Menu
Política & Poder

Denise Frossard diz que não comenta pesquisas quase se esquece de votar para presidente

Arquivo Geral

29/10/2006 0h00

A um dia das eleições, abortion thumb pesquisas dos institutos Ibope e Datafolha apontam a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, com vantagem de mais de 20 pontos percentuais sobre seu adversário, o tucano Geraldo Alckmin.

Levando em conta os votos válidos, para o Ibope Lula tem 61% das intenções de voto, contra 39% de Alckimin. Os números são os mesmos para os dois institutos e a margem de erro das pesquisas é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O Ibope ouviu 8.880 eleitores em 465 cidades brasileiras neste sábado. Já o Datafolha, consultou 12.650 eleitores de 356 cidades sexta-feira e neste sábado.

Os partidos que apóiam o governo Lula podem eleger mais seis governadores nas eleições deste domingo se as urnas corresponderem às pesquisas de intenção de voto. Dos 17 governadores eleitos no primeiro turno, site nove apóiam o presidente-candidato. A tendência, for sale de acordo com as pesquisas, store é que Lula saia do pleito vitorioso e com o apoio de pelo menos 16 dos 27 governadores eleitos.

Os governadores têm influência sobre deputados e senadores de seus estados e podem ser muito úteis em um provável segundo mandato na implementação de projetos federais e na arregimentação de votos no Congresso. Eles também têm peso na definição de candidaturas à Presidência em 2010.

O PMDB, que elegeu quatro governadores no primeiro turno, é o favorito no Rio de Janeiro e em Santa Catarina, e tem chances de vencer no Paraná. Dos quatro candidatos do partido que disputam o segundo turno, só o catarinense Luiz Henrique declarou apoio ao tucano Geraldo Alckmin. Sérgio Cabral (RJ), e Roberto Requião (PR) apóiam a reeleição de Lula, assim como José Maranhão (PB), que está atrás na disputa de seu estado.

O PSB, que participa do governo, é favorito em Pernambuco, com a candidatura do deputado Eduardo Campos – neto do falecido governador Miguel Arraes –, e no Rio Grande do Norte, com a governadora Wilma Faria.

O PT, que já elegeu quatro governadores no primeiro turno, tem chances de conquistar também o Pará, onde a senadora Ana Júlia está em empate técnico com o tucano Almir Gabriel e pode interromper 12 anos de governo do PSDB no Estado.

Lula conta ainda com o apoio da candidata do PFL no Maranhão, Roseana Sarney, que está empatada com Jackson Lago, do PDT. Lago também apóia o presidente.

Em Goiás, o favorito é o governador Alcides Rodrigues (PP), que apóia Alckmin e, no Rio Grande do Sul, a tucana Yeda Crusius lidera as pesquisas, embora a vantagem sobre o petista Olívio Dutra tenha diminuído na última semana.

O forte apoio a Lula entre os eleitores do Norte-Nordeste, também prevalece entre os governadores eleitos da região.

No primeiro turno, o PT venceu em quatro Estados: Bahia (Jaques Wagner), Sergipe (Marcelo Déda), Piauí (Wellington Dias) e Acre (Binho Marques). Se eleger Ana Júlia no Pará, o PT terá o poder em cinco estados, dois a mais do que na eleição de 2002.

Na base aliada, Lula conta com o apoio de Cid Gomes, eleito pelo PSB no Ceará, do peemedebista Eduardo Braga, reeleito no Amazonas, e de Wáldez Góes, eleito pelo PDT no Amapá.

No Centro-Oeste, apóiam Lula o peemedebista Marcelo Miranda, reeleito em Tocantins, e Blairo Maggi, governador reeleito do Mato Grosso, que entrou em choque com o seu partido, o PPS, por apoiar Lula.

No campo da oposição, os tucanos, que elegeram sete governadores em 2002, podem ficar com cinco estados. Quatro governadores foram eleitos no primeiro turno: José Serra (SP), Aécio Neves (MG), Teotônio Vilela (AL) e Otomar Pinto (RR).

O partido tem força em São Paulo e Minas, estados com grande poder econômico e peso eleitoral, e pode ampliar essa força com a possível eleição de Yeda no Rio Grande do Sul.

