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Política & Poder

Ana Cristina Viana assume presidência do INSS para reduzir filas

Servidora de carreira substitui Gilberto Waller com foco em acelerar análises de benefícios e simplificar processos internos.

Redação Jornal de Brasília

13/04/2026 13h11

ana cristina viana

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O Ministério da Previdência Social anunciou, nesta segunda-feira (13), a nomeação de Ana Cristina Viana Silveira como nova presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), substituindo Gilberto Waller, que ocupou o cargo nos últimos 11 meses.

Servidora de carreira, Ana Cristina assume a presidência com a missão estratégica de acelerar a análise de benefícios e simplificar os processos internos do Instituto. Graduada em direito, ela ingressou no INSS em 2003 como Analista do Seguro Social e, atualmente, atuava como secretária executiva adjunta do Ministério da Previdência Social. Sua trajetória inclui a presidência do Conselho de Recursos da Previdência Social (CRPS), de abril de 2023 até fevereiro de 2026, período em que o setor dobrou a capacidade de análise de recursos.

A escolha de uma servidora com visão sistêmica, que compreende o fluxo previdenciário desde o atendimento nas agências até a fase recursal, marca um novo momento para o Instituto, focado na redução do tempo de espera e na melhoria da qualidade do atendimento aos segurados.

Em nota, o ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, agradeceu a contribuição de Waller durante sua gestão e deu as boas-vindas a Ana Cristina, destacando o perfil ideal dela para cumprir a determinação do presidente Lula de solucionar as filas e não deixar nenhum brasileiro para trás. A nomeação também reforça o comando do Instituto nas mãos de seus próprios servidores e representa a escolha de uma mulher para a alta cúpula do órgão, que agora conta com quatro diretoras.

Waller, procurador federal, havia assumido o INSS no lugar de Alessandro Stefanutto, demitido após a Operação Sem Desconto da Polícia Federal revelar um esquema de fraudes no órgão entre 2019 e 2024, que envolveu descontos indevidos de contribuições de aposentados e pensionistas a entidades e organizações sociais.

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