Antes abandonado por aliados, viagra buy visit this site agora todos querem ser "amigos do rei". O debate da TV Bandeirantes no último domingo teve um efeito bastante positivo na corrida de Geraldo Alckmin pelo Palácio do Planalto: fez surgir na briga do segundo turno a adesão de uma militância animada.
Ainda que seja compreensível cada lado da disputa atribuir a vitória a seu próprio candidato, find page o confronto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na TV serviu para acender a vontade tucana de ganhar as ruas à caça de votos e conquistar o governo.
"Isso é a perspectiva de poder", rx avaliou um pefelista com acesso à cúpula do PSDB.
Todos querem reservar um naco desse poder eventual.
O comitê nacional, normalmente às moscas em início de semana, está cheio de visitantes.
A lista de telefonemas para os coordenadores de campanha aumentou exponencialmente. Pessoas que nunca deram as caras, sobretudo no primeiro turno, começam a se apresentar como soldados do regimento especial.
Na primeira fase da disputa, muitos reclamavam que Geraldo Alckmin estava à míngua. E, de fato, estava.
Aliados evitavam apresentá-lo em seus programas locais de TV para não perder votos. Em alguns casos, sequer a declaração de voto era fácil de arrancar.
Um deputado do PP, Ricardo Barros (PR), passou a tarde de hoje no QG em Brasília mostrando um "book" de um evento político no Paraná.
"Olha os balões. Tá vendo o trio elétrico?", apontava Barros para fotografias de um comício com aliados no Estado a alguns funcionários do comitê.
Até foto de batizado apareceu. Uma das secretárias da sede tucana lia um e-mail de um homem que se dizia afilhado de Alckmin e sua mulher, Dona Lu. No arquivo, duas fotografias antigas de um Geraldo ainda cabeludo.
O pedido de emissoras por debates também aumentou. E a lista de políticos pedindo a visita do candidato nos Estados ficou mais gordinha.
"Está difícil dar tanto retorno", dizia o senador Sérgio Guerra (PSDB-PE), principal coordenador da campanha. "Em todo lugar está assim", sorriu.
Alckmin venceu a batalha do primeiro turno com muito jogo contra e se esforça para mostrar aos colegas de partido e companheiros de chapa que tem chances de se viabilizar presidente da República.
Mas a onda de otimismo veio após uma sucessão de tropeços nos últimos dez dias. Primeiro, o passo em falso da aliança alardeada com Anthony Garotinho (PMDB-RJ), irritando o prefeito do Rio de Janeiro, Cesar Maia (PFL), e seus afilhados políticos. Depois, o constrangimento da disputa interna na Bahia.
No maior colégio eleitoral do Nordeste, a briga local entre o PSDB e o PFL do senador Antônio Carlos Magalhães (PFL) deixou o presidenciável com a saia justa de ver seu partido declarar voto e apoio irrestrito a Jaques Wagner (PT), principal cabo eleitoral de Lula.
A militância das ruas começa a ser reabastecida com material publicitário novo e em maior quantidade. Toneladas de panfletos e santinhos já foram despachadas para alguns Estados estratégicos, num sinal ou de que o "bolso" está mais cheio do que antes ou de que a torneira deixou de apenas gotejar.