Francisco Dutra
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São perguntas espinhosas. Como ser oposição no Distrito Federal contra um governo com ampla maioria, em todos os lugares? Como ser oposição contra o governo que toda a população espera que dê certo? Se não quiserem perder mais espaço para o PT de Agnelo Queiroz, os deputados distritais oposicionistas terão que respondê-las sem demora a partir do próximo mês de janeiro.
Entre as fileiras oposicionistas, corre a bandeira da oposição consciente, coerente e fiscalizadora. “As cartas foram dadas para nós pelas urnas. A população escolheu assim e vamos fazer oposição. Vamos cobrar do governador tudo aquilo que prometeu na eleição. Mas não vamos fazer nada louco, contra tudo e contra todos”, afirma a distrital eleita Celina Leão (PMN).
Para a deputada, as ações da próxima legislatura terão ainda mais atenção da opinião pública, em função dos escândalos vividos pelo DF. Com uma maior visibilidade, a parlamentar espera que as ações oposicionistas tenham mais repercussão entre a população.
Nas contas governistas, a oposição terá no máximo seis nomes consolidados. Mas, mesmo que a previsão petista se confirme, Celina não vê a situação como adversidade. “Como era a Câmara passada? Olha quando o PT não era governo. Eles faziam oposição com cinco pessoas. Vamos fazer oposição também com cinco ou quatro pessoas, se for o caso”, explicou a deputada.
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