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Política & Poder

Brasil e Argentina assinarão acordo para fabricação de armamento

Arquivo Geral

18/02/2008 0h00

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinará esta semana em Buenos Aires um acordo de cooperação para a fabricação conjunta de diversos tipos de armas, more about segundo a edição de hoje do jornal “Clarín”.

Segundo o jornal, website o convênio bilateral sobre “produção para a defesa” será assinado por Lula – que chegará ao país na quinta-feira – e pela presidente da Argentina, Cristina Fernández.

Fontes da Presidência, da Chancelaria e do Ministério da Defesa argentinos consultadas pela Agência Efe não confirmaram nem desmentiram a versão, sobre a qual porta-vozes da diplomacia brasileira neste país também evitaram se pronunciar.

O jornal indicou que o armamento fabricado conjuntamente será destinado tanto à defesa regional como à exportação a outras nações.

O “Clarín” acrescenta que os dois presidentes assinarão outros tratados após uma reunião que farão na sexta-feira na sede do Governo argentino.

Na sexta-feira Lula também participará de um almoço na sede da Chancelaria argentina com Cristina e depois visitará o Parlamento e a Corte Suprema de Justiça, informaram à Agência Efe fontes oficiais argentinas.

No dia seguinte os dois dirigentes se reunirão em Buenos Aires com o presidente da Bolívia, Evo Morales, para analisar a distribuição de gás boliviano a Brasil e Argentina.

A visita de Lula tinha sido estipulada em dezembro pelos chanceleres da Argentina, Jorge Taiana, e do Brasil, Celso Amorim, em reunião paralela à cúpula do Mercosul realizada em Montevidéu.

O encontro entre Cristina e Lula coincide com a decisão dos presidentes de realizar duas reuniões bilaterais ao ano, uma em cada país, para discutir assuntos da agenda comum.

Cristina Fernández visitou o Brasil no final de novembro, e Lula viajou para Buenos Aires para assistir à posse da presidente em 10 de dezembro.

Lula e Cristina decidiram criar quatro grupos de trabalho que abordarão assuntos de interesse comum nas áreas de economia; segurança e produção para a defesa; energia, transporte e infra-estrutura; e saúde, educação e desenvolvimento social.

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