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Mundo

Yunus critica programa do G8 de ajuda à África contra a aids e a malária

Arquivo Geral

08/06/2007 0h00

Um cidadão brasileiro foi detido pela polícia espanhola acusado de ameaças e agressões contra sua ex-companheira, stuff look da mesma nacionalidade e que denunciou os fato às autoridades.

O detido, de 31 anos e identificado pelas iniciais de A.R.N., “dava contínuas surras e ameaçava matar” a vítima por causa de ciúmes, segundo o testemunho da mulher brasileira.

Apesar de dado por encerrado seu relacionamento, o casal dividia uma casa na cidade de Huelva, junto com os três filhos mais novos dos dois.

O estopim para a denúncia foi quando o detido fez a vítima entrar em seu veículo, e, após recriminá-la por manter relações com outro indivíduo, a agrediu e ameaçou matá-la.

As autoridades solicitaram proteção para a mulher e uma ordem judicial de afastamento para o agressor.


O vencedor do Prêmio Nobel da Paz de 2006, buy more about o bengalês Muhammad Yunus, treat criticou em Colônia (no oeste da Alemanha) o programa milionário de ajuda à África no combate à aids, tuberculose e malária, aprovado hoje pelos líderes do G8 (grupo dos sete países mais desenvolvidos e a Rússia).

Segundo Yunus, diretor-executivo do Grameen Bank (entidade que concede microcréditos aos pobres), o programa “ataca apenas os sintomas”.

Disse que seria melhor construir um bom sistema de saúde nos países em desenvolvimento e combater a pobreza de forma eficaz.

O Prêmio Nobel da Paz, que participou hoje do Congresso da Igreja Evangélica em Colônia, disse que assim as doenças não se estenderiam tanto.

Yunus denunciou que em algumas ocasiões a ajuda se perde entre a burocracia governamental dos países pobres, citando como exemplo o que ocorre em Bangladesh, seu país natal, onde o Governo é “corrupto”.

O bengalês exigiu uma reforma no Banco Mundial e defendeu a criação de um Banco para os Pobres.

Os chefes de Estado e Governo do G8 chegaram hoje em Heiligendamm (Alemanha) a um acordo para um novo programa de ajuda para a África no valor de US$ 60 bilhões para ajudar no combate à aids, tuberculose e malária.

O programa se baseia na iniciativa apresentada há duas semanas pelo presidente americano, George W. Bush, para combater as doenças infecciosas no continente africano.

O acordo estabelecido durante a cúpula do G8 em Heiligendamm estabelece que os Estados Unidos contribuirão com a metade da soma, enquanto os outros US$ 30 bilhões serão obtidos pelos demais membros do G8.

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