O presidente deposto de Honduras, information pills Manuel Zelaya, seek confirmou hoje, tadalafil na capital da Nicarágua, que viaja esta noite para Washington e que amanhã se reunirá com a secretária de Estado americana, Hillary Clinton.
Zelaya disse aos jornalistas, em um centro comercial de Manágua, que sairá hoje da Nicarágua rumo à capital americana às 19h (22h, horário de Brasília), depois da tentativa fracassada de retornar a seu país no domingo.
“Estamos indo a Washington para uma reunião com o Departamento de Estado (dos EUA) e com a secretária de Estado, Hillary Clinton”, afirmou o governante deposto.
A reunião está prevista para as 17h da terça-feira (14h, horário de Brasília).
Zelaya disse que, nas reuniões, tratarão sobre o cumprimento das resoluções das Nações Unidas e da Organização dos Estados Americanos (OEA) “sobre os preceitos da Carta Democrática do Sistema Interamericano, sobre o respeito aos regimes com origem na vontade popular”.
Também será discutido sobre as “sanções que estes regimes têm que sofrer em nível internacional, a fim de que estes eventos, como no caso de Honduras, não voltem a acontecer em seus países e em nenhum lugar do mundo”, acrescentou Zelaya.
“A interrupção pela força de um Governo eleito pela vontade do povo é uma violação a todos os princípios dos direitos democráticos dos povos”, disse.
Além disso, o governante deposto afirmou que voltará a tentar entrar em seu país, apesar da tentativa fracassada de ontem.
“Ontem fiz as tentativas. Logicamente meu erro foi avisá-los, porque prepararam o Exército, franco-atiradores e começaram a assassinar gente. Agora não vou avisar”, afirmou. Disse ainda que voltará como “presidente eleito e interino dos hondurenhos”.
“Vou entrar em Honduras e fazer o que sempre fiz: manifestações públicas, democráticas, abertas e amplas”, afirmou.
Além disso, disse que quando retornar a seu país estará em “muitos lugares permanentemente, até que possa reintegrar e garantir o retorno do regime eleito pela vontade do povo”.
Zelaya disse ainda que o esforço do povo hondurenho não “será em vão” e que aqueles que cometeram crimes pagarão sua pena.
“Que o povo saiba que tudo é em função de brigar por uma luta histórica da humanidade, que é resgatar sempre seus direitos humanos, seus direitos sociais e políticos”, concluiu.