Natasha Dal Molin
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Agenda repleta de compromissos e discursos mais duros contra a adversária Weslian Roriz (PSC) têm marcado os últimos dias de campanha de Agnelo Queiroz (PT). Para hoje, outros dois itens tomam conta da agenda do candidato: a gravação dos programas de TV e a preparação para o último debate televisivo, promovido pela Rede Globo – que pode ser transformado em entrevista, caso a ex-primeira-dama não vá, como tem feito no segundo turno.
Agnelo aproveita a ausência de Weslian para alfinetá-la: “Candidatura-laranja, ausente, uma pessoa que se recusa a apresentar suas propostas ao eleitor”, criticou. “Quem aparece nos programas é o candidato cassado, candidato ficha-suja”, disse, se referindo ao ex-governador Joaquim Roriz, ontem, em entrevista coletiva, após a sabatina no SBT.
Agnelo desqualificou as testemunhas apresentadas no programa de TV da coligação Esperança Renovada, que o acusam de participar de suposto esquema de desvio de dinheiro: “Utilizam como porta-vozes pessoas que têm denúncias de estelionato, receptação de coisas roubadas, tráfico de drogas. É uma candidata que não tem coragem de fazer uma acusação olho no olho, corre covardemente do debate e está pagando para essas pessoas, bandidos desqualificados que eu nunca vi na vida”, afirmou.
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