Um avião da Força Aérea Brasileira transportará, website like this search no próximo sábado, 20 pingüins resgatados em praias do Rio de Janeiro para o Rio Grande do Sul. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o número de aves salvas este ano passa de 200, quantidade cinco vezes superior ao ano passado, quando foram encontradas 40 pingüins nas praias cariocas.
Vindos do Estreito de Magalhães, no extremo sul do continente, os pingüins chegam arrastados por correntes marítimas. Os animais chegam debilitados, com quadro de hipotermia e hipoglicemia. De acordo com veterinários do Zoológico de Niterói, que hospeda as aves, esses pingüins são inexperientes e caem em correntes ao se afastarem do litoral em busca de comida.
Tratados com soro, antibióticos, antifúngicos e uma superalimentação, os pingüins recuperados são transportados para o Centro de Reabilitação de Animais Marítimos, no Rio Grande do Sul. Lá, eles passam por uma revisão médica antes de serem soltos.
Depois de eleger o maior número de prefeitos em 2004, dosage o PMDB também deve eleger em outubro o maior número de governadores, online podendo assumir a administração de nove ou dez Estados, store de a cordo com pesquisas realizadas pelos institutos de opinião.
"O PMDB vai sair muito robusto das urnas. Vamos eleger no mínimo dez governadores. Isso significa que formaremos também boas bancadas de senadores e deputados federais", disse o presidente nacional do partido, Michel Temer, referindo-se ao fato de as campanhas estaduais puxarem votos para as candidaturas federais.
O PMDB, que hoje governa sete estados, está na frente em pelo menos seis deles: Rio de Janeiro (Sérgio Cabral), Rio Grande do Sul (Germano Rigotto) , Santa Catarina (Luiz Henrique), Paraná (Roberto Requião), Espírito Santo (Paulo Hartung) e Amazonas (Eduardo Braga).
No Tocantins, o governador Marcelo Miranda aparece alguns pontos atrás do ex-governador Siqueira Campos, do PSDB, e tenta a reeleição em uma disputa bastante acirrada. Mas o PMDB aparece como favorito em três novos Estados: Goiás (Maguito Vilela), Mato Grosso do Sul (André Pucinelli) e Rio Grande do Norte (Garibaldi Filho).
A boa votação nos Estados aumenta o cacife do partido nas negociações para futuras alianças políticas.
"Os governadores têm influência sobre suas bancadas (no Congresso) e sobre as bancadas de outros partidos menores. Na hora de aprovar medidas que exigem maioria qualificada, eles são bons mobilizadores de bancadas, principalmente se estiverem sintonizados com o presidente", explicou o cientista político Carlos Alberto de Melo, do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec) de São Paulo.
Melo observa que os governadores dependem da transferência de arrecadação pela União, e isso acaba provocando uma troca de favores. "O presidente precisa de votos, e os governadores de repasses institucionais", comentou.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já tem apoio de uma ala do partido e deve ganhar novas adesões peemedebistas se reeleito, como apontam as pesquisas.
Temer, que sempre fez oposição ao governo e apóia a candidatura do tucano Geraldo Alckmin à Presidência, admite participar de um segundo mandato do governo Lula.
O presidente nacional do PMDB defende uma reunião do partido, logo após as eleições, para definir se a sigla irá inteira para o governo ou para a oposição e disse que apoiará Lula "se essa for a vontade majoritária".
Mas, segundo ele, para que esse apoio se configure, o PMDB terá de assumir o controle de setores completos do governo e não apenas indicar alguns ministros.
De acordo com as pesquisas, o PSDB, que elegeu sete governadores em 2002, deve perder o poder em pelo menos dois deles: no Ceará, onde Cid Gomes (PSB) lidera as intenções de voto, e em Goiás, onde o favorito é Maguito Vilela (PMDB).
Os tucanos vão manter o poder em quatro estados: São Paulo (José Serra), Minas Gerais (Aécio Neves), Pará (Almir Gabriel) e Roraima (Ottomar Pinto) e têm chances de ficar também com o governo da Paraíba, onde Cássio Cunha Lima, candidato à reeleição, aparece alguns pontos na frente do peemedebista José Maranhão.
No Tocantins, os tucanos ameaçam a reeleição do peemedebista Marcelo Miranda. O ex-governador Siqueira Campos aparece alguns pontos na frente de Miranda e pode vencer a disputa.
O PFL, influente no Norte-Nordeste, pode ficar com quatro Estados. O partido deve manter o poder na Bahia, onde o governador Paulo Souto, apoiado por Antônio Carlos Magalhães, tem 50% das intenções de voto, segundo o Ibope.
O partido também deve recuperar o governo do Maranhão, que era do PFL, mas passou para o PSB quando o governador José Reinaldo Tavares rompeu com a família Sarney e deixou o partido em 2004. Roseana Sarney lidera com 60% das intenções de voto.
O PFL pode ficar ainda com o governo de Pernambuco (Mendonça Filho) e é o franco favorito ao governo do Distrito Federal (José Roberto Arruda).
A sigla deve, no entanto, perder o governo do Sergipe, onde o petista e ex-prefeito de Aracaju, Marcelo Déda, pode derrotar o atual governador João Alves já no primeiro turno.
O PT, que elegeu três governadores em 2002, deve perder o governo do Mato Grosso do Sul, mas pode manter os governos do Acre e do Piauí e vencer no Sergipe.
No Mato Grosso do Sul, governado nos últimos oito anos por Zeca do PT, o peemedebista André Pucinelli lidera as pesquisas.
No Acre, Jorge Viana deve fazer o sucessor, com a eleição do petista Binho Marques, e, no Piauí, o atual governador Wellington Dias é o franco favorito.
O PPS pode ficar com dois Estados: Mato Grosso (Blairo Maggi) e Rondônia (Ivo Cassol). O PSB, favorito no Ceará, disputa de perto o governo do Rio Grande do Norte, onde a governadora Wilma Faria está apenas quatro pontos abaixo do peemedebista Garibaldi Filho.
O PDT leva vantagem no Amapá, com Waldez Góes, e o PTB, em Alagoas, com João Lira.