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Política & Poder

Alckmin: A pesquisa que vale é a de domingo

Arquivo Geral

22/10/2006 0h00

Um acidente entre um carro e um ônibus matou cinco pessoas e deixou mais de 20 feridas, here drug por volta das 5h deste domingo, tadalafil see na GO-139, entre Piracanjuba e Caldas Novas.

O ônibus de turismo proveniente de São Caetano do Sul (SP) ia no sentido Caldas Novas/Piracanjuba quando bateu de frente no Honda Civic que ia no sentido contrário. Cinco passageiros do ônibus morreram. Todas elas eram idosas. Os feridos foram levados para o Pronto-Socorro de Caldas Novas.

Nem o motorista nem a passageira do Honda Civic ficaram feridos com gravidade.

O presidente do Irã, viagra 100mg Mahmud Ahmadinejad garantiu neste domingo que o país não desistirá de seu projeto nuclear, mesmo com o risco de o Conselho de Segurança da ONU fazer algum tipo de sanção à nação.

"Se Deus quiser, logo conheceremos mais triunfos da nação iraniana. Ambos os grupos sabem o que o outro está fazendo e nós sabemos que cartas têm nas mãos os países estrangeiros. Sabem que nós favorecemos o diálogo e não a agressão. Mas nos manteremos firmes em nossos direitos até o fim", afirmou Ahmadinejad à agência de notícias Mehr.

A Alemanha, a França e a Grã-Bretanha estão elaborando uma resolução para ser apresentada ao Conselho de Segurança com projetos de sanções para ser impostas ao Irã caso o país não abandone o enriquecimento de urânio.

Destacados democratas no Senado dos EUA insistiram neste domingo para que a Casa Branca não deixe para depois das eleições legislativas, viagra sale marcadas para daqui a duas semanas, recipe a apresentação ao governo do Iraque de um cronograma para que Bagdá assuma um papel maior na segurança daquele país.

O senador democrata Carl Levin, ampoule integrante da Comissão dos Serviços Armados, disse que o projeto de estratégia para o Iraque que, segundo informações, está sendo esboçado para o presidente George W. Bush, especificando formas de reduzir a violência sectária, também deve incluir uma programação para a retirada das forças norte-americanas do país.

"Não devemos esperar até o fim do ano para apresentar marcos. Devemos fazer isso agora. Devíamos ter feito isso há muito tempo", disse Levin, senador pelo estado do Michigan, no programa Fox News Sunday.

O descontentamento dos eleitores com a guerra do Iraque é um dos principais motivos pelos quais os republicanos, mesmo partido de Bush, estariam correndo um risco cada vez maior de perder o controle da Câmara de Representantes (deputados) e do Senado, nas eleições de 7 de novembro.

A expectativa de retirada dos soldados dos EUA deve ser a chave de qualquer plano, acrescentou Levin. "Porque sem essa pressão de os nossos soldados estarem deixando o Iraque dentro de alguns meses, os iraquianos não vão fazer o que apenas eles podem fazer, que é achar uma solução para essas diferenças políticas", afirmou.

Na campanha eleitoral, os democratas e muitos republicanos pediram que Bush revise sua estratégia para o Iraque devido à violência por parte de insurgentes e seitas rivais, que se intensifica e ameaça a degenerar em uma guerra civil.

O jornal New York Times disse que o general George Casey e o embaixador Zalmay Khalilzad, os mais altos militares dos EUA e representantes civis do Iraque, juntamente com o Pentágono, preparam um plano para a Casa Branca. O jornal disse na edição deste domingo que o plano vai incluir um cronograma com marcos determinados para o governo iraquiano, inclusive para o desarmamento das milícias e a expansão do seu papel na segurança.

O jornal disse qu e o plano será apresentado ao primeiro-ministro iraquiano, Nuri Kamal al-Maliki, antes de 2007 e será executado mais ou menos nos doze meses seguinte. Os detalhes ainda estão sendo trabalhados.

O senador John Kerry disse que Bush não deve esperar até depois da eleição para divulgar o plano.

"Acho imoral pôr as vidas de jovens americanos em perigo, à espera de um evento no dia da eleição ou uma estratégia eleitoral", disse Kerry, democrata pelo estado de Massachusetts, no programa This Week, da rede de TV ABC. "Se o senhor tem uma estratégia melhor, senhor presidente, nós merecemos conhecê-la agora".

O senador Arlen Specter, republicano da Pensilvânia, disse no Late Edition, da CNN: "Não creio que uma mudança de tática deva esperar até depois da eleição. Há vítimas demais lá. Se temos um curso melhor a seguir, devemos adotá-lo logo e não depois".