O PFL, que havia conquistado quatro Estados em 2002, elegeu apenas um governador, José Roberto Arruda, do Distrito Federal. Roseana Sarney pode se eleger pela legenda, mas já foi ameaçada de expulsão por apoiar Lula.

 

A Petrobras se comprometeu a fazer novos investimentos na Bolívia no valor de pelo menos US$ 1, buy 5 bilhão, this com a assinatura de um novo contrato de operação no País, disse neste domingo o presidente da estatal boliviana YPFB, Juan Carlos Ortiz.

Esses investimentos "poderiam ser incrementados em função dos projetos conjuntos da Petrobras com outras companhias", disse Ortiz, depois da assinatura dos novos contratos de operação entre a YPFB e as companhias – entre elas a brasileira – que produzem petróleo e gás na Bolívia.

A Petrobras disse já ter investido cerca de US$ 1,5 bilhão desde que iniciou suas operações na Bolívia, há uma década, com o que se tornou a empresa dominante da indústria agora nacionalizada pelo governo de Evo Morales.

 

O presidente da Bolívia, pharmacy Evo Morales, sale deu um passo importante hoje em seu plano de nacionalizar a indústria de gás e petróleo do país, depois que empresas petrolíferas estrangeiras concordaram em operar na Bolívia sob controle do Estado.

Grandes companhias energéticas estrangeiras, como a Petrobras e a Repsol YPF, colocaram fim a meses de negociações com o governo ao fechar os acordos na última hora, antes do prazo final estabelecido para a meia-noite de sábado. Com isso, foram acertados novos contratos que definem uma maior participação do Estado boliviano em seus lucros.

Os contratos deram um impulso político para Morales, o primeiro líder indígena do país, que enfrentou críticas durante meses por conta da demora e das incertezas em torno do processo.

"Com estes novos contratos, queremos gerar mais recursos para solucionar os problemas sociais e econômicos de nosso país. Esse é nosso maior desejo", declarou Morales, durante a cerimônia de assinatura dos contratos, em que participaram executivos das empresas.

O decreto de nacionalização foi estabelecido por Morales no dia 1º de maio, e deu às empresas estrangeiras seis meses para negociar novos contratos, em que cederiam uma parcela majoritária de suas operações no país ao governo ou teriam que abandonar a Bolívia.

A Petrobras e a espanhola Repsol YPF são as maiores investidoras na indústria de gás e petróleo da Bolívia, controlando 47,3% e 26,7%, respectivamente, das reservas de gás natural conhecidas e prováveis do país.

A estatal brasileira também prometeu investir US$ 1,5 bilhão na indústria energética boliviana, depois de concordar em operar no país sob controle do Estado, disse Juan Carlos Ortiz, presidente da companhia energética boliviana YPFB.

Ontem à noite, a francesa Total e a norte-americana Vintage tornaram-se as primeiras companhias a aceitar a nacionalização.

Apesar dos detalhes específicos dos novos contratos não terem sido revelados, o governo disse que eles pretendiam dar à YPFB mais controle sobre a produção e comercialização de produtos de gás e petróleo.

O governo também disse que novos contratos conteriam uma cláusula exigindo que as multinacionais de energia investissem parte de seus lucros no setor de energia do país.

De acordo com os novos contratos, as empresas operarão agora como fornecedoras de serviços para a YPFB, em troca de 18% a 50% da receita das operações.

Morales, vestindo seu famoso suéter listrado, disse que os contratos quadruplicarão as receitas energéticas da Bolívia, durante os próximos quatro anos, a partir dos atuais US$ 1 bilhão. Ele também procurou assegurar às companhias que suas atividades serão protegidas por lei.

"O que estamos fazendo aqui é exercitar nossos direitos de propriedade, como bolivianos, sobre nossos recursos nacionais, sem expulsar ninguém, sem confiscar", afirmou.

O líder boliviano insiste que deseja utilizar a receita da energia para ajudar a aliviar a pobreza no país mais pobre da América do Sul.

Algumas empresas energéticas com menores interesses na Bolívia, incluindo a produtora britânica de gás e petróleo BG Group, a Amoco – controlada pela British Petroleum – e as companhias argentinas Pluspetrol e Matpetrol também assinaram novos contratos.

