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Política & Poder

Ato contra Dilma começa com atraso e segurança reforçada em Presidente Prudente

Arquivo Geral

13/03/2016 12h00

O ato pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff teve início com 20 minutos de atraso em Presidente Prudente, São Paulo, e esquema de segurança reforçado pela Polícia Militar, que convocou mais de 100 homens. Os primeiros oradores fizeram discursos inflamados contra Dilma e Lula.

“Reforçamos a segurança, que é maior em comparação com os outros eventos”, afirmou o major Alexandre Fontolan. Ele ainda não tinha uma estimativa do número de pessoas no Parque do Povo, que estava lotado. A estimativa dos organizadores era a de que cerca de 25 mil pessoas participassem do protesto.

Na área da manifestação, havia cartazes em postes em apoio à presidente. Eles afirmavam que ela foi eleita democraticamente e que não havia nada provado contra a presidente.

Integrantes da Polícia Federal montaram uma barraca para coletar assinaturas para a campanha de uma emenda constitucional que dá mais autonomia aos federais. Duas filas foram formadas no local. “Esperamos coletar de 5 a 8 mil assinaturas”, afirmou o delegado Fabiano Martins, de 46 anos, acrescentando que a PF “quer ter a mesma autonomia financeira que tem a Justiça e o Ministério Público”.

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    Arquivo Geral

    13/03/2016 11h39

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    “Reforçamos a segurança, que é maior em comparação com os outros eventos”, afirmou o major Alexandre Fontolan. Ele ainda não tinha uma estimativa do número de pessoas no Parque do Povo, que estava lotado. A estimativa dos organizadores era a de que cerca de 25 mil pessoas participassem do protesto.

    Na área da manifestação, havia cartazes em postes em apoio à presidente. Eles afirmavam que ela foi eleita democraticamente e que não havia nada provado contra a presidente.

    Integrantes da Polícia Federal montaram uma barraca para coletar assinaturas para a campanha de uma emenda constitucional que dá mais autonomia aos federais. Duas filas foram formadas no local. “Esperamos coletar de 5 a 8 mil assinaturas”, afirmou o delegado Fabiano Martins, de 46 anos, acrescentando que a PF “quer ter a mesma autonomia financeira que tem a Justiça e o Ministério Público”.

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