Uma porta-voz da Casa Branca, porém, desmentiu a versão do New York Times.

"A história não é precisa, mas estamos constantemente desenvolvendo novas táticas para alcançar a nossa meta", disse à Reuters a porta-voz da Casa Branca Nicole Guillemard.

E o presidente da Comissão de Serviços Armados, o senador republicano John Warner, que recentemente começou a criticar a forma como a guerra é conduzida, disse em entrevista à Fox que estabelecer um cronograma para a retirada seria uma tática errada.

"Não devemos indicar uma data fixa porque a situação é muito dinâmica. Piorou", disse Warner. "Ela se despedaçou".

Indagado na semana passada sobre se uma mudança na estratégia para o Iraque aconteceria agora e não depois das eleições, Bush reiterou que é flexível a ajustes em suas políticas.

Mas, falando à ABC, ele não deu nenhum indício de que estaria aberto a uma grande revisão de táticas, como exigem seus críticos, e fontes da Casa Branca a consideram pouco provável no curto prazo.

"Sou paciente. Não sou paciente para sempre. E não sou paciente com ociosidade", disse Bush no seu programa This Week, que foi ao ar na quarta-feira e novamente neste domingo.

Geraldo Alckmin, viagra 40mg candidato do PSDB à presidência da República, this web visitou neste domingo uma feira popular no centro de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e garantiu ser possível reverter a vantagem apontada pelas pesquisas para o candidato-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a uma semana do segundo turno da eleição.

"A pesquisa que vale é de domingo, dia 29", disse Alckmin a jornalistas durante passeio pela feira, onde foi acompanhado do ex-prefeito de Caxias e deputado estadual mais votado do Rio, José Camilo Zito (PSDB), e sua filha, Andréia Zito, eleita deputada federal.

"A diferença é pequena, dá para tirar a diferença tranqüilamente. No primeiro turno eu nunca passava de 30%, e quando abriu a urna eu tive 41,5%", acrescentou Alckmin, que, segundo as últimas pesquisas estaria, 20 pontos percentuais atrás de Lula na intenção de voto dos eleitores.

Durante o passeio, no qual passou por dezenas de barracas vendendo CDs e DVDs falsificados, o tucano desviou de um mendigo que estava no chão, mas, ao ser avisado por assessores, retornou e apertou a mão do pedinte.

Mais à frente, a comitiva do tucano se deparou com alguns militantes petistas empunhando bandeiras vermelhas e do candidato ao governo do Rio, Sérgio Cabral (PMDB). Alckmin apóia a candidata do PPS, Denise Frossard, no segundo turno estadual.

Por alguns minutos, os partidários dos dois candidatos se enfretaram com gritos e agito das bandeiras, mas Alckmin passou rapidamente e dirigiu-se para um bar, onde tomou café e agradeceu Zito pela caminhada. "Foi muito bom", disse.

Antes, na entrevista concedida a repórteres, ele demonstrou confiança no crescimento de seus votos no Rio de Janeiro, onde Lula venceu no primeiro turno com 47,18% dos votos, contra 28,86% de Alckmin.

"O Rio de Janeiro vai crescer, a gente sente na rua que a diferença aqui vai diminuir. E a Baixada Fluminense é muito importante, é muito populosa", afirmou o candidato. "Aqui em Caxias me senti em Pindamonhangaba (SP), o povo é muito hospitaleiro e caloroso", acrescentou, ao se referir ao município onde nasceu e do qual foi prefeito.

O tucano voltou a afirmar que não privatizará empresas estatais e criticou a postura do governo Lula em relação à disputa da Petrobras com a Bolívia sobre a exploração do petróleo no país vizinho, considerando como "dúbia" a posição do governo brasileiro.

"Vou manter as estatais, fortalecer as estatais, e ninguém vai precisar de carteirinha de partido político. As pessoas vão ser privilegiadas por mérito", afirmou Alckmin, que na próxima semana deve voltar ao Rio para reunir-se com o ex-governador Anthony Garotinho, seu aliado no segundo turno.

Sobre a origem do equivalente a R$ 1,7 milhão em reais e dólares apreendidos com petistas para a tentativa de compra de um dossiê contra tucanos, Alckmin repetiu: "Claro que os petistas e o Lula sabem. O problema é que eles não falam. É muito triste chegarmos ao final de uma campanha para presidente da República e essa fortuna que foi pega com petistas ainda sem esclarecimento".

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