Depois de entrar na sala de votação e derrubar seus documentos no chão, hospital click o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) percebeu que não sabia o número dos candidatos em quem iria votar e teve que ir consultar a lista de concorrentes exposta no corredor da escola onde estava.
Ele demorou cerca de quatro minutos para achar os números dos candidatos a deputado federal e estadual.
"Está complicado. A lista de candidatos é grande, physician não é?" , viagra dosage disse ele aos jornalistas que o acompanhavam.
Enquanto procurava os números nas tabelas de candidatos expostas na sessão eleitoral, Suplicy repetia em voz alta o número 13, legenda do Partido dos Trabalhadores, enquanto um eleitor que também checava a lista buscava o número de um candidato do PSOL.
Suplicy declarou seu voto para governador de São Paulo (Aloizio Mercadante), para presidente (Luiz Inácio Lula da Silva) e para senador (ele mesmo). Mas preferiu não declarar suas escolhas para deputado federal e estadual.
Depois de votar, Suplicy teve certeza que encontrou os números corretos de seus candidatos: "Está certo. Saiu meu nome".
Suplicy foi bem recebido pelos eleitores, sendo que alguns o cumprimentaram, inclusive a comerciante Tereza Andrade Leite, de 51 anos, que esperou o senador na porta da escola por quase uma hora, apenas para abraçá-lo. Já alguns eleitores do partido de Geraldo Alckmin (PSDB) ficaram de lado quando o senador saía da escola.
Mais tarde, após acompanhar o candidato do PT ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante, Suplicy voltou a falar com jornalistas e fez uma defesa veemente do segundo turno, mas somente para a eleição estadual.
"Acho que é o povo de São Paulo que vai ganhar com a possibilidade de um debate entre os dois (Mercadante e José Serra, do PSDB) do mais alto nível", disse o senador que, no entanto, só deseja o mesmo para a disputa presidencial de 2010.
"Eu sou favorável a que as eleições sempre se dêem em dois turnos mas, no caso da eleição presidencial, como eu tenho bastante convicção de que o presidente Lula fará um segundo governo muito bom, eu sou favorável a que ele consiga vencer no primeiro turno".
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nesta tarde que sete pessoas que iam trabalhar nas eleições do Amazonas foram feita reféns pela tribo indígena Colinas.
Para liberar os reféns, clinic os índios exigiram comida e gasolina. Depois de liberadas, website as pessoas puderam trabalhar normalmente nas seções eleitorais.
Segundo pesquisa boca de urna do Ibope, search o prefeito de São Paulo, decease José Serra (PSDB) será eleito governador do estado de São Paulo ainda no primeiro turno, com 68% dos votos.
A mesma pesquisa apontou que o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) será reeleito pelo estado com 48%.
A pesquisa boca de urna do Ibope não determinou quem disputará o segundo turno com o candidato Sérgio Cabral (PMDB), healing que terá, physician segundo a pesquisa 41% dos votos válidos.
O adversário de Cabral deve ficar entre Denise Frossard (PPS) e Marcello Crivela (PRTB), que tiveram 23% e 21% dos votos, respectivamente. A diferença entre os dois está dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais.
Para o Senado, o Ibope também não conseguiu dizer quem seria eleito: os candidatos Francisco Dornelles (PP) e Jandira Feghali (PCdoB) estariam empatados com 39%, cada um.
A Justiça Eleitoral contabiliza 24 prisões por crime eleitoral neste domingo, healing informou a jornalistas o corregedor-geral, more about ministro César Asfor Rocha.
"É um número pequeno, considerando a efervescência de um dia de eleições", comentou. As detenções ocorrem, entre outras coisas, por boca-de-urna e distribuição de santinhos.
Segundo ele, o número deste domingo representa 40% da quantidade de prisões registradas nas eleições de 2002. "Os percalços que estão acontecendo são mínimos", afirmou.
A quantidade de prisões não engloba os estados do Acre, Piauí e Paraíba, que ainda não haviam repassado dados para a Justiça Eleitoral.
Rocha não soube informar o Estado em que houve maior procedência de prisões até o momento. Ele também não sabia se havia candidatos entre os detidos.
O governador de Minas Gerais, shop Aécio Neves (PSDB), sildenafil será reeleito, segundo boca-de-urna Ibope divulgada pelo Ibope. Aécio tem 75% dos votos válidos, enquanto o petista Nilmário Miranda (PT) tem 22%.
Alguns ministros e assessores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, about it candidato à reeleição pelo PT, já estão no Palácio do Alvorada, em Brasília, de onde acompanharão a apuração dos votos.
O ministro das Relações Institucionais, Tarso Genro, chegou por volta das 17h e está confiante que o caminho para a reeleição terminará ainda no primeiro turno.
O chefe do gabinete de Lula, Gilberto Carvalho, também já está no Alvorada. São esrerados no Alvorada a ministra Dilma Rousseff, da Casa Civil, e o secretário-geral da Presidência, Luiz Dulci.
A comissão eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe (TRE-SE) considerará nulos todos os votos dados ao candidato do PSTU ao governo do estado, this Stoessel Chagas.