Uma importante promessa de campanha de Morales, a manobra para obter maior controle estatal dos campos de petróleo e gás da Bolívia sofreu uma série de reveses nos últimos meses, incluindo a demissão de importantes autoridades, fazendo com que analistas duvidassem do sucesso da nacionalização.

A falta de conhecimento técnico e fundos da YPFB também desacelerou os esforços do governo para assumir a reserva de gás natural da Bolívia, que é a segunda maior da América do Sul, atrás apenas da venezuelana.

O governo ficou emperrado por meses em negociações difíceis, particularmente com a Petrobras.

O Brasil é o maior comprador do gás natural boliviano e a Petrobras investiu mais de US$ 1,5 bilhão na exploração de gás e petróleo nos últimos anos.

A nacionalização "assegurou investimentos significativos e o mais importante, a recuperação de nossa soberania sobre nossos recursos naturais", disse o presidente da YPFB, Juan Carlos Ortiz.

 

O ministro das Relações Institucionais, this site Tarso Genro, cialis 40mg afirmou hoje que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve abandonar, caso seja reeleito, a visão econômica conservadora que marcou o início do primeiro mandato.

"Acabou a era Palocci no Brasil. Até posso dizer que no primeiro ano do governo, ele prestou bons serviços, mas taxas baixas de crescimento, preocupação neurótica com inflação, sem pensar em distribuição de renda e crescimento, isso terminou", afirmou o ministro, em referência ao trabalho do ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci, que foi criticado dentro do PT por sua obsessão com o controle de preços e manutenção da política de aperto fiscal.

Genro, que participou neste domingo de um café da manhã com lideranças da campanha petista ao governo do Rio Grande do Sul, em um hotel de Porto Alegre, classificou como "monetarista e conservadora" a política econômica defendida por Palocci.

Para o ministro, o eventual segundo mandato de Lula será marcado pela visão econômica defendida pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social.

"As posições do conselho são vencedoras e o presidente é o fiador político e estratégico daquelas propostas", afirmou Genro.

 

O ministro das Relações Institucionais, viagra Tarso Genro, search acredita que o PSDB, treat mesmo em caso de derrota na eleição de hoje, deve ajudar a garantir a governabilidade para o próximo governo.

Para Tarso, os "setores democráticos" do partido devem ganhar mais espaço com a eleição de Aécio Neves (MG) e José Serra (SP). "Tenho certeza de que o PSDB vai apoiar (a governabilidade). O PSDB não é partido golpista ou antidemocrático", disse ele durante café da manhã com lideranças petistas, em um hotel no centro da capital gaúcha.

Tarso avalia que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso representa uma influência de centro-direita e estaria perdendo espaço para os setores democráticos, que teriam saído reforçados com a eleição de Aécio e Serra. Os governadores teriam interesse na manutenção da democracia por serem potenciais candidatos à Presidência da República em 2010.

"O PSDB muda (com o resultado eleitoral). Aécio e Serra são duas personalidades políticas que não podem ser acusadas de autoritárias ou golpistas. Estão submergidas em uma hegemonia de direita na sua relação com o PFL, mas são pessoas democráticas e certamente vão querer um jogo político limpo".

Tarso deixa o candidato Geraldo Alckmin fora desse grupo. "O Alckmin demonstrou que está mais para PFL que para PSDB".

Para o ministro, o sistema político brasileiro está bloqueado por deformações originadas em poderes regionalizados e partidos sem implantação nacional, quadro que geraria dificuldades para a manutenção de uma base de apoio parlamentar para qualquer governo.

O ministro coloca o PMDB como um dos partidos importantes para o equilíbrio das forças políticas em um possível segundo mandato de Lula.

Mas ele não poupa críticas ao PMDB que, na sua opinião, precisaria ampliar sua coesão interna. "O PMDB tem que se apresentar ao governo como uma instituição, não mais como uma soma de lideranças regionais".

 

O governador de São Paulo, buy Cláudio Lembo (PFL), illness foi o primeiro aliado de Geraldo Alckmin a jogar a toalha, pill declarando hoje que será muito difícil dar a virada eleitoral que o candidato deseja.

