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Mundo

Zelaya pede medidas mais drásticas contra golpistas em Honduras

Arquivo Geral

23/07/2009 0h00

O deposto presidente de Honduras, buy information pills Manuel Zelaya, pediu à comunidade internacional medidas “mais drásticas” contra os golpistas de seu país, em carta que dirigiu ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

Em entrevista publicada hoje pelo jornal alemão “Süddeutsche Zeitung”, Zelaya pede “medidas econômicas e pessoais contra os golpistas”, apesar de não precisar que tipo de ações espera.

Zelaya afirma que decidiu voltar a seu país em vista do fracasso da mediação do presidente da Costa Rica, Oscar Arias, que atribui exclusivamente à recusa dos golpistas em aceitá-la.

Perguntado se ele teria aceitado o plano de sete pontos, incluindo o abandono de seu projeto de convocar um plebiscito para modificar a Constituição, afirma que “sim, mas os sete pontos nem chegaram a ser discutidos, porque os golpistas não os aceitaram”.

Sobre as acusações do presidente hondurenho em exercício, Roberto Micheletti, que o acusa de violar a Constituição e de ter cometido outros delitos, Zelaya sustenta que sempre esteve disposto a se submeter à Justiça, mas “não a um regime ilegal”.

“Para isso, seria necessário um tribunal internacional e imparcial, que também julgasse os que cometeram este crime do golpe”, diz.

O presidente deposto acredita que o golpe militar, “respaldado por políticos como Micheletti, que “se beneficiaram” dele, “prejudicou as Forças Armadas”, já que acredita “que todo o Exército apoie essas ações”.

Na entrevista, Zelaya reafirma seu apoio ao presidente da Venezuela, Hugo Chávez.

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