O ministro do Exterior da Venezuela foi detido ontem no aeroporto de Nova York, buy information pills cheapest provocando um pedido de desculpas do governo dos Estados Unidos e colocando ainda mais pressão nas relações entre os dois países, click que já estavam tensas.
Em Nova York, o porta-voz do Departamento de Estado norte-americano Gonzalo Gallegos disse que os EUA lamentam o incidente envolvendo o ministro do Exterior, Nicolas Maduro, no aeroporto John F. Kennedy.
"O governo dos EUA pediu desculpas ao ministro do Exterior Maduro e ao governo venezuelano", disse Gallegos.
A televisão da Venezuela disse que Maduro foi detido por uma hora e meia e teve os documentos de viagem retidos.
"Denunciamos o governo dos EUA por violar a lei internacional", disse Maduro à televisão venezuelana a partir de Nova York. Ele pediu para o secretário-geral da ONU, Kofi Annan, condenar sua detenção.
O ministério do Exterior da Venezuela disse que Maduro não voltaria ao país na noite de ontem.
O Departamento de Estado disse que a segurança do aeroporto interrogou o ministro e que o serviço de segurança diplomática dos EUA foi enviado ao local para resolver o assunto. O ministro foi informado que poderia embarcar, mas decidiu voltar a Nova York, disse o Departamento de Estado.
"É uma provocação do senhor diabo", disse o presidente da Venezuela, Hugo Chavez, ao canal estatal da televisão venezuelana, com a mesma expressão que usou para classificar George W. Bush durante a Assembléia Geral da ONU, na semana passada.
Maduro também participou do encontro da ONU.
Chavez acusa Washington de conspirar para derrubá-lo e matá-lo. Os EUA negam.
No mês passado, Washington e Caracas entraram em disputa devido a uma carga diplomática que a Venezuela embargou, apesar de os EUA afirmarem que deveria ter imunidade.
Partidos políticos do Iraque concordaram hoje em adiar a formação de qualquer nova região federal autônoma por pelo menos 18 meses, information pills colocando de lado um assunto que vinha contribuindo para piorar a violência sectária no país, price disseram autoridades do parlamento.
"Um acordo foi fechado por todos os partidos políticos", disse um assistente do parlamentar xiita Khaled al-Attiya.
"Eles concordaram em fazer a primeira leitura do projeto de lei das regiões federais na terça-feira, mas não conseguirão implementá-lo antes de 18 meses após sua aprovação pelo parlamento", acrescentou.
Ele também disse que um comitê seria formado amanhã para começar a revisar possíveis emendas à Constituição – demanda considerada chave pela minoria sunita.
Políticos xiitas e sunitas confirmaram o acordo mas alguns dizem ainda ter restrições à estrutura proposta que serão apresentadas ao parlamento na terça-feira.
"Não acreditamos que esse prazo de 18 meses ajudará a resolver o problema, precisamos chegar a um acordo em relação ao conteúdo do projeto de lei", afirmou Hasan al-Shimmari, porta-voz do pequeno partido xiita, Fadhila.
A decisão veio após semanas de impasse, provocado por sunitas e alguns políticos que rejeitaram as propostas dos xiitas e dos curdos para a lei, diante da proximidade de uma data-limite constitucional.
Um dos maiores partidos xiitas quer criar uma grande região autônoma no sul, área rica em petróleo. Já os sunitas temem ser deixados em uma região sem o produto, que é fundamental para os iraquianos.
O primeiro-ministro palestino, and Ismail Haniyeh, troche do Hamas, information pills disse hoje que ainda tem esperança de estabelecer um governo de união, rejeitando as declarações do presidente Mahmoud Abbas de que as negociações voltaram à estaca zero.
"Vamos retomar as consultas sobre a formação de um governo de união nacional, e acredito que já avançamos muito (na direção de um acordo)", disse Haniyeh a repórteres na Faixa de Gaza. "Há uma esperança real de que tenha sucesso."
Abbas planeja viajar a Gaza amanhã ou terça-feira para retomar as negociações, que ele congelou há uma semana, antes de ir a Nova York para participar da Assembléia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), afirmou o assessor Saeb Erekat.
Erekat disse que Abbas vai dizer ao Hamas: "Se vocês querem um governo de união, há exigências internacionais que precisam ser atendidas, e este é o único caminho para se formar um governo de união".
