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Política & Poder

Candidatos revelam como se alimentam durante a campanha

Arquivo Geral

21/07/2010 9h07

Bruna Torres
bruna.torres@jornaldebrasilia.com.br

 

Às vezes é inevitável: a buchada é oferecida com gosto pelo eleitor, que obriga o candidato a comê-la sem fazer cara feia. Aconteceu com o ex-presidente Fernando Henrique, homem acostumado à boa mesa. Mas campanha é assim mesmo e ai do postulante a cargo público que recusar um prato que lhe é estendido.

 

Mas há como se precaver e os candidatos hoje estão menos sujeitos a barraquinhas com comida duvidosa. Entram na roda-viva da campanha com uma dieta balanceada, suficiente para não morrer de fome entre um aperto de mão e outro. E, melhor ainda, livrarem-se de indigestões e outros efeitos mais desastrosos quando a comida faz mal.

 

Todos os candidatos foram procurados pelo Jornal de Brasília para relatar a dieta em tempos de campanha. Assim, quem não estiver no cardápio abaixo é porque não respondeu às nossas indagações.

 

Dilma Rousseff – Alimentação saudável, com carne ou peixe e salada. Dá espaço para lanches leves. A vitamina C faz parte do cardápio. Gosta de água de coco e de feijoada, polpetone e guisado de carne, mas só come quando pode. Durante a campanha nas ruas não teve problemas e tem sido recebida com biscoitos, café, sucos, doces, frutas. Aceita um pouquinho, sem exagerar.

 

Joaquim Roriz – Se alimenta normalmente, sem nenhuma alteração em função da campanha eleitoral. Não toma qualquer complemento alimentar, mas para aguentar o tranco da campanha pratica natação todos os dias de manhã. Faz três refeições básicas, e não deixa espaço para pratos pesados. Mas, de vez em quando, belisca algo nas feiras, como um pastel.


Agnelo Queiroz – Come três vezes por dia. É frugal nas refeições. Se tiver de lanchar, prefere sempre frutas ou barras de cereais. Toma muito cafezinho nas caminhadas. E água. Não usa qualquer medicamento. É maratonista e corre de manhã cedo, após às 6h30. Como bom baiano, gosta também da chamada “baixa gastronomia”. No corpo a corpo, almoça nas feiras populares e nos restaurantes comunitários, além de fazer lanches em lanchonetes e padarias. Dá espaço para pastel, caldo de cana, bolo, rapadura, cafezinho e pão de queijo.


Rodrigo Dantas –
Tem comido o de sempre. Para ele, o batidão da campanha eleitoral não é diferente do cotidiano. Apenas açaí e café para dar mais disposição. Faz quatro refeições diárias e procura fazê-las em casa. Quanto está na rua, a preferência é um bom açaí. Se tiver uma comida mais pesada, aceita. Para manter o físico, procura – quando dá – o futebol e pingue-pongue com o filho.

Toninho do PSOL – Procura uma alimentação saudável e balanceada, iniciando com um café da manhã (magro) com frutas, pão de sal, leite e café, após caminhada no Parque Olhos D’água. Às vezes, entre uma agenda para outra, come uma barra de cereais. Evita excessos na alimentação, porém, em algumas situações, come algo na rua não tão saudável. Mas alimentos gordurosos estão abolidos da dieta, apesar de gostar. Caso precise de algum medicamento, ressalta que a mulher está sempre por perto para orientar e prescrever.


Newton Lins – Acorda por volta das 6h e toma café da manhã nas cidades em que está marcado algum evento ou reunião de campanha. Almoça nos restaurantes comunitários e nas casas dos eleitores. Como também é um bom baiano, gosta de comida simples. Toma vitamina para evitar doenças. Não recusa uma boa feijoada e nas feiras, não recusa comidas típicas. 

Leia mais na edição desta quarta-feira (21) do Jornal de Brasília.

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