Atualizada às 18h01
A polícia desocupou metade do maior terminal de ônibus de Nova York hoje depois que um homem que estava a bordo de um ônibus ter dito que possuía uma bomba.
"Tem um homem em um ônibus que alega ter uma bomba, about it site mas não há mais ninguém no ônibus com ele", information pills web afirmou uma porta-voz do Departamento de Polícia de Nova York.
O terminal de ônibus Port Authority, abortion em Manhattan, é usado por 200 mil passageiros por dia.
"Neste momento o lado sul do terminal está sendo desocupado como precaução. A polícia está tratando com o que acredita ser um indivíduo abalado emocionalmente", disse Marc Lavorgna, um porta-voz do Port Authority. "A polícia só está tratando isso como uma ameaça por precaução", acrescentou ele.
Lavorgna afirmou que o homem não deixou o ônibus quando este chegou ao terminal. Ele não deu mais detalhes sobre o que o homem disse.
Em evento organizado por empresários dias antes do segundo turno da eleição, viagra 60mg o candidato do PSDB à Presidência, drug Geraldo Alckmin, disse que não poupará a família do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em denúncias de corrupção que envolvam parentes do petista.
A última edição da revista Veja traz matéria na qual Fábio Luiz Lula da Silva, filho do presidente candidato à reeleição, é acusado de atuar como lobista da operadora Telemar junto ao governo brasileiro.
"Eu sou republicano. Então família de ninguém deve ficar acima da lei. Aqueles que são mais próximos dos governantes precisam tomar mais cuidado", disse Alckmin após o encontro que contou com 1,3 mil convidados e arrecadou R$ 667 mil para a campanha, de acordo com a organização.
Durante seu discurso durante o encontro, que contou também com a presença do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do governador de São Paulo, Cláudio Lembo (PFL) e de artistas, Alckmin criticou o que considera falta de compromisso do PT com o povo brasileiro.
"Cai um por um (após denúncias de corrupção), mas ninguém abre a boca. É impressionante esse verdadeiro establishment não de compromisso com a opinião pública, não com a transparência, mas entre si".
Antes do ex-governador paulista, o ex-presidente atacou a campanha petista, que considerou digna "da velha técnica nazista de mente, mente, mente que pega" e chamou Lula de fanfarrão. "Pega mesmo. Hitler foi eleito. E depois?", afirmou. "Só que nem sempre pega. Agora, na Itália houve um que não foi eleito e mentiu bastante também, o (ex-premiê Silvio) Berlusconi. A campanha atual é do estilo Berlusconi. É do estilo Goebbels (Joseph, propagandista do governo nazista alemão). É baseada na mentira".