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Política & Poder

Derrotados no 1o turno arrecadam 11 vezes menos que Lula

Arquivo Geral

01/11/2006 0h00

Os seis candidatos à Presidência derrotados no primeiro turno das eleições, check clinic em 1o de outubro, story cialis 40mg arrecadaram para suas campanhas cerca de 2,5 milhões de reais, cifra 11 vezes menor que a captada em julho e agosto (28 milhões de reais) pelo presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e 9 vezes menor que a obtida pelo tucano Geraldo Alckmin (22 milhões de reais) no mesmo período.

Lula e Alckmin têm prazo até o dia 28 deste mês para prestar contas de suas campanhas.

De acordo com dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), entre terça e quarta-feira, Cristovam Buarque (PDT) declarou uma receita de 1,72 milhão de reais, recursos destinados aos gastos durante a campanha eleitoral deste ano.

O pedetista informou ainda que gastou 1,5 milhão de reais. As sobras financeiras de campanha somaram 220 mil reais. No pedido de registro de candidato, em 5 de julho, Cristovam Buarque havia declarado ao TSE que o teto de gastos da campanha seria de 20 milhões de reais.

A senadora Heloísa Helena (PSOL-PSTU-PCB), que também prestou contas de sua campanha no último dia permitido pelo TSE, informou ter arrecadado 266,14 mil reais. Seus gastos somaram 266,56 mil reais. Ao pedir o registro de candidatura, a senadora havia comunicado que o valor máximo de gastos na campanha eleitoral dela seria de 5 milhões de reais.

O candidato do PSDC, José Maria Eymael, informou ter captado 272,46 mil reais. Os gastos de sua campanha, conforme a prestação de contas, chegaram a 272,49 mil reais.

Rui Costa Pimenta (PCO), que teve a candidatura impugnada pelo TSE, informou que tanto a receita quanto a despesa de sua campanha chegaram a 11 mil reais. No dia 6 de setembro, na prestação parcial de contas do segundo mês de campanha, o jornalista chegou a informar ao TSE que havia arrecadado apenas 200 reais.

O candidato do PSL, Luciano Bivar, declarou ter recebido 214 mil reais e gasto a mesma quantia durante a sua campanha.

Já a candidata Ana Maria Rangel (PRP) informou ao TSE que, no momento, não dispõe da documentação necessária para prestar contas. Rangel alegou não possuir conta corrente nem CNPJ da campanha, além de não contar com recibos eleitorais.

A candidata disse também que não houve movimentação financeira destinada ao custeio da campanha e pediu ao TSE que considere essa manifestação "para que não haja prejuízo relativo à inadimplência" dela.

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