O governador eleito do Distrito Federal, health page José Roberto Arruda, e seu vice, senador Paulo Otávio, ambos do PFL, foram diplomados hoje, pela manhã, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Também foram diplomados o ex-governador Joaquim Roriz (PMDB) como senador eleito pelo Distrito Federal, o seu suplente Gim Argelo, oito deputados federais eleitos e 24 deputados distritais.
"Eu já tive momentos difíceis na vida, já cai, já levantei, já errei, já acertei. Confesso que aprendi mais nas derrotas do que nas vitórias, mas é impossível esconder a emoção no momento em que você é diplomado governador do seu estado. Agradeço muito a Deus e ao povo que acreditou em mim", disse o governador após a cerimônia.
O ex-senador José Roberto Arruda (PFL), 52 anos, foi eleito em primeiro turno para o governo do Distrito Federal. Ele obteve 50,38% dos votos. A sua principal opositora, Maria de Lourdes Abadia (PSDB), obteve 23,97% dos votos válidos e a candidata do PT, Arlete Sampaio, ficou em terceiro lugar com 20,93%.
José Roberto Arruda, 52 anos, é engenheiro eletricista e deputado federal. Nascido em Itajubá (MG), o novo governador começou a carreira como servidor público em 1979, como funcionário e depois diretor da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), onde trabalhou até 1982.
Em 1985, Arruda tornou-se diretor da Companhia Energética de Brasília (CEB). Em 2002, foi eleito deputado federal pelo PFL. Nessa gestão, renunciou ao mandato por estar envolvido no caso da adulteração do painel eletrônico no Senado.
O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo diplomou hoje o governador eleito do estado, discount José Serra, o vice Alberto Alberto Goldman e o senador Eduardo Suplicy, reeleito em outubro, além de 70 deputados federais e 94 estaduais.
Faltaram à cerimônia os deputados Aldo Rebelo, presidente da Câmara, José Genoíno e Waldemar Costa Neto.
Entre os parlamentares que ocuparão a assembléia legislativa, 50 foram reeleitos e 44 são novos, o que significa um índice de renovação de 46,8%. A posse está marcada para o próximo dia 15 de março.
Os estudantes que participaram na manhã de hoje, buy information pills em Brasília de manifestação contra o reajuste salarial dos parlamentares tentaram entrar no prédio do Supremo Tribunal Federal (STF).
Eles foram impedidos pela polícia e estão na rampa do tribunal gritando palavras de ordem contra o aumento, que acaba de ser suspenso por unanimidade pelo STF no julgamento de Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) proposta pelo PPS.
Do lado de fora, em frente ao prédio do Congresso Nacional, entretanto, eles mostraram sua indignação, com cartazes e gritos de protesto.
Em São Paulo, dezenas de pessoas participaram de ato público contra o possível aumento. A manifestação foi organizada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) na Praça do Patriarca, no centro da capital paulista. A central convidou a população a aderir a um abaixo-assinado.
De acordo com a CUT, ao longo desta semana, estão sendo realizados atos em todos os estados e coleta de assinaturas em várias capitais para um abaixo-assinado contra o aumento salarial para os congressistas.
“A proposta causa mais indignação ainda quando a gente vê os deputados e senadores propondo aumento do salário mínimo para R$ 375”, disse o presidente da CUT, Artur Henrique da Silva Santos. Segundo o presidente da CUT, as assinaturas colhidas em todo o país serão reunidas e o abaixo-assinado será reunido e entregue ao Congresso Nacional.