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Wall Street fecha em forte alta com possível flexibilidade comercial dos EUA

Um funcionário da Casa Branca declarou à AFP que as tarifas sobre as importações específicas por setor “podem ser implementadas ou não em 2 de abril”, e disse que a situação era instável

Redação Jornal de Brasília

24/03/2025 21h21

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Uma pessoa caminha perto da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) em Wall Street em 17 de março de 2025 na cidade de Nova York. (Foto de ANGELA WEISS / AFP)


A Bolsa de Nova York ganhou impulso nesta segunda-feira (24) graças à possibilidade de uma política comercial dos Estados Unidos mais flexível do que o esperado, enquanto o mercado local se beneficiou após a divulgação de indicadores econômicos positivos.

Ao final da sessão em Wall Street, o índice principal, o industrial Dow Jones, subiu 1,42%, fechando em 42.583,32 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq avançou 2,27%, alcançando 18.188,59 unidades, e o índice ampliado S&P 500 – que engloba as 500 principais empresas – subiu 1,76%, encerrando em 5.767,57 pontos.

Um funcionário da Casa Branca declarou à AFP que as tarifas sobre as importações específicas por setor “podem ser implementadas ou não em 2 de abril”, e disse que a situação era instável.

As notícias comerciais foram “definitivamente a principal causa” da alta das ações de Wall Street, afirmou à AFP Steve Sosnick, da Interactive Brokers.

“Os investidores claramente detestam a ideia de tarifas”, afirmou o analista. “Portanto, qualquer notícia que sugira que a carga das tarifas será menor do que o esperado será considerada positiva pelo mercado”, acrescentou.

Entre os destaques do dia, o fabricante de veículos elétricos Tesla, do magnata e aliado do governo Elon Musk, disparou 11,9% devido ao fato de que os investidores voltaram a investir nas ações que estavam em crise.

Por sua vez, a companhia aérea americana United Airlines viu o preço de suas ações subir 7,2% após anunciar um aumento nas comissões em algumas de suas cartões de crédito e salas VIP de aeroportos.

© Agence France-Presse

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