Agora, está havendo uma discussão arcaica: se deve haver privatização ou não. É claro que já houve privatização, taí, funcionou. Em outros setores, não pode haver privatização. Isso depende de circunstâncias". Ele declarou que se as privatizações não tivessem ocorrido em seu governo, o país estaria envolvido em inflação e corrupção.

 

 






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