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Política & Poder

Distritais participam de seminário para saber o que podem fazer e o que devem evitar

Arquivo Geral

07/12/2010 7h55

Sionei Ricardo Leão
sionei.leao@jornaldebrasilia.com.br

 

Pode parecer estranho, mas distrital também faz cursinho. E por uma razão simples: eles têm que saber o que vão fazer, na próxima legislatura da Câmara, para responder com louvor àquela pergunta que levou Tiririca a ser um dos deputados federais mais votados do País. O Seminário de Ambientação para os Parlamentares da 6ª Legislatura – que começou ontem e termina hoje – apresenta informações sobre funcionamento da CLDF, limite de gastos, número de assessores e total recursos disponíveis aos gabinetes.

 

Os participantes ouviram que cada distrital tem direito a nomear até 23 assessores, na condição de cargos de livre provimento. O total dos salários da equipe pode chegar a R$ 97,6 mil. O parlamentar tem ainda direito de contar com dois servidores do quadro efetivo da Câmara Legislativa e mais duas pessoas para exercerem a função de segurança.

 

Neste caso, o parlamentar eleito pode requisitar a liberação de alguém da Policia Militar para fazer a proteção. Há também a opção de contar com servidores da própria Câmara Legislativa, que sejam comprovadamente habilitados para a tarefa.

 

Com esses detalhes, cada um dos 24 componentes da próxima legislatura pode ter o auxílio de 27 profissionais no mandato. O salário mais alto que pode ser pago a um assessor é de cerca de R$ 11 mil. Aos lideres partidários, há a prerrogativa de contar com mais oito servidores, que têm o papel de dar apoio à chamada estrutura de liderança da legenda. O recurso destinado ao pagamento dessa equipe é de R$ 20 mil. O maior salário individual não pode ultrapassar R$ 8 mil.

 

 

 

Leia mais na edição desta terça-feira (07) do Jornal de Brasília

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