Menu
Política & Poder

Ajuste fiscal é algo que precisa ser feito de modo contínuo, afirma Alckmin

“Você tem que estar permanentemente trabalhando para tentar fazer mais, melhor, com menos recursos. Esse é um trabalho interminável”, iniciou Alckmin

Redação Jornal de Brasília

02/04/2026 13h33

vice presidente geraldo alckmin palestra na sintracon (sp). (1)

Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

Brasília, 02 – Em conversa com jornalistas nesta quinta-feira, 2, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin (PSB), disse que ajuste fiscal é algo que precisa ser feito de modo contínuo e repetiu que ainda há espaço para fazê-lo em cima de privilégios e desperdício, sem citar quais.

“Eu entendo que ajuste fiscal é igual cortar unha. Não é que você pode dizer, olha, obra acabada. Não existe. Você tem que estar permanentemente trabalhando para tentar fazer mais, melhor, com menos recursos. Esse é um trabalho interminável”, iniciou Alckmin.

“O que o presidente Lula tem falado e de maneira correta é: ‘Eu não vou fazer ajuste em cima dos mais pobres’. Agora, tem espaço para fazer ajuste em cima dos privilégios e do desperdício. Esse deve ser o foco”, completou.

Taxa das blusinhas

Em relação à chamada “taxa das blusinhas”, Alckmin foi perguntado sobre estudos para reduzi-la, tendo em vista a proximidade das eleições. Ele disse que foi defensor da medida no passado para preservar o emprego e a renda dos brasileiros e frisou que a indústria têxtil e o setor de confecção empregam muito.

Segundo ele, mesmo com a tributação, a carga tributária ainda é “bem menor” do que a do produto produzido no Brasil. “Eu não tenho participado desse debate, mas lá atrás, quando houve essa discussão, nós defendemos, porque entendemos que precisamos garantir uma lealdade concorrencial”, disse.

Estadão Conteúdo

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado