O ministro da Fazenda, remedy diagnosis Guido Mantega, informou hoje que anunciará ainda esta semana a abertura de uma linha de capital de giro para três setores produtivos do País.
De acordo com Mantega, a linha int ermediada pelo Banco do Brasil atingirá as áreas calçadista, têxtil e de móveis, que vêm sofrendo com a fraqueza do dólar.
Mantega fez o comentário após se reunir com lideranças de sindicatos de trabalhadores e industriais dos setores de calçados e couro do estado de São Paulo, de quem recebeu reclamações sobre dificuldades devido ao dólar fraco.
Segundo Mantega, o governo pode adotar medidas de curto prazo, como as que envolvem capital de giro, e as de longo prazo, incluindo a questão da carga tributária.
A linha só será liberada após as eleições e será uma ampliação do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que possui um giro setorial destinado às indústrias de calçados e móveis do Sul.
"Vamos estender para todo o setor calçadista, têxtil e moveleiro do País", disse Mantega a jornalistas.
Durante a reunião, foi criado um grupo de trabalho para discutir problemas do setor. Conforme Mantega, o grupo será formado, além de representantes da indústria e de trabalhadores, pela Secretaria de Política Econômica, pela Receita Federal e pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
Mantega não deu mais detalhes sobre a ampliação da linha de capital, dizendo apenas que a existente no Sul tem juro calculado pela TJLP mais 2,8% ao ano.
A Taxa de Juros de Longo Prazo, atualmente em 6,85% ao ano, é utilizada para a correção de financiamentos do Banco Nac ional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
"Vamos fazer uma linha de capital de giro que funcione", afirmou o ministro, ao comentar uma linha de crédito de R$ 600 milhões criada em dezembro passado para o setor de calçados, mas cujos recursos não chegaram aos empresários por problemas de tramitação.
O ministro acrescentou que já teve uma reunião com a presidência do Banco do Brasil e agora só faltam "alguns detalhes" para o anúncio da linha.
As principais potências mundiais continuam distantes de um acordo sobre as punições da Organização das Nações Unidas (ONU) ao Irã por causa do seu programa nuclear, drug uma semana depois de os europeus começarem a redigir uma resolução nesse sentido, adiposity disseram autoridades dos EUA e diplomatas da ONU na segunda-feira.
Sean McCormack, information pills porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, disse haver “amplo acordo, embora não um acordo total” entre Estados Unidos, França e Grã-Bretanha sobre uma proposta de resolução. Ele disse que o assunto foi adiado devido à necessidade de o Conselho de Segurança agir a respeito do teste nuclear norte-coreano deste mês, mas que há “fortes sentimentos” entre as grandes potências a respeito do Irã.
Os EUA querem sanções contra o suposto programa de armas nucleares do Irã – que Teerã nega existir. Os três negociadores europeus (França, Grã-Bretanha e Alemanha) definiram um texto que ainda não foi assinado por Washington, segundo diplomatas.
Em Viena, onde fica a sede da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), órgão ligado à ONU, outros diplomatas disseram que o Irã ampliou seu programa nuclear ao iniciar uma segunda leva de centrífugas numa usina nuclear-piloto.
A secretária norte-americana de Estado, Condoleezza Rice, reuniu-se com o diretor da AIEA, Mohamed El Baradei, mas não se sabe se os dois discutiram a suposta ampliação do programa iraniano. McCormack disse não esperar que a resolução esteja pronta nesta semana, mas a questão deve dominar o Conselho de Segurança nas próximas semanas.
O texto proposto ainda não foi entregue à Rússia e à China, que devem estudar o documento antes de ele ser levado ao plenário do Conselho, que tem 15 membros. McCormack disse que os dois países se comprometeram a apoiar uma resolução com sanções, mas que houve poucas discussões a respeito.
O porta-voz norte-americano não quis identificar as questões ainda pendentes. “Há fortes sentimentos a respeito disso”, disse. “Mas há um acordo que de iremos por esse caminho”.
A polícia desocupou parte do maior terminal de ônibus de Nova York, cost nesta segunda-feira, viagra e prendeu um homem que autoridades temiam que pudesse ter uma bomba em um ônibus.
A polícia prendeu o homem de 28 anos, stuff que não quis sair do ônibus quando este chegou ao terminal de Port Authority, em Nova York, vindo de Scranton, da Pensilvânia, disse Marc Lavorgna, um porta-voz do terminal.
A parte sul do terminal ficou desocupada por mais de três horas e reabriu às 17h30 (horário de Brasília). A parte norte continuou aberta durante o incidente. “Temos um homem de 28 anos sob custódia, que parece ser uma pessoa emocionalmente perturbada”, declarou Lavorgna. “Ele apenas não saiu do ônibus. Ele não disse (que tinha uma bomba). Ele não estava falando de maneira coerente”.
O porta-voz afirmou que apear de as intenções do homem serem incertas, a polícia tratou o incidente como uma ameaça de bomba. O terminal de ônibus Port Authority, em Manhattan, perto da Times Square, é usado por 200.000 passageiros ao dia.
