A Polícia Federal afirmou que o irmão mais velho do presidente Lula, unhealthy more about Genivaldo Inácio da Silva, viagra 40mg conhecido como Vavá, recebia dinheiro do empresário dos jogos Nilton Cézar Servo, preso na segunda-feira durante a Operação Xeque-Mate.
De acordo com a Polícia Federal, Vavá recebia quantias entre R$ 2 mil e R$ 3 mil e prometia benefícios a Nilton Servo em órgãos governamentais. Porém, Vavá não conseguia cumprir os pedidos do empresário.
Na segunda-feira, a PF realizou busca e apreensão na casa de Vavá. Embora ele não tenha atendido aos pedidos de Servo, foi indiciado por tráfico de influência e exploração de prestígio no Judiciário. Além disso, a prisão do irmão de Lula também foi pedida pela PF, mas a Justiça alegando que o tráfico de influência e a exploração de prestígio não beneficiaram a máfia do jogo.
Os chefes de Estado e de Governo do G9 – sete países mais ricos e a Rússia – concordaram hoje em apoiar os esforços do presidente colombiano, erectile Álvaro Uribe, sale para libertar os reféns das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). O anúncio foi feito pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy, autor da proposta.
A cúpula do G8 emitirá na sexta-feira um comunicado de apoio a Uribe, mas não mencionará, concretamente, o nome da política franco-colombiana Ingrid Betancourt, seqüestrada há cinco anos pela guerrilha.
“Obtive um comunicado muito importante, que apóia os esforços do presidente Uribe”, afirmou Sarkozy a um grupo de jornalistas.
O G8 “mostra seu agradecimento a Uribe e faz pressão sobre as Farc para que negociem uma solução humanitária para o problema de Betancourt, mesmo que seu nome não esteja sendo citado expressamente”, disse o presidente francês.
Sarkozy explicou que obter o acordo dos demais líderes do G8 “não foi fácil”, pois o Japão e os Estados Unidos têm cidadãos reféns em outros países, e “é preciso levar em consideração” os demais membros do grupo.
O presidente afirmou que, com o acordo no G8, cumpre o compromisso que tinha fixado com Uribe para que este atendesse seu pedido de libertação do chamado “chanceler” das Farc, Rodrigo Granda.
O caso de Ingrid Betancourt foi um assunto constante nos encontros que Sarkozy manteve na quarta-feira, antes de comparecer ao jantar com que oficialmente teve início a cúpula do G8.
Sarkozy abriu sua agenda bilateral de ontem com a presidente do G8 e da União Européia, a chanceler alemã Angela Merkel. Em seguida, reuniu-se com o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe.
O aquecimento global, viagra a aspiração brasileira de integrar o Conselho de Segurança das Nações Unidas e a missão de paz no Haiti, malady liderada pelo Brasil, rx foram os temas do encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o secretário-geral da ONU, o sul-coreano Ban Ki-Moon, hoje, em Berlim.
Ao sair da reunião com Lula na residência da Embaixada do Brasil, o secretário-geral disse: “Isso [decisão sobre inclusão do Brasil no Conselho de Segurança] não depende de decisão minha, mas o que posso e vou fazer é acelerar a discussão dessa ambição do Brasil”.
Ban Ki-Moon também elogiou o trabalho das tropas brasileiras da força de paz no Haiti e ouviu do presidente Lula o pedido de apoio da ONU na área de infra-estrutura. Segundo ele, durante a conversa Lula falou sobre o uso do biodiesel e do etanol para frear a poluição e o aquecimento global.
Recentemente, a diplomata Maria Luiza Viotti, indicada para representar o Brasil junto às Nações Unidas, disse à Agência Brasil que os três temas tratados entre Lula e Ban Ki-Moon serão as prioridades do país para os próximos anos no âmbito da ONU.
O Exército libanês parece decidido a acabar até domingo com o cerco sobre o campo de refugiados de Nahr al-Bared, remedy onde os milicianos do grupo radical Fatah al-Islam continuam entrincheirados, apesar de estes estarem cada vez mais fracos.
O Exército libanês já havia anunciado antes que o final chegaria em breve, mas as previsões não se cumpriram. Por isso, é difícil comprovar a veracidade das informações, já que o acesso ao campo continua vetado à imprensa.
Segundo fontes militares – que pediram para não ser identificadas -, existe uma data-chave, o dia 10 de junho, para acabar com os extremistas sunitas que ainda estão resistindo.
Nesta data, termina o prazo que o Conselho de Segurança da ONU deu aos políticos libaneses para tomarem a iniciativa de constituir um tribunal que julgue o assassinato, entre outros, do ex-primeiro-ministro Rafik Hariri, ocorrido em fevereiro de 2005.