Segundo o governador, esta foi a "eleição do social", que já tem o presidente-candidato Luiz Inácio Lula da Silva como principal representante.

"Acho difícil, mas resultado de urna só depois da apuração. O momento do brasileiro atual é social, e quem mais reflete isso é Lula, um sobrevivente da pobreza", observou.

O pefelista, sempre considerado pela própria campanha como um aliado que mais atrapalhou que ajudou, disse que a mensagem da pobreza nessa disputa é mais forte que a mensagem da mudança.

"Geraldo é a força da natureza, mas fez uma campanha isolada. Não houve vibração por parte do PSDB, e uma andorinha só não faz verão."

 

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), visit Marco Aurélio Mello, decease desaconselhou os eleitores brasileiros a basearem seu voto nos resultados das pesquisas eleitorais.

"Acho que o eleitor não pode se basear nas pesquisas, link o eleitor tem que votar de forma conscientizada", afirmou Marco Aurélio após votar em uma seção eleitoral no Lago Sul, bairro da capital federal.

"Essa idéia de voto útil é um pouco distorcida, ela é implementada numa visão míope. O eleitor deve buscar a eleição daquele que seja o melhor candidato", acrescentou.

Ao ser questionado em quem teria votado para presidente da República, Marco Aurélio disse que votou "no candidato que ganhará" sem mencionar especificamente, entretanto, o nome do candidato.

O presidente do TSE ressaltou que é preciso aguardar a finalização da contagem dos votos para declarar quem será o vencedor da disputa de hoje.

"Tivemos no primeiro turno a sinalização de certos resultados que não se confirmaram. Vamos aguardar a totalização dos votos", disse.

Ele reafirmou que a totalização dos votos deve ser feita antes da meia-noite deste domingo.

 

A chuva fina do início da manhã no Rio de Janeiro atrapalhou a chegada de bicicleta à seção eleitoral, drug mas não a pontualidade do deputado federal mais votado do estado, viagra order Fernando Gabeira. Mantendo a determinação de não declarar o voto, clinic o ex-guerrilheiro espera que se reeleito, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não entenda os votos que recebeu como uma carta-branca para dar continuidade ao que aconteceu no governo passado.

"Se ele entender a reeleição como uma carta branca para continuar fazendo ou permitindo coisas que foram feitas no período anterior, acho que a situação do País vai ficar muito instável", disse Gabeira, na abertura da zona eleitoral onde vota na Lagoa, zona sul da capital fluminense. Ele não declara voto "porque serei oposição a qualquer um dos dois que for eleito".

Deputado federal pelo Partido Verde desde 1994, reeleito em 1998, 2002 e este ano, Gabeira afirmou que o seu papel será de fiscalizador e que em alguns momentos poderá apoiar projetos do governo que considerar de importância nacional, mas que vai esperar os primeiros movimentos do presidente eleito para entender a direção que será tomada.

"Os primeiros movimentos dele, a escolha do ministério, os projetos iniciais vão definir o rumo que o governo vai tomar", explicou referindo-se a Lula.

"Vou fazer o tipo de oposição que eu já fiz ao Fernando Henrique, infelizmente não fiz totalmente agora, porque foi um governo muito acidentado, mas eu espero continuar nessa linha de oposição construtiva", completou.

Para este ano, "infelizmente", segundo ele, Gabeira precisa terminar as apurações da CPI dos Sanguessugas, "a partir de amanhã mesmo", para só depois começar a entrar nas questões que considera fundamentais para o País, como as discussões sobre as reformas política e tributária, educação e temas relacionados a meio ambiente, como projetos sérios para a Amazônia e licenciamento ambiental. Empenho será dado principalmente à inclusão digital, uma das suas principais bandeiras na campanha para reeleição no Rio.

Outra frente importante será tentar maior integração entre órgãos de combate à corrupção, informou Gabeira. "O Brasil é um país que não tem um plano contra a corrupção mais articulado, no entanto é um fator que ajudaria muito na nossa relação com os órgãos internacionais de financiamento", afirmou, dizendo esperar ver a integração de órgãos como a Controladoria Geral da União, Tribunal de Contas, técnicos da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.

