Francisco Dutra
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Vinte dias. Pelas contas de Raimundo Júnior, primeiro nome da equipe de transição indicado por Agnelo Queiroz (PT), é o tempo necessário para se traçar um diagnóstico seguro da atual máquina pública brasiliense, no processo de troca de governo com a atual gestão de Rogério Rosso (PMDB).
O prazo, aparentemente curto, em função da complexidade e da série de problemas vividos pelo GDF, começa a valer, segundo ele, já a partir da próxima segunda-feira. Enquanto Agnelo descansa no Nordeste, após a disputa eleitoral, Raimundo Júnior participa, hoje, da primeira reunião com o coordenador de transição de Rosso, o ex-secretário de Governo Geraldo Lourenço, no Palácio do Buriti, às 11h. Segundo Júnior, serão tratadas as questões operacionais da troca de governo.
Ainda hoje, Rosso deve se reunir com todo o secretariado para tratar de um decreto que disciplina o processo de transição. Em linhas gerais, o documento estabelece que todos os órgãos públicos brasilienses serão obrigados a apresentar as informações para a equipe de transição de Agnelo Queiroz.
“Ele (Agnelo Queiroz) me pediu para levantar toda a parte operacional do rito (de transição). Saber como é a normatização, a legislação. Pensar em uma proposta de estrutura para a equipe de transição. Quando ele voltar, no domingo, vou apresentar todo esse diagnóstico. E aí, na segunda-feira, ele deve anunciar a equipe que já deve começar a trabalhar”, afirma Júnior.
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