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Política & Poder

Durval pode dar "bolo" em CPI da Codeplan

Arquivo Geral

29/03/2010 8h57

O ex-secretário de Relações Institucionais Durval Barbosa não deve comparecer no depoimento da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Codeplan, marcado para amanhã, segundo informações de um amigo muito próximo. Uma das alegações de Durval é de que ele não servirá de palanque eleitoral para os parlamentares da comissão.
Inscrito no Programa de Proteção às Testemunhas da Polícia Federal, Durval parece ter garantido não comparecer à reunião da CPI porque, segundo fontes, não pode colaborar com a comissão neste momento. O ex-secretário teria dito ainda que, não tem a intenção de ir e se reservar ao direito de permanecer calado. Segundo o amigo, Durval afirmou que “seria um constrangimento”.
 A delação premiada para Durval lhe dá o direito de servir como testemunha do Estado, não tendo a obrigatoriedade de participar de um ato do Poder Legislativo. Embora a CPI instaurada para apurar as denúncias de suposta formação de caixa dois no GDF tenha poder de polícia, Durval foi convocado a depor como testemunha e não investigado.

Não quer comentar

 Fonte de informação que provocou a abertura de investigação contra o ex-governador José Roberto Arruda (sem partido), o ex-secretário pretende evitar comentar sobre a participação no esquema dos demais integrantes do primeiro e segundo escalão do governo, além dos parlamentares.
Ainda de acordo com seu amigo, Durval teria justificado que, não há no que colaborar com a comissão, uma vez que os distritais não tiveram acesso a parte sigilosa do Inquérito  650, que tramita no Superior Tribunal de Justiça (STJ), a qual Durval não quer comentar o conteúdo.

 

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