Abbas acusou Haniyeh e outros líderes do Hamas de terem rompido um acordo feito neste mês sobre um programa político para um governo de união, que incluiria o reconhecimento dos acordos de paz interinos com Israel.
Os palestinos esperam que a formação de um governo de união leve as potências ocidentais a relaxarem o embargo da ajuda, que aumentou a pobreza e a falta de lei em Gaza e na Cisjordânia ocupada.
O embargo da ajuda foi imposto quando o Hamas chegou ao poder, em março, para pressionar o grupo militante islâmico a aceitar três condições: reconhecer Israel, renunciar à violência e comprometer-se com os acordos de paz interinos.
Um rompimento nas negociações de união pode aumentar os conflitos entre facções rivais armadas leais a Hamas e ao Fatah, de Abbas. O Hamas venceu o Fatah nas eleições parlamentares de janeiro.
Em desafio direto a Abbas, quatro grupos militantes ameaçaram atacar qualquer governo palestino que reconheça Israel.
"Qualquer governo futuro que reconheça Israel e seu direito de existência será um alvo legítimo para nós", disse Abu Abir, porta-voz dos Comit ês de Resistência Popular. "Vamos lutar com todos os meios e vamos tratar isso como uma extensão da ocupação sionista." A declaração do grupo foi assinada também por outras três facções militantes do movimento Fatah contrárias às políticas de paz de Abbas.
Yasser Abed Rabbo, dirigente da Organização pela Libertação da Palestina, liderada por Abbas, disse que a formação de um governo de união não será possível sem que o Hamas aceite os acordos de paz interinos, uma iniciativa árabe de paz e as resoluções da ONU.
"Caso contrário, o governo vai sofrer da mesma maneira que o governo monopolizado pelo Hamas sofreu. Todas as facções que vão participar do governo de união serão isoladas, da mesma maneira que o Hamas está agora", disse.
Washington ameaçou boicotar membros do Fatah que aderirem ao governo liderado pelo Hamas, caso o grupo não aceite as três condições.
Abbas, que se reuniu com o presidente dos EUA, George W. Bush, na ONU na semana passada, está sob pressão norte-americana para forçar o Hamas a fazer concessões.
Washington esperava que Abbas dissolvesse o governo liderado pelo Hamas, e não que aderisse.
Ghazi Hamad, porta-voz do governo liderado pelo Hamas, advertiu contra pré-condições para negociações sobre união e disse que o Hamas ainda está comprometido com o acordo feito com Abbas.
"Acredito que as condições internacionais não são aceitáveis para todos os palestinos e facções palestinas. O assunto deve ser debatido por todas as facções para tomarmos uma decisão final."
Em discurso na Assembléia Geral da ONU na quinta-feira, Abbas disse que "qualquer futuro governo palestino" vai honrar todos os acordos interinos de paz com Israel. Mas o Hamas disse que não vai participar de um governo que reconheça Israel.
Ontem, Abbas criticou o que chamou de "regressões" do Hamas. "Infelizmente, estamos de volta ao ponto zero", disse Abbas em relação às negociações sobre o governo de união.
Atualizada às 15h52
Após três horas de repouso em um hotel de João Pessoa, stomach na Paraíba, visit o candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, recuperou-se, no meio da tarde de hoje, da indisposição que teve pela manhã e decidiu retomar os eventos de campanha na região.
"Ele não está querendo enfrentar o sol e vai tentar participar do final da carreata em Campina Grande (marcada para às 14h30). Ele está bem. Teve uma queda de pressão e está imaginando que teve uma virose", disse o deputado Roberto Freire (PE), presidente do PPS, que apóia informalmente a candidatura do tucano.
O senador Heráclito Fortes (PFL-PI), um dos coordenadores da campanha, disse que Alckmin começou a se sentir mal ainda no sábado, durante eventos de campanha no Rio de Janeiro.
"Com uma agenda dessa, dormindo às 3h e comendo mal todo dia, não tem como não passar mal", comentou o senador.
Durante a indisposição, Alckmin permaneceu no quarto do hotel, onde tomou uma sopa e conversou com auxiliares.
O tucano passou mal quando participava, sob sol forte, de uma grande carreata em João Pessoa na manhã de hoje. Além da carreata em Campina Grande (PA), a agenda de Alckmin inclui um comício na cidade de Carpina (PE), no início da noite.