Policiais da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE) prenderam na manhã de hoje, sickness check no Condomínio Privé, approved em Ceilândia, um homem e duas mulheres por tráfico de drogas.
Com Sirlan José Dias, de 35 anos, e a companheira dele, Kellen Pereira Barbosa, de 25 anos, a polícia apreendeu 1kg de cocaína. Em outra casa, também no condomínio, a polícia prendeu Francilvanda Souza Silva, de 37 anos, comparsa deles. Na casa dela foi apreendido meio quilo da droga, uma balança digital, um Palio e R$ 1.200.
Sirlan era investigado há dois meses pela DTE e cumpria prisão domiciliar depois que foi preso por envolvimento no tráfico de drogas em 2002. Ele seguirá para a carceragem do DPE e as mulheres serão encaminhadas à Penitenciária Feminina.
De acordo com a polícia, a droga seria distribuída em Ceilândia e renderia aos traficantes cerca de R$ 20 mil.
Atualizada às 16h06
O ministro da Saúde, mind José Gomes Temporão, visit this site disse hoje ser contrário ao projeto que prevê reduzir a idade mínima para esterilização cirúrgica voluntária de 25 para 18 anos, em tramitação no Senado.
“Qualquer proposta baseada em redução da idade para esterilização voluntária, nós somos radicalmente contra porque isso não é planejamento familiar, isso é controle de natalidade. Essa é uma fase superada no Brasil. O ministério vai trabalhar para que todo e qualquer conteúdo sobre controle de natalidade fique fora do projeto”, disse durante o lançamento da Frente Parlamentar em Defesa do Planejamento Familiar na Câmara.
Segundo o ministro, é preciso ampliar o acesso à informação e discutir estratégias para baratear os custos dos métodos anticoncepcionais, a fim de que o Estado “garanta o acesso” aos que não podem comprá-los.
O planejamento familiar foi discutido anteontem no Senado. Os parlamentares buscam elementos para instruir o projeto de lei que torna obrigatório o ensino de educação sexual, institui o Dia do Planejamento Familiar, reduz a idade mínima para esterilização voluntária e revoga a exigência de consentimento do marido para realizar a esterilização.
Hoje, Temporão voltou a pregar um livre debate sobre a descriminalização do aborto no país e para que o acesso à informação evite gravidez indesejada. “Defendo a livre discussão. Precisamos arejar, abrir as janelas. Não é possível que grupos que se crêem donos da verdade impeçam o livre debate e que a sociedade se manifeste”.
Para o coordenador da frente parlamentar, deputado Maurício Trindade (PR-BA), uma política de planejamento familiar efetiva é a principal forma de evitar o aumento do número de abortos no país. “Queremos fazer o planejamento para que as mulheres não acabem, por conta própria, fazendo o aborto”.
Apesar de ter uma visão contrária à do ministro sobre a redução da idade mínima para esterilização, Trindade admitiu que a opinião do ministro será debatida na Câmara. “Vamos ouvir a sociedade e o ministério e saber o porquê de a opinião técnica do ministério ser essa”.
O secretário nacional de Economia Solidária, ask Paul Singer, discount defendeu hoje o uso de programas de computador com código aberto como forma de estimular a democracia.
“A economia solidária é uma economia que, stuff ao contrário do capitalismo – sistema que valoriza a competição –, preza a igualdade. A igualdade é a mesma base do software livre”, afirmou durante o 8º Fórum Internacional Software Livre (FISL), em Porto Alegre.
Singer explicou que empresas que trabalham dentro do conceito de economia solidária buscam o compartilhamento das informações, fazendo com que não apenas os diretores, mas todos os trabalhadores, sejam capazes de tomar decisões conjuntas.
“Esse compartilhamento de saberes é um compartilhamento de poder. Numa empresa democrática, os dois são compartilhados. O software livre tem esse mesmo princípio, e por isso é importantíssimo para combater a privatização do saber”, disse.
Singer explicou que nas organizações de economia solidária, a informação compartilhada é a base dos empreendimentos, levando a um rodízio de poder dentro da empresa. “Essa prática não é fácil, exige negar o que nos foi ensinado. Mas é uma das melhores formas de combater a tendência mundial de valorizar a competição e o individualismo”.
Como o software livre tem código aberto, o usuário pode conhecer como foi feito o programa – e alterá-lo, se desejar. Essa possibilidade levou à formação de comunidades de discussão e compartilhamento de informação para melhorar programas existentes.
O FISL começou hoje e termina sábado. Reúne os principais profissionais brasileiros e muitos estrangeiros que trabalham no setor de programação com o código aberto.
Depois de quase duas horas de reunião no Palácio do Planalto, sales o presidente Luiz Inácio Lula da Silva orientou ministros e comandantes das Forças Armadas a colaborar com o governo do Rio de Janeiro no combate à criminalidade. No entanto, segundo o porta-voz Marcelo Baumbach, a colaboração não significa que o governo federal decidiu enviar tropas, como o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, pediu ontem ao presidente Lula.
Lula esteve reunido hoje com os ministros da Defesa, Waldir Pires, da Justiça, Tarso Genro, e os comandantes do Exército, Enzo Peri, da Aeronáutica, Juniti Saito, e da Marinha, Júlio Soares. De acordo com Baumbach, a forma como o governo irá ajudar o Rio será discutida na próxima segunda-feira, em reunião com as mesmas pessoas mais o governador Sérgio Cabral e autoridades de segurança do estado.
“Não se pode dizer que o governo decidiu enviar as tropas. Pode-se dizer que o governo está empenhado em colaborar”, declarou o porta-voz. “A colaboração foi determinada pelo presidente e as modalidades dessa colaboração vão ser discutidas na reunião no Rio de Janeiro”, completou o porta-voz.
No pedido oficial apresentado ao presidente Lula, Cabral solicitou que as tropas fiquem durante um ano no estado e atuem, principalmente, na região metropolitana da capital fluminense.
Ontem, Sérgio Cabral tinha afirmado que o presidente recebeu com “muita seriedade” a demanda para que as Forças Armadas intervenham na segurança do estado. Segundo ele, Lula comprometeu-se a avaliar a questão. “Acredito numa parceria exemplar entre as Forças Armadas e o governo do estado”.
O pedido oficial ressalta a necessidade do emprego das Forças Armadas no Rio de Janeiro, sobretudo na região metropolitana, pelo período de um ano. “O estado do Rio de Janeiro, já há algum tempo, vive uma situação de crise na área de segurança pública. Apesar dos sucessivos esforços desenvolvidos nesta área do serviço público, tem sido muito difícil, com os recursos disponíveis, fazer face ao avanço da criminalidade”, registra o texto.
O governador cita uma base legal para solicitar tal ajuda. São os artigos 142 e 144 da Constituição Federal e o artigo da Lei Complementar 97, de 9 de junho de 1999.