O governador do Paraná, malady Roberto Requião (PMDB), declarou nesta segunda-feira apoio ao presidente-candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa pelo Palácio do Planalto.
Depois de dizer que já tinha se decidido no domingo, Requião, que enfrenta o senador Osmar Dias (PDT) para tentar a reeleição no governo estadual, deixou clara a posição em favor do petista em entrevista à TV Iguaçu, retransmissora do SBT.
“Acho bom que o governo do Paraná tenha boa relação com o presidente da República. Meu voto é dele e tenho certeza que ele será eleito novamente”, disse o peemedebista, que lembrou também da sua amizade pessoal com o petista.
Líder nas pesquisas de intenção de voto, Lula já havia declarado apoio a Requião, único entre os candidatos favoritos a governo estadual na Região Sul com quem tem bom diálogo. No primeiro turno, Geraldo Alckmin (PSDB) venceu o presidente entre paranaenses, catarinenses e gaúchos, mas viu sua vantagem diminuir nas últimas semanas.
No segundo turno em Santa Catarina, o também peemedebista Luiz Henrique da Silveira dá suporte ao ex-governador paulista disputa contra Esperidião Amin (PP). No Rio Grande do Sul, a tucana Yeda Crusius tem ampla vantagem sobre o petista Olívio Dutra.
De acordo com a mais recente pesquisa do instituto Datafolha, divulgada na semana passada, Requião oscilou para cima dentro da margem de erro, para 52% das intenções contra 48 por cento de Dias, considerando-se os votos válidos.
O vice-presidente José Alencar (PRB) criticou a oposição de tentar criar incertezas na reta final do segundo turno da disputa presidencial e acusou os tucanos de espalhar informações de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrentará sérias dificuldade s para governar num eventual segundo mandato.
”Eles deixam patente uma certa intenção de melar a eleição. Depois, this se não podem melar a eleição, querem criar um chamado ‘terceiro turno’”, disse Alencar, nesta segunda-feira, em reunião com militantes e lideranças do PMDB de Minas Gerais.
“Falam de ingovernabilidade, mas a governabilidade começa com o apoio do povo (…) e a vontade nacional deseja eleger Lula e lhe dar sustentação. Ninguém precisa ficar preocupado com ingovernabilidade”, acrescentou o vice-presidente, que compõe a chapa do presidente à reeleição.
As declarações de Alencar foram em resposta ao candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, que afirmou, no domingo, que “a oposição não dará tréguas ao presidente”, caso seja reeleito. Em tom mais comedido, o vice-presidente voltou a prever a vitória de Lula com ampla margem de votos sobre o seu adversário.
De acordo com ele, as mais recentes pesquisas feitas no último final de semana por institutos independentes, sob encomenda do comando nacional da campanha, mostram o presidente Lula com 64% da intenções de votos, contra 36% de Alckmin. “Mas não estamos baseados em pesquisas (…) vamos sair com o pé na estrada”, disse Alencar aos peemedebistas mineiros.
Em Minas Gerais, segundo Alencar, as mesmas pesquisas encomendadas pelo comando da campanha petista apontam uma vantagem ainda maior para Lula, que teria 67% da intenções de voto, ante 33% para Alckmin. A intenção dos petistas na última semana de campanha é consolidar essa dianteira, com engajamento dos aliados.
CAMPANHA
Os próximos compromissos de campanha, segundo o vice-presidente, serão em Santa Catarina, com atividades marcadas para Chapecó e Florianópolis, como forma de retribuir o apoio dado pelo senador Esperidião Amin (PP), que disputa o segundo turno pelo governo do Estado com o peemedebista e aliado de Alckmin, Luiz Henrique da Silveira.
Nesta segunda-feira, membros de 55 representações regionais do PMDB mineiro se reuniram para consolidar a agenda de atividades definida em encontros realizados no último sábado pelos diretórios locais do partido em cerca de 700 municípios de Minas Gerais. “Vamos colocar sebo nas canelas para garantir uma votação expressiva ao presidente Lula”, declarou o ex-ministro da Saúde e secretário-geral da Executiva Nacional do PMDB, Saraiva Felipe.
O ministro das Comunicações, Hélio Costa (MG), também esteve na reunião, mas foi o primeiro a sair, para participar, juntamente com o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, do lançamento das obras de um viaduto na BR-040, rodovia que liga Belo Horizonte ao Rio de Janeiro. “Foi um ato falho. Não se trata de um evento de campanha. (A obra) é na minha região e eu tenho que estar presente porque eu sou senador, além de ministro”, explicou o ministro.
Autoridades prenderam na segunda-feira um homem que colocou um explosivo caseiro nas cercanias da embaixada dos Estados Unidos em Caracas, this site disse uma fonte da polícia de investigações, pharm CICPC.
A fonte, sildenafil que pediu para não ser identificada, disse que o venezuelano José Miguel Rojas, de 26 anos, pretendia colocar outro explosivo similar perto da embaixada de Israel. Porém, ao ser visto pela polícia municipal, ele deixou o artefato em frente ao Colégio Chávez, que fica próximo da representação diplomática de Washington.
