O nome de Luiz Edson Fachin para ministro do Supremo Tribunal Federal foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado por 20 votos favoráveis ante sete contrários. Também foi aprovado o regime de urgência para análise do nome do indicado pelo Plenário. As informações são das agências Senado e Brasil.
Ao ser sabatinado, o jurista, indicado pela presidenta Dilma Rosseff, disse que é contra o aborto e “a favor da vida”. Ele ressalvou, no entanto, que esse é um assunto que cabe ao Poder Legislativo definir e que o Judiciário poderá apenas acatar eventuais modificações legislativas: “Estou dando a minha posição pessoal de cidadão, como cristão e humanista, de colocar a vida como um valor que se põe num patamar de supremacia”.
Fachin se declarou contra a possibilidade de casamento entre pessoas do mesmo sexo, apesar de defender os direitos civis de homossexuais. “Tenho para mim que determinadas categorias foram mesmo pensadas para casais heterossexuais”, disse.