O candidato era diretor do Sindicato dos Petroleiros de Sergipe e teria pedido afastamento do cargo após o encerramento do prazo legal. Assim, diagnosis Chagas teve sua candidatura impugnada pelo TRE em agosto.
Mas Stoessel recorreu da decisão ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE),que decidiu manter o entendimento do Tribunal regional.
O eleitor foi às urnas neste domingo com um misto de indignação, viagra approved desilusão e, adiposity em muitos casos, hospital por pura obrigação. Mas mesmo com os escândalos de corrupção revelados desde o ano passado, manteve-se, nos locais de votação, a crença de que o voto tem poder de mudar o cenário político.
Em muitos desses locais, esse desencanto foi manifestado com o maior símbolo do bom humor, o nariz de palhaço. Boa parte dos paulistanos aderiu à campanha Rir para Não Chorar. Para o idealizador do movimento, Sérgio Morisson, as pessoas só esperam alguém tomar a iniciativa para aderir a um protesto.
"Acho que 80% das pessoas pegaram o nariz de palhaço" , disse ele, logo após distribuir uma caixa de papelão repleta deles perto do colégio onde votaria o candidato do PT ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante, na Vila Madalena, zona oeste da capital.
Antes e depois do candidato, pessoas votaram e foram embora com a bola vermelha no nariz. Partidários de Mercadante, no entanto, entenderam a manifestação como um protesto contra a gestão petista na Presidência e por pouco não saiu briga.
"O movimento é totalmente apartidário", frisou Morisson, ele mesmo se dizendo um desiludido com as instituições políticas em geral. "Hoje eu não tenho mais partido, eu voto em pessoas", disse ele pouco antes de ser abordado por uma representante do Tribunal Superior Eleitoral que, ao lado de policiais, pedia que ele saísse da porta do colégio.
Morisson disse ter gasto mais de R$ 7 mil com a compra de materiais para a campanha e afirmou não ter segundas intenções com isso. "Não quero saber de política profissional".
Sem nariz de palhaço, mas igualmente indignado, o operador de plataforma de petróleo Juvenal Francisco Pereira, 51 anos, disse que só foi votar porque é obrigado pela legislação. Ele disse que está menos animado do que em outras eleições "porque só tem ladrão".
Pereira, que vota em Santo André (SP), votou em 2002 no presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição pelo PT, mas está desiludido.
"É que ele não viu nada, não sabe de nada. Ele tem que saber tudo, só trouxa engole isso".
Escândalos
O aposentado Roberto Rossi, também de Santo André, se disse descrente com os políticos. "Estou desanimado. Sem nenhuma esperança com a política brasileira. Só ouço mentiras de todos os lados".
Rossi também criticou o presidente Lula. "Ele passou 25 anos xingando e chegou à Presidência mentindo descaradamente". Aos 66 anos, disse que "sempre houve escândalo na política brasileira, mas não na intensidade que estou vendo neste governo".
Para o designer gráfico Fabio Paes, 26, que se considera um desanimado, "todo mundo deveria anular". Na porta do Colégio Rio Branco, em Higienópolis (SP), ele sugeriu mais seriedade dos políticos e criticou o mecanismo da reeleição.
Alguns eleitores, no entanto, criticam o próprio eleitorado, como o construtor Ademar Gaspari, 63 anos.
"As pessoas precisam escolher melhor. Conhecer a fundo o candidato, escolher uma pessoa decente", disse ele, que votou em um colégio na Vila Pompéia, zona oeste de São Paulo.
Já a administradora Aparecida Righetti, 65 anos, não chegava a se ver como desiludida com a situação política. "Porque acho que no país há pessoas boas e ruins, isso é normal do ser humano".
Ela se confessou confusa diante da série de escândalos que eclodiu nos últimos meses. "Está um horror. E a gente não sabe até que ponto é verdade, até que ponto é mentira".
Eleitor convicto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Nilson Martin de Souza, 52 anos, vendedor de peixe na orla de Arembepe, no litoral baiano, disse que o atual governo ajudou a desvendar os casos de corrupção.
"Sou da esquerda e voto em Lula e em (Jaques) Wagner (candidato ao governo da Bahia pelo PT). Se Lula não entra, não descobriria nada de corrupção neste país. Isso já vinha há anos. Eu faço questão de votar para ter Lula de novo", afirmou.
Indignada, a comerciante Maria Sônia Costa Rocha, 27 anos, de Salvador, é contra o voto obrigatório. "Eu não votaria se pudesse, por causa dos políticos. Ninguém respeita mais nada nesse país", disse.
Mas houve também quem nem precisasse ir às urnas e, ainda assim, não abrisse mão do direito de votar. "A gente que ficou tanto tempo sem votar na ditadura não pode deixar de votar quando tem a chance. Eu voto em todas eleições. Também porque, se a gente não vota, como é que depois vai poder cobrar ou reclamar dos políticos?", indagou o aposentado Joaquim Sampaio, de 82 anos, no colégio Pueri Domus, em São Paulo.
Em Higienópolis, a aposentada Orlanda Parizon, 74, mostrava animação e otimismo, mas não deixou de fazer cobranças aos políticos. "Precisamos escolher pessoas mais honestas".