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Política & Poder

Dentre os distritais do PT, Cabo Patrício desponta com a melhor chance para presidência na Câmara

Arquivo Geral

14/11/2010 10h01

Carlos Carone

carone@jornaldebrasilia.com.br

 

Dentro do PT, já há uma briga séria pela presidência na Câmara, a partir de 2011. Com cinco distritais – Chico Leite, Chico Vigilante, Wasny de Roure, Cabo Patrício e Arlete Sampaio –, eles não abrem mão de serem indicados ao posto. Mas quem é capaz de reunir as melhores características para assumir a presidência da Casa? É isso que se vai ver logo adiante.

 

Dos cinco, quem se destaca é Cabo Patrício. E dois motivos são apontados como vitais para que largue na frente:

 

1º) os cinco meses que presidiu a Casa, justamente durante um dos períodos mais conturbados do últimos anos, marcado pela crise política provocada pela Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal;

2º) o bom trânsito que possui com deputados da sua bancada e com parlamentares que estarão na oposição, durante o governo de Agnelo Queiroz. Apesar de guardar a sete chaves o nome que prefere, o governador eleito também veria com Patrício com simpatia para assumir a Casa; e

3º) tem um relacionamento de muitos anos com Raimundo Júnior, um dos homens fortes da campanha de Agnelo Queiroz e com quem tem profunda amizade.

 

Ao ser procurado pelo Jornal de Brasília, o distrital preferiu não entrar em detalhes sobre a possibilidade de ter seu nome cogitado para assumir a presidência. “É um caso muito complicado, que depende de muitas decisões e dos votos. Por enquanto, prefiro não comentar as possibilidades”, explicou Patrício.

 

Já Vigilante também comentou ontem que seu nome chegou a ser lembrado. “Essa reunião de terça-feira será importante para decidir de forma consensual, inclusive para quem ficará com a liderança do partido. Mas vale a pena destacar que tudo depende de voto e a decisão de todos é a que conta”, sentenciou Vigilante. A bancada não abre mão da presidência, por entender que é uma questão de responsabilidade, já que é maioria na Câmara.

 

Leia mais na edição deste domingo (14) do Jornal de Brasília.

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