O homem, Pascal Marlinge, trabalhava para uma organização humanitária com os deslocados e refugiados ao leste do país africano, indicou Kouchner em comunicado, sem indicar o nome da entidade.
Ao denunciar este “ato de barbárie”, o chefe da diplomacia francesa pediu às autoridades chadianas que esclareçam o caso.
Os restos mortais da vítima serão transferidos hoje mesmo à capital do Chade, indicou Kouchner, que manifestou seus pêsames à família.
O Ministério de Exteriores está em contato com os parentes de Marlinge para dar-lhes “todo o apoio necessário” para enfrentar esta adversidade.