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Vulcão nas Filipinas registra explosões cada vez mais frequentes

Arquivo Geral

16/12/2009 0h00

Após obrigar a evacuação de aproximadamente 20 mil pessoas, o vulcão Mayon, um dos mais ativos das Filipinas, continua expulsando cinza e lava, hoje, com explosões cada vez mais frequentes.

O Instituto Filipino de Vulcanologia indicou que nas últimas 24 horas os sismógrafos detectaram 78 abalos causados por explosões no interior do vulcão.

“Isto significa que o Mayon está realmente ativo”, explicou Paul Alanis, vulcanólogo do Instituto.

Desde que, na segunda-feira passada, os vulcanólogos deram o alerta, o vulcão expeliu lava continuamente, formando um rio que já tem aproximadamente 700 metros, enquanto os fragmentos caem a uma distância de até três quilômetros da cratera, segundo o Instituto.

As autoridades da província de Albay mantêm o alerta no nível 3, embora o Instituto apontou que ele será elevado para 4, caso seja detectado um aumento da atividade vulcânica. A escala vai até 5.

Milhares de pessoas evacuadas de aldeias próximas ao Mayon, situado cerca de 20 quilômetros a norte da cidade de Legazpi, foram alojadas em edifícios públicos, onde é provável que permaneçam pelo menos até depois do Natal.

As autoridades pretendem evacuar nos próximos dois dias outros 30 mil habitantes em um raio de seis quilômetros em torno ao vulcão, embora o Instituto Filipino de Vulcanologia considere que sua atividade “não causa um perigo iminente”.

A atividade do Mayon é seguida de perto pelos vulcanólogos desde julho deste ano, quando aumentou seu movimento após quase três anos adormecido.

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    Vulcão nas Filipinas registra explosões cada vez mais frequentes

    Arquivo Geral

    16/12/2009 0h00

    Após obrigar a evacuação de aproximadamente 30 mil pessoas, o vulcão Mayon, um dos mais ativos das Filipinas, continua expulsando cinza e lava, hoje, com explosões cada vez mais frequentes.

    O Instituto Filipino de Vulcanologia indicou que nas últimas 24 horas os sismógrafos detectaram 78 abalos causados por explosões no interior do vulcão, incluída uma de menor intensidade nesta manhã.

    “Isto significa que o Mayon está realmente ativo”, explicou Paul Alanis, vulcanólogo do Instituto.

    Desde que, na segunda-feira passada, os vulcanólogos deram o alerta, o vulcão expeliu lava continuamente, formando um rio que já tem aproximadamente 700 metros, enquanto os fragmentos caem a uma distância de até três quilômetros da cratera, segundo o Instituto.

    As autoridades da província de Albay mantêm o alerta no nível 3, embora o Instituto apontou que ele será elevado para 4, caso seja detectado um aumento da atividade vulcânica, o que pelo geral se adverte quando cresce a emissão de gases de óxido de enxofre. A escala vai até 5.

    “Se continuar esta tendência de aumento, a erupção é possível que ocorra em algumas semanas”, informou o Instituto em comunicado.

    Milhares de pessoas removidas de aldeias próximas ao Mayon, situado cerca de 20 quilômetros a norte da cidade de Legazpi, foram alojadas em prédios públicos, onde é provável que permaneçam pelo menos até depois do Natal.

    O governador de Alvay, Joey Salceda, contou que a situação de “estado de desastre iminente” declarada na província permite gastar recursos públicos especiais na assistência das pessoas removidas, que recebem cinco quilos de arroz por família.

    Pelos cálculos do Conselho Regional para a Coordenação de Desastres, 30.761 pessoas já foram retiradas de Camalig, Daraga, Malilipot, Tabaco e da periferia da cidade de Legazpi.

    “Cerca de 70% foram evacuadas, amanhã teremos completado a evacuação”, acrescentou Salceda em declarações ao canal de televisão “GMA”.

    Milhares de pessoas abandonaram na terça-feira a pé suas casas nas proximidades do Mayon, e outros foram retirados pelos serviços de Defesa Civil com a ajuda do Exército.

    O objetivo inicial das autoridades é remover cerca de 50 mil habitantes de povos situados em um raio de seis quilômetros em torno do vulcão, embora o Instituto Filipino de Vulcanologia considere que sua atividade “não causa um perigo iminente”.

    A atividade do Mayon é seguida de perto pelos vulcanólogos desde julho deste ano, quando aumentou seu movimento após quase três anos alertas.

    Com uma altura de 2.462 metros e conhecido como “o cone perfeito” por seu espetacular formato cônico, o Mayon é um dos vulcões mais ativos das Filipinas.

    A pior de suas 45 erupções conhecidas foi em 1814, quando matou 1,2 mil pessoas e enterrou uma cidade inteira.

    Em Cagsawa, batizada a Pompéia filipina, a torre da igreja é o único que fica visível na atualidade daquela população da província de Albay.

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