Francisco Dutra
francisco.dutra@jornaldebrasilia.com.br
A loteria de nomes em torno das principais secretarias e cargos do Distrito Federal ganha mais apostas a cada dia. Nos bastidores, comenta-se que o governador eleito Agnelo Queiroz enfrentará complicações para indicar os futuros secretários de Obras, Transportes, Educação, Agricultura e Justiça. Ele deverá começar a fechar a lista de nomes que comporão o GDF na próxima semana.
“Agnelo tem ouvindo cada partido da coligação para saber onde quer participar. Não tem tido muito conflito de interesses. Na Saúde, não tem problema, pois Agnelo puxou muito a questão para si. O problema são os cargos aonde mais de um partido almeja a mesma posição. Isso está acontecendo nas áreas de Justiça e Cidadania, Obras, Agricultura, Transportes e Educação”, salienta um político ligado a base partidária do futuro governador.
Além do equilíbrio de interesses, a balança de Agnelo deverá ter mais um fiel. Por diversas vezes, garantiu que só terá nomes com ficha limpa no seu governo. A ideia e seguir o exemplo da lei que barrou Joaquim Roriz nas eleições, que impede a candidatura de postulantes com o nome sujo na Justiça.
A Secretaria de Obras é intensamente disputada entre PT e PMDB. O mesmo conflito se repete em torno da pasta de Transportes. As pressões se tornam mais fortes quanto à escolha do comando da Secretaria de Agricultura, pela qual PMDB, PSB e PT têm enorme interesse. O olhar petista tem ainda especial desejo pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater).
Leia mais na edição desta sexta-feira (03) do Jornal de Brasília