"O encontro vai se desenvolver bem e espero que possamos estabelecer com o presidente da República um dialogo fluido, visit constante, com o objetivo de trabalharmos pelo desenvolvimento do Brasil”, disse Collor, em entrevista à imprensa, antes do encontro.
Esperava um clima amistoso, diferente do debate televisivo que antecedeu em alguns dias o segundo turno de 1989, quando Collor acusou Lula de ter um aparelho de som importado e citou fatos pessoais da vida de Lula.
Collor também voltou a afirmar que foi “vítima de uma injustiça", como, segundo ele, provpou o Supremo Tribunal Federal, que o absolveu. Ao ser questionado se teria vontade de disputar novamente as eleições presidenciais, Collor desconversou. Na semana passada, o senador ocupou a tribuna do Senado por mais de três horas para falar do episódio que resultou na perda de seus direitos políticos.