O candidato à presidência da República, visit this site Geraldo Alckmin (PSDB/PFL), viagra buy endossou hoje (19) a política de corte de gastos públicos defendida por um de seus asessores, pills o ex-secretário paulista da Fazenda Yoshiaki Nakano. “O governo não pode gastar mais do que arrecada e isso é óbvio”, afirmou o candidato.
O programa de governo do tucano afirma que é possível cortar gastos públicos até zerar o déficit das contas públicas. No ano passado, segundo o Tesouro Nacional, o governo federal teve um rombo de R$ 68 bilhões, o que corresponde a cerca de 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB). O saldo negativo tem de ser coberto pelo governo com a rolagem da dívida pública.
“Nakano tem toda a razão e, pra nós, essa questão fiscal é uma questão central”, defendeu ele. Em entrevista à imprensa, na semana passada, o economista havia defendido o ajuste fiscal. Em seu programa de governo, Alckmin também promete aumentar o ajuste fiscal como forma de atingir o equilíbrio das contas públicas.
Alckmin considera que "o ideal é zerar o déficit o mais rápido possível". "Se vai fazer em 4 ou 5 anos, é uma questão a ser verificada”. Em seu programa, define como meta zerar o déficit no último ano do próximo mandato.
Apesar de defender a redução de gastos, o candidato afirmou que esse corte não implica em diminuição ou descontinuidade dos programas de assistência social da atual gestão. "Governar é escolher e você não precisa cortar na área social porque quando há uma melhoria de gestão dá para sobrar dinheiro para o social".
Alckmin conversou com jornalistas, após participar de uma entrevista ao jornal a Folha de São Paulo, no centro de São Paulo.