No evento religioso que reuniu mais de 20 diferentes igrejas evangélicas na manhã de ontem, a candidata à Presidência Dilma Roussef (PT) se deparou com uma faixa levantada por uma parcela da igreja contrária aos posicionamentos adotados pela candidata em relação ao aborto e à união civil de pessoas do mesmo sexo.
No entanto, o episódio não foi comentado por Dilma, que no seu discurso à platéia de representantes das igrejas Assembléia de Deus, Universal do Reino de Deus, Batista, dentre outras, ela enfatizou apenas que é “à favor da vida e da família”. O assunto não foi aprofundado.
“Temos razões muito fortes que nos levam a participar desta campanha de forma mais incisiva”, explicou o coordenador nacional das igrejas evangélicas, Bispo Manoel Ferreira, que é deputado federal pelo PR-RJ. Ele citou os avanços na gestão do presidente Lula, como a questão da regularização dos terrenos religiosos.
Outra pedra no sapato da candidata,o vice de José Serra (PSDB), Índio da Costa (DEM), que já fez várias declarações contra o PT, também não foi comentado. Mas as palavras de Michel Temer (PMDB), vice de Dilma, deixaram claro que o foco está na campanha. “O que interessa não é o falatório, as intrigas, mas as propostas.
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