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Política & Poder

CPMI do Inss adia depoimentos de advogado e presidente da Dataprev

A comissão parlamentar negou pedido de dispensa do advogado Cecílio Galvão e remarcou sua oitiva para quinta-feira, junto com a do presidente da Dataprev.

Redação Jornal de Brasília

02/03/2026 17h50

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS adiou o depoimento do advogado Cecílio Galvão, investigado em supostos desvios de recursos de aposentados, para quinta-feira (5). Inicialmente marcado para esta segunda-feira (2), o depoimento foi remarcado após Galvão solicitar dispensa, alegando sua condição de advogado, e acesso a documentos da investigação.

O presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), negou o pedido de dispensa, afirmando que não há intuito protelatório e desrespeito às prerrogativas da comissão. Viana confirmou a manutenção da convocação e a possibilidade de condução coercitiva para a próxima quinta-feira. O advogado havia sido alvo de intimações sem sucesso, levando a um pedido aprovado pela Justiça para condução coercitiva.

Galvão deve esclarecer supostos contratos milionários firmados com associações envolvidas nos desvios de aposentados, conforme requerimento (REQ 2.787/2025 – CPMI do INSS) do relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL). O segundo pedido de Galvão, para acesso aos documentos, foi atendido pela comissão.

Na mesma data, quinta-feira (5), a CPMI ouvirá o presidente da Empresa de Processamento de Dados da Previdência Social (Dataprev), Rodrigo Ortiz D’Avila Assumpção. Seu depoimento também foi adiado de segunda-feira, a pedido do depoente, devido a uma viagem à Índia.

Com informações da Agência Senado

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