 

O candidato do PSDB à Presidência, advice Geraldo Alckmin, website afirmou que ainda acredita que os eleitores brasileiros poderão "corrigir" neste domingo os erros do atual cenário político do país.

"Estamos confiantes. O que vai valer hoje é o voto da urna, for sale o voto que vai corrigir o que está errado", afirmou o candidato depois de votar nesta manhã em um colégio da zona sul da capital paulista.

Acompanhado do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do governador eleito de São Paulo José Serra e da família, Alckmin (PSDB) não abandonou o otimismo em relação ao resultado das eleições, e fez questão de lembrar que conseguiu, no primeiro turno, um resultado que não era indicado pelas pesquisas eleitorais.

"O que vale não é a pesquisa, é o voto da urna. Estamos em pleno processo eleitoral, o povo está votando, nós vamos chegar lá", disse.

Alckmin deixou o colégio Santo Américo, no bairro do Morumbi, e seguiu para Alto de Pinheiros, zona oeste da capital, onde acompanhará a votação ao lado do governador eleito José Serra.

Antes de votar, Alckmin fez um sinal de positivo, diante da urna, e depois exibiu uma bandeira do Brasil para os 60 jornalistas que ocupavam a sala de votação.

O candidato tucano reconheceu que sua campanha teve falhas e fez questão de agradecer aos "milhões de brasileiros" que votaram nele.

"Nada é perfeito, mas queria destacar o quanto essa campanha foi bonita".

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse hoje que confirmada sua reeleição, cure como prevêem as pesquisas, about it vai procurar os partidos que o apoiam e a oposição para discutir "os grandes projetos de que o Brasil precisa".

Falando já como candidato vitorioso, pilule o presidente disse que o país vai sair "mais unido do que nunca" do processo eleitoral e que o resultado representa a aprovação de seu governo.

"A reeleição é uma coisa importante. Estou feliz porque o povo brasileiro soube reconhecer o trabalho destes quatro anos e foi muito generoso", disse Lula a jornalistas depois de votar em uma escola pública em São Bernardo, seu berço político.

Para o presidente, o resultado das eleições devem encerrar a fase mais aguda da disputa política. Todos os institutos de pesquisa apontam uma vantagem de mais de 20 pontos percentuais de Lula sobre o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin.

"Disputas políticas sem acirramento não têm sentido", disse Lula sobre a radicalização das últimas semanas.

"Quando chegar às 17h, vão abrir as urnas e aí não tem choro, nem vela, será o resultado final", acrescentou o presidente.

Lula destacou que passada a eleição terá que continuar a governar o País e que buscará um diálogo com todos os partidos."Vamos costurar todas as alianças necessárias para que a gente tenha tranqüilidade e possa aprovar os grandes projetos que o Brasil precisa", disse.

O presidente-candidato insistiu que pretende "conversar com todos os partidos políticos, da oposição, da situação, e com os governadores", nos próximos dias. "Vamos ter de discutir o Brasil com muito mais amor, com mais compromisso para os próximos anos".

Como faz todos os anos, Lula votou na escola estadual João Firmino, no bairro Assunção, em São Bernardo do Campo, onde foi recebido por uma multidão.

O presidente foi praticamente carregado nos braços de simpatizantes ao deixar a escola. "É o prazer de alguém que sabe que o seu trabalho está sendo reconhecido pela sociedade", comemorou o presidente horas antes do término do horário de votação.

 

Atualizada às 14h41

O candidato derrotado do PDT à Presidência da República, information pills senador Cristovam Buarque (DF), troche afirmou hoje que votou "na alternância", buy deixando clara a sua preferência pelo candidato do PSDB, Geraldo Alckmin.

"Meu partido proibiu, mas eu vou declarar meu voto. Votei na alternância", disse a jornalistas após votar nesta manhã em seção eleitoral instalada em uma escola particular, na Asa Norte da capital federal.

Cristovam disse estar esperançoso em relação ao Brasil, mas "preocupado" sobre o futuro do país nos próximos meses e anos.

