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Coronavírus: ele é invisível, mas não imbatível!

Todos concordam e indicam o mesmo roteiro para o sucesso do combate e a consequente vitória nessa guerra: Vacinação em Massa; Testagem em Massa; Mapeamento Epidemiológico; Medidas Protetivas

Foto: Bertrand Guay/AFP

Por José Américo Moreira da Silva
Jornalista/Consultor

Bombardeado com uma quantidade enorme de informações sobre a pandemia e as suas mais diversas abordagens nos últimos 14 meses, tenho focado minha atenção, agora, para entender como e onde foram aplicadas as melhores estratégias de combate ao vírus.

Analisando as declarações, quase que diárias, de especialistas dos mais diversos estados e países, da para concluir, facilmente, que o inimigo é invisível, mas não, imbatível.

Todos concordam e indicam o mesmo roteiro para o sucesso do combate e a consequente vitória nessa guerra:
Vacinação em Massa; Testagem em Massa; Mapeamento Epidemiológico; Medidas Protetivas.
 
Países como Portugal, Inglaterra, Israel e Austrália, são alguns exemplos.

Ao diagnosticar um indivíduo com o vírus, ele deve ser isolado e monitorado, clínico e socialmente. O tratamento deve ter acompanhamento especializado e suas relações sociais devem ser esquematizadas e contatadas para mapear o alcance e a dimensão da contaminação a partir dessa pessoa.

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O mapeamento deve ser acompanhado de testagem rápida desses grupos e o isolamento com tratamento imediato daqueles que forem positivados.

Essa etapa do combate, além de fazer o mapeamento epidemiológico do vírus, oferece as condições para a adoção de medidas protetivas imediatas como, o uso incondicional da máscara, higienização frequente das mãos e distanciamento social. O vírus usa o ser humano como meio de transporte. Se não o transportarmos, ele não sai do lugar e não faz o estrago que vem fazendo no Brasil e no Mundo.

Se fizermos testagem em massa, ampliarmos a vacinação e isolarmos a doença, aplicando com intransigência as medidas protetivas, não precisaremos de novos lockdowns.

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INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Tudo isso pode ser feito com a ajuda da tecnologia, através da inteligência artificial. Como todos, hoje, usam um aparelho celular, basta um cadastro com CPF e número do dispositivo móvel, para criar um código de barras de cada indivíduo e este passa a ser uma espécie de Cartão de Saúde Digital, com todas as informações daquele indivíduo, tais como: Já teve COVID-19 com sintomas graves, moderados ou leves, precisou internação, necessitou de UTI, quantos dias esteve internado, quais medicamentos e a quantidade que usou durante o tratamento, local onde adoeceu e onde foi tratado.


Isso e muito mais sobre seu histórico de saúde ao longo da vida. Tudo na palma da mão. Com essa Carteira de Saúde Digital com código de barras o cidadão deixará de preencher papéis em fichas diversas, sendo reconhecido por um leitor digital em postos de saúde, hospitais, prontos socorros e etc. Essa carteira também servirá para monitorar as pessoas e permitir a volta dos eventos com grande público nas áreas dos negócios e entretenimento. Isso não é nenhuma novidade e já está sendo utilizado na Austrália, por exemplo, com grande êxito. Lá, a vida já voltou ao normal.

Ao invés de viajar em busca de milagres em forma de spray, porque não copiarmos a estratégia de guerra adotada por este país da Oceania, com uma tecnologia já existente e comprovadamente eficaz?
Não precisamos inventar a roda.

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Podemos começar elaborando de imediato uma campanha publicitária para conscientizar toda a população, explicando de forma didática, que o vírus usa o ser humano como meio de transporte. Uma ampla campanha, com linguagem objetiva, dura e com uma intensa mídia nacional, em todos os canais de comunicação, urgente!






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