Se até domingo não houver um acordo, e tudo aponta nessa direção, a ONU intervirá para formar a instância judicial sob o amparo do Capítulo VII da Carta das Nações Unidas, que prevê sanções e a intervenção militar em caso de descumprimento.
Por esse motivo, o Exército – que bombardeou hoje o campo em terra e pelo ar – não quer que o problema de Nahr al-Bared piore e se misture com um provável conflito sobre o tribunal, ao qual a oposição liderada pelo grupo xiita Hisbolá se opõe.
Os combates de hoje representaram um novo degrau dentro do cerco contra os membros do Fatah al-Islam, que estão mais enfraquecidos do que nunca, segundo as fontes.
A imprensa libanesa informou hoje que os extremistas estão mantendo apenas uma posição dentro do campo, e que esta poderia cair em breve.
O núcleo dos entrincheirados, cerca de 50 homens, tem grande preparação bélica, dispõe de armamento e está disposto a resistir até o último momento.
Um soldado morreu hoje devido aos tiros de um franco-atirador do Fatah al-Islam, e com isso o número de mortos – segundo várias fontes – é de mais de 115.
Enquanto isso, além dos disparos dos canhões sobre as colinas que cercam o campo, houve hoje a ação de helicópteros Gazelle, de fabricação francesa.
A intensificação da ofensiva acontece depois que Shain Shain, chefe militar do Fatah al-Islam, ameaçou nesta quarta-feira estender o conflito para outras partes do Líbano, e até além de suas fronteiras, se o cerco não acabassem em até dois dias.
No entanto, o representante do Fatah no Líbano, Sultan Abu al-Ainan, disse hoje que essas declarações de Shain “mostram o fracasso do Fatah al-Islam e seu fim em breve”. O Fatah é facção que controla a maior parte dos 12 campos de refugiados em território libanês.
Osama Hamden, chefe do grupo islâmico Hamas no Líbano, disse que os contatos entre os grupos palestinos e a milícia extremista “levaram a soluções concretas”, mas não quis revelá-las.
Desde 20 de maio, combatentes do Fatah al-Islam enfrentam o Exército libanês, depois que os primeiros atacaram um posto de controle militar nos arredores do acampamento.
Milhares de refugiados palestinos já saíram do acampamento fugindo da violência, mas calcula-se que ainda há cerca de 5.000 civis dentro de Nahr al-Bared.
Por enquanto, as forças de segurança vêm conseguindo abortar, em maior ou menor medida, as tentativas de propagar o terror por todo o país. Hoje, os agentes desativaram três carros-bomba prontos para explodir na região de Zahle, no leste do país.
A promotora da Corte Suprema chilena, viagra sale Mónica Maldonado, recomendou hoje a extradição ao Peru do ex-presidente desse país Alberto Fujimori.
Segundo o relatório, que não é vinculativo ao juiz do caso, Orlando Álvarez, o ex-líder peruano (1990-2000) deve responder à Justiça de seu país por dois casos de violações dos direitos humanos e por vários crimes de corrupção.
O advogado do Estado peruano, Alfredo Etcheberry, disse aos jornalistas que a promotora avaliou os crimes contidos nos doze volumes enviados pela Justiça do Peru, e recomendou que se conceda a extradição de Fujimori por dois casos de violações aos direitos humanos e vários de corrupção.
Entre estes últimos, estão delitos como grampo telefônico, usurpação de função e peculato, disse Etcheberry.
O advogado acrescentou que a promotora rejeitou outras acusações, relacionadas a crimes de formação de quadrilha para ações de grampo telefônico.
Os casos relacionados a direitos humanos pelos quais se recomenda a extradição são os massacres de Barrios Altos (1991) e da Universidade de La Cantuta (1992), cometidos pelo grupo “Colina”, dirigido pelo assessor de segurança Vladimiro Montesinos.
A promotora emitiu sua opinião após examinar detalhadamente o processo, no qual estão os antecedentes oferecidos pelo Estado peruano, que pediu sua extradição, e os da defesa do ex-líder.
O documento com a recomendação de extradição, que foi entregue ao secretário da Corte Suprema, Carlos Meneses, deve ser revisado pelo juiz Álvarez, que está de licença médica.
O relatório será uma referência para a decisão judicial que deverá ser emitida por Álvarez, e que, por ser em primeira instância, poderá receber apelação da acusação e da defesa.
Álvarez tem um prazo de cinco dias para notificar as partes sobre o começo do período de redação da resolução que decidirá o destino de Fujimori.
Segundo o antigo sistema processual chileno, que rege o caso Fujimori, Álvarez pode levar até dois ou três meses para emitir seu ditame. No entanto, o assunto será resolvido em definitivo pela Corte Suprema, que fará audiências com alegações das partes e cujo ditame é inapelável.
