Carlos Carone
carone@jornaldebrasilia.com.br
A denúncia do Ministério Público Federal sobre os supostos desvios de recursos públicos no Ministério do Esporte não traz o nome de Agnelo Queiroz, conforme acusa a campanha de Weslian Roriz, no programa eleitoral da TV. O Jornal de Brasília teve acesso à denúncia (veja trechos ao lado) que desmentem que o petista fora denunciado por desvio de verbas no Ministério do Esporte, descoberta pela Operação Shaolin.
A Denúncia 046, que corre em primeira instância na 10ª Vara Federal, levanta suspeitas sobre sete pessoas. Entre elas o policial militar João Dias, sua mulher Ana Paula Oliveira de Faria e o contador Miguel Santos Souza. Este último, aliás, entregou à polícia gravação na qual um advogado supostamente a mando de Joaquim Roriz lhe oferece R$ 200 mil para acusar Agnelo falsamente no caso que investiga os desvios de recursos do programa Segundo Tempo.
O procurador da República no Distrito Federal, José Diógenes, assina a denúncia, datada de 16 de setembro passado. E acusa sete pessoas de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, apropriação indébita, falsidade ideológica e uso de documentos falsos.
“Em comunhão de esforços e unidade de desígnios, associaram-se, ao menos no período de 2005 a 2008, para fim de cometer, por diversas vezes e em continuidade delitiva, a prática de crimes como a obtenção de vantagens ilícitas e a apropriação indevida de verbas públicas”, afirmou Diógenes na denúncia.
Leia mais na edição desta quinta-feira (28) do Jornal de Brasília