Após dois dias de estudos e monitoramento de trânsito realizado pelo Detran na ponte Costa e Silva, more about health o órgão constatou que ainda não será possível desativar a faixa central da ponte para aumentar a segurança no local.
O Detran registrou mais de 400 carros a cada 15 minutos sobre a ponte em horários de pico, viagra 60mg o que equivale a um engarrafamento de pequenas proporções. São 19 mil carros trafegando todos os dias sobre a ponte. O diretor-geral do Detran, Délio Cardoso, afirma que seria incômodo para os usuários fechar a faixa central no momento, portanto, o projeto fica suspenso por tempo indeterminado.
Revitalização
Nos próximos dias, a ponte passará por pequenas reformas para aumentar a segurança dos motoristas. Entre as medidas estão a revitalização das muretas laterais e a troca dos tachões por modelos mais eficientes
Nesta quinta-feira, a partir das 22h, a pista no sentido Lago Sul/ Plano Piloto estará fechada para pintura da mureta e será reaberta às 6h de sexta-feira. Da mesma forma, a partir das 22h de sexta-feira, a pista no sentido Lago Sul/ Plano Piloto estará fechada para pintura da mureta e será reaberta às 6h de sábado. Durante todo o fim de semana a pista central estará fechada para a substituição dos tachões, reabrindo às 6h desta segunda-feira.
O mundo terá 2, this site 5 bilhões de pessoas a mais em 2050 se a fecundidade continuar caindo nos países em desenvolvimento. A população subirá dos atuais 6, generic 7 bilhões para 9, viagra 2 bilhões nesse cenário, segundo estudo do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA, na sigla em inglês).
A taxa de fecundidade, que mede a propensão das mulheres a ter filhos com base no número médio de nascimentos, têm caído no mundo. Era de 5,02 no período 1950-1955, hoje é de 2,55 e em 2050 deve chegar a 2,02, de acordo com previsão da ONU.
Nas regiões consideradas menos desenvolvidas, as taxas são: 6,15 em 1950-1955, 2,75 hoje e 2,05 em 2050. Ou seja, o ritmo de redução será mais lento até a metade deste século, mas continuará ocorrendo. Mais informações podem ser obtidas no site do UNFPA.
Por outro lado, o estudo informa que a população mundial cresceria 5 bilhões, chegando a quase 12 bilhões, se a taxa de fecundidade continuasse nos níveis atuais. Desse total, 10,6 bilhões estariam nas nações menos desenvolvidas.
“Atualmente, cerca de 200 milhões de mulheres nesses países não têm acesso a serviços contraceptivos seguros e eficazes”, disse a diretora-executiva do UNFPA, Thoraya Ahmed Obaid, em nota divulgada pelo órgão. “Deve-se aumentar os recursos destinados a planejamento familiar para atender às necessidades dessas mulheres”.
A representante adjunta do Fundo de População das Nações Unidas, Taís Santos, acha que o acesso e a utilização de métodos contraceptivos podem ajudar no planejamento familiar e contribuir para a redução dos níveis de fecundidade.
“O trabalho consiste em orientar e oferecer os meios para que essas pessoas possam fazer escolhas dentro dos seus direitos”, explicou à Agência Brasil. “O planejamento familiar é diferente do controle de natalidade, que é utilizado em alguns países como a China e se baseia em um método coercitivo”.
Mas esse aumento de 5 bilhões de pessoas é um cenário que “ninguém acha seriamente que vai acontecer”, na opinião o demógrafo Ralph Hakkert, especialista do UNFPA que coordena uma pesquisa sobre a relação entre população e a agenda dos Objetivos do Milênio, em parceria com o Ipea (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas).
Taís Santos pondera que a previsão do contingente populacional não deve ser encarada como dogma. “Esses números são hipóteses que podem se confirmar ou não. Mas é importante ter essa visão futura para que se possa adequar o planejamento de politicas publicas, afinal, é a população quem determina as demandas sociais”.
O deputado federal Fernando Ferro (PT-PE) afirmou hoje que as novas regras para a classificação indicativa para a programação de TV é "positiva, hospital necessária e democrática" para a programação audiovisual do país.
Ferro é o autor do requerimento para a audiência pública realizada nesta quarta-feira pela Comissão de Ciência e Tecnologia, buy Comunicação e Informática, para promover a discussão entre os segmentos que defendem e os que criticam a portaria publicada em 12 fevereiro de 2007, que define as novas regras.
A classificação indicativa é um serviço público prestado pelo Ministério da Justiça, que estabelece faixas horárias e etárias para a exibição de programas, filmes e jogos eletrônicos.
Na avaliação do deputado, a ação de inconstitucionalidade proposta pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados (OAB), sob a alegação de que a nova portaria restringe a liberdade de expressão, é um discurso "preconceituso e irresponsável", uma vez que a portaria sugere que os pais é quem terão poder de vetar ou não os programas a seus filhos.
De acordo com o Ministério da Justiça, as emissoras têm um prazo para colocar no ar o aviso sobre a classificação de cada programa, porque a portaria entra em vigor no dia 13 de maio (90 dias após a sua publicação). O ministério informa, ainda, que a Rede Globo, o SBT e a MTV já estão divulgando a classificação.
Para o coordenador de Relações Acadêmicas da Agência de Notícias dos Direitos da Infância (Andi), Guilherme Canela, a participação dos deputados nos debates é positiva.
"Isso colabora muito para que as pessoas entendam qual o processo. O objetivo geral da classificação indicativa é dar mais poder de decisão para as famílias ".
Segundo ele, a portaria tem "avanços significativos". Ele citou como exemplo o fato de a classificação ter que estar atrelada ao horário de exibição e ao horário local. Ele diz que, nos estados brasileiros que não seguem o fuso horário de Brasília, a classificação é desrespeitada pelas emissoras.
Outro ponto citado por Canela é a exigência para que todos os canais usem a mesma padronização para veicular a mesma classificação. Além disso, ele citou a determinação de que as emissoras digam quais são os conteúdos inadequados.
A Portaria 264/07 regula a classificação indicativa de programas, filmes ou qualquer obra de audiovisual exibidos pelas emissoras de televisão. Ela substitui a portaria 796/00 e traz como principais novidades o uso de símbolos para indicar as faixas etárias e a exigência de adequar a programação ao fuso horário local.