"Temo que a oposição se comporte querendo um terceiro turno e que o presidente Lula queira se comportar querendo um terceiro mandato. Temo muito essa polarização."

"Creio que a democracia está imprensada entre os que querem o impeachment, o que considero uma temeridade, e os que querem um golpe, o que considero uma temeridade igual. Vamos passar tempos difíceis", profetizou o senador, descartando a possibilidade de uma acordo entre oposição e governo no início do próximo mandato presidencial.

"Não há clima para acordo por enquanto", finalizou.

Neste domingo, Lula e partidários, entre eles o ministro da Fazenda, Guido Mantega, pregaram clima de conciliação entre o governo e oposição após as eleições.

Acompanhado de sua esposa, Gladys, Cristovam chegou ao local como se ainda fosse candidato. Distribuiu abraços e apertos de mão, beijou crianças e idosos e posou para fotografias com simpatizantes.

Vestido numa camisa vermelha, uma das cores da bandeira de sua legenda, o senador voltou a exaltar a educação como "instrumento de transformação da sociedade" e decepcionou-se pelo fato do tema não ter recebido, em sua opinião, a importância merecida pelos candidatos que disputam o segundo turno.

"Nenhum dos dois candidatos falou em educação com instrumento de mudança. Falaram como se fosse um serviço a mais e não como um instrumento de transformação", explicou. "Essa é a grande diferença entre a minha campanha e a deles."

 

Logo depois de votar, link numa escola em São Bernardo do Campo (SP), find o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu uma declaração para dezenas de jornalistas do Brasil e de vários países. Para ser focalizado por todas as câmeras, o presidente teve de subir sobre um caixote de madeira de cerca de 20 centímetros, mas relutou bastante antes de fazê-lo.

"Quero agradecer o povo brasileiro pelo momento mágico que vive a democracia", iniciou Lula.

O presidente voltou a dizer que foi positivo, para ele e para o País, a necessidade de uma disputa em segundo turno.

"No segundo turno, o povo nos deu uma lição e nos disse: eu existo e quero ser o ator principal, não quero mais ser coadjuvante".

Segundo Lula, depois das eleições "o Brasil viverá um outro momento", de crescimento e distribuição de renda e prioridade para a educação.

"Aos que achavam que o Brasil estava se dividindo, o resultado desta eleição vai mostrar que o Brasil está mais unido do que em qualquer momento da nossa história", afirmou o presidente.

 

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o governador eleito de São Paulo, medications José Serra, acompanharam o candidato do PSDB Geraldo Alckmin durante sua votação nesta manhã e fizeram comentários distintos sobre o momento do País, com o primeiro já abordando o cenário pós-eleitoral e o segundo ainda demonstrando otimismo sobre a votação.

Fernando Henrique Cardoso disse que o partido, no caso de um segundo mandato de Luiz Inácio Lula da Silva se confirmar, manterá força significativa e fará "uma oposição que não é feita de conchavo e conversinha".

"Se o PSDB perder, continua sendo pólo de poder. O Alckmin demonstrou que tem tutano e enfrenta com galhardia", disse ele em um colégio na zona sul de São Paulo.

Uma parcela da oposição tem comentado sobre o potencial de um eventual segundo mandato de Lula ser conturbado, devido à continuidade das investigações sobre escândalos ocorridos durante o primeiro mandato. FHC afirmou, no entanto, que "terceiro turno não existe". "Isso é coisa de golpista."

Juntos durante o voto de Alckmin, os três separaram-se depois, com FHC se encaminhando para o seu local de votação e o candidato tucano à Presidência acompanhando Serra, que votou em um colégio na zona oeste da cidade.

Confiante em um bom desempenho do candidato do PSDB, apesar dos números das últimas pesquisas, Serra afirmou a jornalistas que votou "com muito orgulho" em Alckmin, em uma conturbada coletiva de imprensa improvisada em uma praça em frente à escola.

"Hoje não é o dia de pensar em pesquisa. Hoje é o dia de pensar em voto e aguardar a vitória", afirmou Serra.

"Hoje é o dia do povo falar e hoje não é o dia dos políticos falarem. Eleição decide-se nas urnas", concluiu o governador eleito, econômico nos comentários.

