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Economia

Ex-BC diz que sucesso de ajuste fiscal do governo Temer é uma incógnita

Agência Estado

16/08/2016 2h02

O economista Carlos Eduardo de Freitas, ex-diretor do Banco Central (BC) no governo Sarney, avaliou que o sucesso do ajuste fiscal anunciado pela equipe econômica segue sendo uma incógnita. Segundo ele, a tendência é que o déficit nas contas públicas não seja equacionado antes de 2018, levando-se em conta que o plano de contenção de gastos apresentado pelo governo interino de Michel Temer (PMDB) parte de uma base de despesas muito alta.

“O governo colocou muita carga de despesa em 2016. Como a despesa dos anos seguintes será função da despesa de agora acrescida da inflação, isso equivale a um avião que decolou com excesso de peso”, comparou o ex-diretor da área internacional do BC, hoje consultor econômico, lembrando da proposta do governo de não permitir uma evolução dos gastos superior à inflação.

Segundo ele, o excesso de despesas vai reduzir a velocidade na adequação da dívida pública, “colocando” uma interrogação eduardo.lagusobre o resultado final do plano de ajuste. Nesse contexto, a relação da dívida pública com o Produto Interno Bruto (PIB) tende a crescer e seguir alta nos próximos dois anos, comentou Freitas, durante cerimônia realizada na capital paulista pelo Conselho Regional de Economia (Corecon). (Eduardo Laguna – na@estadao.com)

Fonte: Estadao Conteudo

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    Agência Estado

    16/08/2016 2h02

    O economista Carlos Eduardo de Freitas, ex-diretor do Banco Central (BC) no governo Sarney, avaliou que o sucesso do ajuste fiscal anunciado pela equipe econômica segue sendo uma incógnita. Segundo ele, a tendência é que o déficit nas contas públicas não seja equacionado antes de 2018, levando-se em conta que o plano de contenção de gastos apresentado pelo governo interino de Michel Temer (PMDB) parte de uma base de despesas muito alta.

    “O governo colocou muita carga de despesa em 2016. Como a despesa dos anos seguintes será função da despesa de agora acrescida da inflação, isso equivale a um avião que decolou com excesso de peso”, comparou o ex-diretor da área internacional do BC, hoje consultor econômico, lembrando da proposta do governo de não permitir uma evolução dos gastos superior à inflação.

    Segundo ele, o excesso de despesas vai reduzir a velocidade na adequação da dívida pública, “colocando” uma interrogação eduardo.lagusobre o resultado final do plano de ajuste. Nesse contexto, a relação da dívida pública com o Produto Interno Bruto (PIB) tende a crescer e seguir alta nos próximos dois anos, comentou Freitas, durante cerimônia realizada na capital paulista pelo Conselho Regional de Economia (Corecon). (Eduardo Laguna – na@estadao.com)

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      “O governo colocou muita carga de despesa em 2016. Como a despesa dos anos seguintes será função da despesa de agora acrescida da inflação, isso equivale a um avião que decolou com excesso de peso”, comparou o ex-diretor da área internacional do BC, hoje consultor econômico, lembrando da proposta do governo de não permitir uma evolução dos gastos superior à inflação.

      Segundo ele, o excesso de despesas vai reduzir a velocidade na adequação da dívida pública, “colocando” uma interrogação eduardo.lagusobre o resultado final do plano de ajuste. Nesse contexto, a relação da dívida pública com o Produto Interno Bruto (PIB) tende a crescer e seguir alta nos próximos dois anos, comentou Freitas, durante cerimônia realizada na capital paulista pelo Conselho Regional de Economia (Corecon). (Eduardo Laguna – na@estadao.com)

      Fonte: Estadao Conteudo

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