O processo de extradição começou em janeiro de 2006, dois meses depois da chegada surpresa de Fujimori no Chile, em novembro de 2005.
O ex-presidente peruano ficou detido seis meses em Santiago, e depois recuperou a liberdade provisória, mas permanece contra ele uma ordem que o impede de sair do Chile.
Sete falhas humanas resultaram no acidente aéreo entre o jato Legacy e o Boeing da Gol, ambulance no dia 29 de setembro do ano passado, seek conclui o relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Apagão Aéreo do Senado Federal, aprovado ontem.
O documento culpa os dois pilotos do Legacy e os quatro controladores de vôo da torre de Brasília pelo acidente, mas exime de culpa a Aeronáutica ou qualquer outra instituição. “Se os pilotos do Legacy não tivessem desligado o transponder, o acidente não teria ocorrido. Se os controladores de vôo tivessem atuado de forma diligente e responsável, conforme a natureza da atividade exige, o acidente não teria ocorrido”, afirma o relatório.
Cada um dos quatro controladores e dos dois pilotos pode pegar até cinco anos de reclusão por “exposição de aeronave a perigo na modalidade culposa” na “forma qualificada pelo resultado morte”, artigos 261 e 263 do Código Penal.
Veja, abaixo, a lista dos erros, de acordo com o relatório da CPI:
Primeira falha: Autorização incompleta do plano de vôo
14h41min57 – O plano de vôo passado para o piloto do Legacy no momento da decolagem faz referência somente ao nível de 37 mil pés. Quando o controlador de Brasília diz apenas: “nível de vôo três sete zero, direção Poços de Caldas”, autoriza a aeronave a seguir direto para Manaus a 37 mil pés, sem acrescentar que, a partir de Brasília, a altitude deveria ser modificada. A autorização de vôo foi passada de Brasília para a torre de São José dos Campos, que retransmitiu ao comandante do Legacy. O controlador de Brasília que deu a autorização de vôo era, na verdade, um estagiário, que contava apenas com um mês de experiência.
Segunda falha: Pilotos não checam plano de vôo, carta de aerovia e de rota
Pelo regulamento brasileiro da aviação, a responsabilidade em conferir se a autorização do controlador está de acordo com o plano de vôo é do piloto. Mas a checagem não foi feita.
Terceira falha: Controlador não ordena descida do Legacy, que estava na contramão
15h55min28 – Essa é a falha mais grave para a CPI. Por seis minutos, o sistema mostrou na tela do radar a visualização do Legacy a 37 mil pés de altitude após passar por Brasília. A tela apresenta a diferença entre a altitude real do avião (37 mil pés) e a do plano de vôo (36 mil pés). Mas o controlador não ordena a descida da aeronave.
Quarta falha: Pilotos desligam o transponder
16h01min43 (55 minutos antes da colisão) – Seis minutos após passar por Brasília, o radar Transponder do Legacy é desligado.
Quinta falha: Controlador não tem atitude após desligamento do radar
16h01min53 – Tela deixa de apresentar círculo que significa contato com o radar secundário. O mesmo controlador, após perder o sinal da aeronave, não toma providências. Quando transmite o comando para o controlador que o sucede na mesma torre (de Brasília), passa a informação de que a aeronave está a 36 mil pés e não fala de qualquer problema de comunicações ou visualização no radar.
Sexta falha: Controlador não toma providências sobre problemas na comunicação
16h20 às 16h50 – O controlador que assume o comando de Brasília às 16h20 tinha na tela a informação de que não havia radar secundário (transponder), não sendo precisa, portanto, a altitude mostrada pelo radar primário. Tentou, sem sucesso, por oito vezes comunicação com o Legacy, mas não adotou as providências previstas na Regras do Ar e Serviços do Tráfego Aéreo (ICA 100-12). São elas:
a) verificar se a aeronave pode receber as transmissões do órgão, pedindo-lhe que execute manobras específicas que possam ser observadas na apresentação radar ou que transmita, caso possível, um sinal especificado com a finalidade de acusar o recebimento da mensagem;
b) se a aeronave nada acusar, o controlador deverá manter a separação entre a aeronave com falha de comunicação e as demais.
Sétima falha: Brasília passa monitoramento para Manaus como se tudo estivesse normal
16h53min30 (faltam três minutos para a colisão) – Mesmo sabendo que o Legacy estava sem comunicação e sem visualização no radar secundário, o controlador 4 de Brasília coordenou a passagem do monitoramento para a torre de Manaus como se estivesse a 36 mil pés sem alertar sobre as condições anômalas da aeronave e sem avisar da falta de contato de Brasília com a aeronave.
Às 16h56min54, os aviões se chocam.