 

O ministro da Justiça, viagra order Márcio Thomaz Bastos, information pills afirmou hoje que o ritmo das investigações da Polícia Federal sobre o caso do dossiê contra políticos do PSDB não será alterado com o fim do período eleitoral.

"Ela (a PF) não vai nem acelerar nem retardar (o ritmo). Ela fez a investigação no tempo certo e sério que deve ser feita", disse ele a jornalistas nesta manhã, após votar na Escola Ministro Costa Manso, na Vila Nova Conceição, bairro nobre de São Paulo.

"Se vai descobrir ou não a origem do dinheiro é uma questão da investigação. Mas eu pessoalmente acredito que se chegará, depois de percorrer todas estas linhas de investigação, a uma solução que identifique e decifre a origem deste dinheiro", acrescentou ele.

Em sua rápida conversa com os jornalistas, o ministro afirmou não saber se continuará no cargo num provável segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

"Não conversei com o Lula ainda, vamos esperar ele ganhar a eleição antes, mas minha idéia é não ficar", disse ele, que considera os quatro anos no cargo suficientes.

 

Com a vitória anunciada pelos institutos de pesquisa e possibilidades de terminar o dia com mais de 20 milhões de votos de vantagem, sickness o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nem sequer esperou o fechamento das urnas neste domingo para falar como reeleito em nome da união nacional.

O presidente deixou claro que pretende conversar com todos os partidos políticos – da situação e da oposição –, além dos governadores eleitos, assim que for confirmada sua vitória.

"Vamos costurar todas as alianças necessárias para que a gente tenha tranquilidade e possa aprovar os grandes projetos que o país precisa", disse o presidente, depois de votar em uma escola pública em São Bernardo do Campo, seu berço político.

Apesar da disposição do presidente, a construção de um diálogo com o PSDB – principal adversário político dos petistas – não será fácil, já que os tucanos dão mostras de que vão insistir nas cobranças sobre os supostos "erros" do primeiro mandato do petista.

Todo o processo eleitoral foi permeado pela repercussão das denúncias de corrupção que atingiram de frente o chefe do Executivo – em 2005, a crise do mensalão, e nas vésperas desta eleição, o caso do dossiê.

Apesar da clara vantagem de Lula nas pesquisas, Alckmin disse pela manhã que ainda acreditava nos eleitores brasileiros, que poderiam "corrigir" os erros do atual quadro político do País.

"Estamos confiantes. O que vai valer hoje é o voto da urna, o voto que vai corrigir o que está errado", disse o tucano, logo após votar em um colégio na zona sul da capital paulista.

No primeiro turno das eleições, o presidente Lula recebeu 48,61% dos votos válidos (que excluem nulos e brancos), enquanto Alckmin ficou com 41,64%. Para vencer, é preciso obter 50% mais um voto.

Essa é a quinta disputa direta para presidente desde a redemocratização do País em 1985 e a segunda vez que, sob a regra da reeleição, um presidente poderá ser mantido no cargo, agora para o período 2007–2010.

Na primeira disputa com regras mais rígidas para o controle de gastos com campanhas, os dois principais adversários comunicaram ao TSE que vão gastar até R$ 210 milhões – Lula com R$ 115 milhões e Alckmin com R$ 95 milhões.

Em dez estados, a disputa pelo governo também será decidida neste domingo (RS, PR, SC, GO, MA, PA, PB, PE, RJ, RN). Até sábado, o TSE havia aprovado o envio de tropas federais para reforçar a segurança das eleições em 124 municípios.

O presidente do Tribunal, Marco Aurélio Mello, disse esperar ter a totalização dos votos concluída antes da meia-noite deste domingo.

 

Boletim divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) neste domingo registra a substituição de 1.032 urnas eletrônicas em seções eleitorais em todo o País.

O maior número de ocorrências aconteceu em São Paulo, this onde 166 urnas foram trocadas em função de problemas técnicos. Em seguida, treat segundo o diretor-geral do tribunal, Athayde Fontoura, está o Rio de Janeiro (132), Minas Gerais (104) e Rio Grande do Sul (96).

"O número de substituições está dentro de nossas previsões", disse o diretor em entrevista a jornalistas nesta manhã na sede do TSE em Brasília.

