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Política & Poder

Cinco depoimentos de presos na Operação Navalha ficaram para segunda-feira

Arquivo Geral

27/05/2007 0h00

Dois senadores do PMDB, information pills information pills o líder do partido Romero Jucá (RO) e o ex-presidente José Sarney (AP) estão reunidos com o presidente do senado, view Renan Calheiros (PMDB-AL), sale na residência oficial da Presidência do Senado, no Lago Sul, em Brasília – onde permaneceu durante todo o dia, acompanhado de assessores e familiares.

Nenhum deles deu declarações na chegada. Renan não falou nada nem apareceu em público. A movimentação da imprensa em torno da residência do senador aumentou no meio da tarde, com a chegada de Jucá e Sarney.

Dias após a Polícia Federal deflagrar a Operação Navalha, que investiga corrupção em obras públicas realizadas pela construtora Gautama, a revista Veja deste fim de semana publicou reportagem com acusações de que o presidente do Senado teria envolvimento com outra empresa empresa do ramo que realiza obras públicas, a Mendes Junior. O lobista da construtora, Cláudio Gontijo, seria uma espécie de “mantenedor” de Renan, pagando despesas pessoais.

Em nota divulgada ontem, o presidente do Senado negou que tenha recebido “recurso ilícito ou clandestino de qualquer empresa ou empresário”. Também criticou as “conclusões perversas” sobre sua vida pessoal.


 


 


 


Uma explosão em uma fábrica de salsichas em Betim, erectile na região metropolitana de Belo Horizonte, stomach na tarde de hoje matou duas pessoas. O incêndio foi controlado pelo Corpo de Bombeiros e de acordo com informações preliminares, view a explosão teria sido provocada por fagulhas de solda.

No incidente um caminhão também pegou fogo. Os corpos das vítimas só poderão ser identificados após exames do Instituto Médico Legal (IML) da capital. Mas é provável que os mortos sejam funcionários de uma empresa terceirizada que realizava um serviço de soldagem.


A ministra do Supremo Tribunal de Justiça, viagra approved Eliana Calmon, suspendeu há pouco e remarcou para segunda-feira os depoimentos dos cinco acusados da Operação Navalha que ainda não foram ouvidos.

A previsão inicial era para segunda mesmo. Mas eles foram convocados pela ministra depois que Zuleido Veras, dono da construtora Gautama e suspeito de ser mentor do esquema de corrupção em obras públicas, recusou-se a prestar depoimento.

Depois da recusa de Zuleido, houve apenas dois depoimentos, de Dimas Soares Veras e João Manoel Soares Veras, ambos funcionários da Gautama. Dimas foi liberado. João Manuel continua preso, assim como Zuleido e Maria de Fátima Palmeira, a diretora comercial da empresa, que foi ouvida durante nove horas. Os advogados dela e de Zuleido já entraram com pedidos de habeas corpus no Supremo Tribunal Federal, mas ainda não obtiveram resposta.

Os recursos devem ser analisados pelo ministro Gilmar Mendes, vice-presidente do STF. Os dois outros acusados que se recusaram a depor ao STJ neste inquérito (Francisco de Paula Lima Junior e Alexandre Maia Lago, sobrinhos do governador do Maranhão, Jackson Lago) obtiveram habeas corpus.

Os suspeitos que ainda devem depor são: Rodolpho de Albuquerque Soares de Veras, filho de Zuleido; Abelardo Sampaio Lopes Filho, engenheiro e diretor da Gautama; Gil Jacó Carvalho Santos, diretor financeiro; Tereza Freire Lima, secretária; e o funcionário Henrique Garcia de Araújo.


 


 

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