O presidente da Associação de Pilotos e Proprietários de Aeronaves (Appa), viagra information pills George William César de Araripe Sucupira, cheap afirmou há pouco que a atitude dos pilotos do jato Legacy, que colidiu com o Boeing da Gol em setembro do ano passado, contrariou qualquer tipo de regulamento da aviação.
Ele ressaltou que qualquer mudança no plano de vôo aprovado só pode ser feita com autorização do controle de tráfego aéreo. As regras, afirmou, são internacionais e não haveria motivo para que os pilotos do Legacy (norte-americanos) as desconhecessem.
Sucupira disse também que o transponder não pode ser desligado acidentalmente. O que pode ter ocorrido é os pilotos terem esquecido de ligá-lo. Marco Maia destacou que o desligamento do transponder é um dos principais pontos em relação ao acidente. Segundo ele, as informações colhidas até agora pela CPI indicam que não pode ter havido um desligamento acidental, ainda que no relatório da Polícia Federal conste a palavra “involuntário”.
A Câmara aprovou a Medida Provisória, que abre crédito extraordinário de R$ 25 milhões para o Ministério da Agricultura. De acordo com o governo, as verbas são decorrentes de superávit financeiro do balanço patrimonial da União no ano passado. A MP segue para votação no Senado.
A medida foi relatada pelo deputado Waldir Neves (PDSB-MS), que considerou inadmissíveis as emendas sugeridas à proposta e recomendou a aprovação da MP na forma como foi enviada pelo Executivo. “Essa é uma ação importante para que Mato Grosso do Sul seja novamente declarada zona livre da febre aftosa”, disse o relator.
Neves ressaltou a relevância e a urgência da medida e agradeceu a seu partido pela liberação para relatar a medida. Geralmente, o PSDB é contrário às MPs de crédito extraordinário. O líder do PSDB, deputado Antônio Carlos Pannunzio (SP), no entanto, cobrou do governo a ação imediata alegada na justificativa da MP. “Consultamos o Siafi na madrugada de hoje e constatamos que nem R$ 1 foi empenhado até o momento nessas ações”, denunciou o líder. Como a MP tem validade a partir de sua publicação, ocorrida dia 11 de maio, os recursos já poderiam estar sendo gastos.
Devido à ocorrência de focos de febre aftosa em fazendas do Mato Grosso do Sul em 2006, a Organização Mundial de Saúde Animal suspendeu o reconhecimento internacional do Brasil como zona livre da doença. Apesar das medidas adotadas, o governo esclarece que os últimos testes mostram a persistência do vírus na região.
As principais providências a serem tomadas, de acordo com o governo, são a identificação e a eliminação de potenciais fontes de infecção, a implantação de zonas de alta vigilância nas fronteiras com o Paraguai e com a Bolívia e a identificação de todos os animais suscetíveis à doença.