No primeiro turno, foram registradas 3.402 substituições de urnas, o que correspondeu a 0,94% do total. Foram distribuídas ao todo 361.431 equipamentos em todo o Brasil.

De acordo com o levantamento do tribunal, em quatro seções do Rio Grande do Sul, uma de Minas Gerais e uma da Paraíba, os eleitores estão sendo obrigados a votarem manualmente por meio de cédulas de papel.

Em duas seções eleitorais, localizadas em aldeias indígenas da região de Cristalândia, no Tocantins, e Guajará, no Amazonas, a votação só foi iniciada por volta do meio-dia devido a dificuldades de acesso às reservas.

Em Rondônia, houve o desaparecimento de uma urna eletrônica no município de Ariquemes. A Polícia Federal já foi acionada para investigar o caso.

 

Tiago, story de quatro anos, cheapest parecia confuso com o alvoroço em torno de seu pai, o candidato ao governo do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB), mas se manteve firme e atendeu aos pedidos de posar para as câmeras com o "V" da vitória nas duas mãos.

No ombro do senador, líder das pesquisas com cerca de 60% das intenções de voto para o segundo turno da eleição para o governo do Rio, o menino era o símbolo da confiança de Cabral na vitória sobre a adversária Denise Frossard (PPS).

"Acredito na nossa vitória, mas vamos aguardar o resultado com humildade", disse Cabral a jornalistas após votar numa escola de Copacabana, por volta das 9h30, acompanhado da mulher e de mais dois de seus cinco filhos – José Eduardo, 11 anos, e Marco Antonio, 15 anos.

O apoio do presidente-candidato Lula, que esteve no Rio fazendo campanha com Cabral mais de uma vez, foi comemorado. Assim como Cabral, Lula aparece nas pesquisas com boa vantagem sobre seu adversário Geraldo Alckmin (PSDB) na disputa presidencial.

"Tudo que o estado do Rio de Janeiro está precisando é de um governador que se entenda com o governo federal, com uma agenda propositiva de investimentos para o estado", afirmou. "Diria que tem uma importância capital para o estado nesses próximos quatro anos."

Com o apoio do casal Garotinho, que está no poder fluminense há oito anos, Cabral teve 41,42% dos votos no primeiro turno, contra 23,78% de Denise Frossard.

Do lado de fora do local de votação, estavam a ex-governadora Benedita da Silva (PT), o senador eleito Francisco Dornelles (PP) e o pai do candidato, o jornalista e escritor Sérgio Cabral.

Antes de voltar para casa, onde passará a tarde, Cabral enfrentou uma multidão de jornalistas afoitos por uma declaração. "Sempre votei com minha família, com meus filhos, com minha mulher. É um momento de muita alegria, importante."

O bom-humor de Cabral só foi interrompido quando questionado por um repórter o que faria caso não fosse eleito. Sem reação por alguns instantes, ele chamou assessores e disse que estava sendo incomodado.

Sem se dar por vencida, sickness a candidata do PPS ao governo do Rio de Janeiro, Denise Frossard, repetiu decisão de não comentar pesquisas após votar numa escola do Leblon. Antes, ela foi a uma missa e conversou com eleitores.

"Se pesquisa ganhasse eleição, a gente não precisaria desse aparato democrático que temos hoje", disse a jornalistas.

"Mas uma coisa é certa, no Rio de Janeiro há duas ideologias completamente opostas. Quem ganhar essa eleição fique sabendo que do outro lado haverá cobrança o tempo todo", afirmou.

Na hora de votar, Denise deixou a urna e posou para fotógrafos sem ter registrado o voto para presidente, e teve que retornar após ser avisada por um mesário.

Denise apóia Alckmin, porém chegou a declarar que votaria nulo para presidente quando o tucano se aliou ao casal Garotinho. Mesmo tendo voltado atrás, Frossard não esteve com Alckmin em nenhuma das visitas do tucano ao Rio durante a campanha no segundo turno.

Depois de votar, Denise passeou pelas ruas do Leblon e tomou café-da-manhã numa padaria. Ela acompanhará a apuração dos votos em casa.

 

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado