A aprovação e a confiança no Governo de Luiz Inácio Lula da Silva caíram entre junho e setembro, sildenafil segundo revelou hoje uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope).
A enquete, a pedido da Confederação Nacional da Indústria (CNI), indicou que a aprovação no líder passou de 50% em junho para o atual 48%, mesma percentagem de uma pesquisa similar elaborada pelo Instituto Datafolha em agosto.
A diferença, no entanto, se mantém dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, enquanto o nível de confiança caiu, no mesmo período, de 66% para 63%, mas o número continua sendo alto de acordo com os analistas.
Entre os que consideram o Governo “péssimo” ou “ruim”, a percentagem subiu de 16% para 18%, enquanto 32% dos 2.002 indagados o qualifica de regular.
Cerca de 37% dos participantes da amostra disse desconfiar de Lula, frente a 35% em junho.
Na comparação entre o primeiro mandato (2003-2007) e o segundo, 36% consideraram melhor o atual período, perante 40% que o considerava em junho.
A pesquisa foi realizada em 142 municípios entre os dias 13 e 18 de setembro e na mesma foram abordados outros tópicos da atualidade brasileira.
Para 17% dos entrevistados, os meios de comunicação são “pró Lula”, número que caiu em dois pontos percentuais.
Já 24% opinou que as notícias sobre o Governo foram neutras, diante de 29% que as considerava em junho, enquanto que 39% apontou que o conteúdo noticioso é desfavorável, mesmo percentagem da pesquisa anterior.
O escândalo de corrupção que o presidente do Senado, Renan Calheiros, enfrenta foi considerado a notícia mais importante do país por 34% dos consultados, deixando para trás a crise aérea, prioritária para 9%.
Cerca de 52% dos consultados, no entanto, apontou que o desemprego e a inflação aumentarão nos próximos seis meses, diferente de 40% que considerava esse aumento em junho.
O combate à fome e à pobreza, de acordo com os indagados, caiu de 58% para 54% e também para 54% a discussão em torno da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira, que deve desaparecer em dezembro.