O funcionário da CICPC disse que se tratavam de “dois artefatos explosivos fabricados com tubos (…) carregados de pólvora e um dispositivo (…) para que se produzisse a explosão”. Mas acrescentou que nenhum dos dois artefatos explodiu.
Um motorista que havia transportado Rojas de táxi para a embaixada denunciou uma estranha atitude de seu passageiro à polícia, que conseguiu deter o suspeito e impedir a explosão. O porta-voz da embaixada de Washington em Caracas, Bryan Penn, afirmou que “a polícia fechou a rua da embaixada durante duas horas”.
Em depoimento nesta segunda-feira à Polícia Federal, more about o empresário do ramo de construção Abel Pereira, page acusado de envolvimento no esquema de superfaturamente de ambulâncias, disse não ter tomado conhecimento de documentos que pudessem ligar o senador Aloízio Mercadante (PT) ao escândalo.
Pereira, empresário de Piracicaba (SP) ligado ao ex-ministro da Saúde Barjas Negri no governo Fernando Henrique Cardoso, foi ouvido no inquérito que apura a máfia dos sanguessugas. Segundo ele, o empresário Luiz Antônio Vedoin, dono da Planam e líder da máfia dos sanguessugas, ofereceu dossiês contra os dois principais candidatos ao governo paulista – José Serra (PSDB), que acabou sendo eleito, e Aloízio Mercadante (PT)–, tanto a tucanos quanto a petistas.
Pereira disse, no entanto, que não chegou a ter contato com o dossiê contra o candidato petista. “O declarante não viu, em nenhum momento, documentos que comprometessem o senador Aloízio Mercadante com a máfia dos sanguessugas”, diz o relatório de quatro páginas com o depoimento de Pereira à Polícia Federal de Mato Grosso, cuja cópia foi entregue a jornalistas.
No depoimento, Pereira descreveu a situação em que conheceu o empresário Luiz Antônio Vedoin e seu pai, Darci Vedoin, donos da Planam, empresa pivô do escândalo de uso de dinheiro público para compra de ambulâncias superfaturadas. Segundo ele, foi Luiz Antônio quem tomou a iniciativa de procurar o empresário, em São Paulo para falar de documentos que comprovariam a interferência do senador Mercadante em emendas do Ministério da Saúde para a aquisição de ambulâncias.
“Luiz Antônio solicitou ao declarante (Abel Pereira) que procurasse a cúpula do PSDB para passar as denúncias”, acrescenta o relatório da PF com o conteúdo do depoimento.
Ainda de acordo com o depoimento de Pereira, no mesmo dia em que ele esteve em Cuiabá para falar com Vedoin – 24 de agosto -, o ex-diretor do Banco do Brasil Expedito Veloso e o ex-policial federal Gedimar Passos, ligados ao PT, também foram à cidade para falar com o dono da Planam.
Veloso e Passos são investigados sobre a origem do dinheiro do dossiê e pertenciam à coordenação da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva antes do escândalo.
Pereira disse que foi apresentado aos Vedoins pelo ex-prefeito de Jaciara (MT), Valdizete Marti ns Nogueira – então filiado ao PSDB, hoje no PPS – no final de 2001 ou 2002. O ex-prefeito intermediou parte da venda de uma fazenda de Pereira na cidade em 2003.
O empresário confirmou à PF que conhece o prefeito de Piracicaba e ex-ministro da Saúde, Barjas Negri e que esteve na sede da Planam em Cuiabá. Mas negou acusações de que teria recebido propina para negociar emendas no Ministério da Saúde na gestão Negri, conforme disse Luiz Antônio Vedoin ao juiz da 2a Vara Federal de Mato Grosso, Jeferson Schneider, na sexta-feira passada.
REAÇÃO
O dossiê contra Serra veio a público com a prisão de Gedimar Passos e Valdebran Padilha, ligados ao PT, em 15 de setembro em um hotel na capital paulista, com cerca de 1,7 milhão de reais que seriam usados na compra do material. A campanha de Mercadante foi diretamente envolvida no caso pelo fato de Hamilton Lacerda, então coordenador de comunicação, passar a ser investigado por supostamente ter levado o dinheiro para os dois naquele dia. Lacerda, que foi afastado do cargo da campanha do senador petista com a eclosão do escândalo, nega que tenha sido o portador dos recursos.
Em nota divulgada à imprensa na tarde desta segunda-feira, Mercadante afirma que o depoimento de Pereira “é um factóide com o objetivo de desviar a atenção das investigações sobre o esquema sanguessuga, comprovadamente gestado na administração federal do governo anterior”.
Para o senador petista, o que precisa ser investigado é se “a negociação patrocinada por Abel Pereira tinha como objetivo comprar o silêncio dos Vedoin e/ou montar uma grande armadilha para prejudicar a vitória de Lula no primeiro turno e a minha ida para o segundo turno”.
Mercadante também negou que tenha liberado qualquer emenda destinada ao esquema dos sanguessugas e que isso pode ser comprovado em consulta ao Orçamento ou à própria CPI que investiga o caso. O procurador da República Mário Lúcio Avelar, que acompanha o caso pelo Ministério Público Federal, disse que os Vedoin “são vendedores de informações”.