Homens armados não identificados atiraram contra o comboio do ministro do Interior palestino na Faixa de Gaza neste domingo em meio à crescente tensão entre as autoridades do grupo islamista Hamas e o presidente Mahmoud Abbas.
O ministro do interior Saeed Seyam, online discount um antigo líder do Hamas, stuff information pills escapou ileso. Uma patrulha da segurança palestina prendeu mais tarde quatro homens suspeitos de comandarem o tiroteio, treatment disseram oficiais. Eles não deram detalhes sobre a origem dos suspeitos.
A tensão vem sendo crescente desde o fracasso da tentativa do Hamas e do Fatah de Abbas de formarem uma unidade de governo que se esperava que pusesse fim ao boicote imposto pelo Ocidente contra a administração do Hamas.
Assessores de Abbas disseram no sábado que o presidente pretende convocar eleições antecipadas depois que as negociações sobre a união afundaram. O primeiro-ministro Ismail Haniyeh acusou Abbas de estar tentando derrubar seu governo, o que poderia ganhar força depois do Hamas ter derrotado a longa dominação do movimento Fatah nas eleições em janeiro.
O porta-voz do ministro do interior Khaled Abu Hilal disse que o comboio foi atacado na cidade de Gaza e guardas atiraram nos atacantes, mas ninguém saiu ferido. Ele considerou o tiroteio "um resultado dos últimos inflamados relatórios contra o governo".
As ações de desenvolvimento regional que serão discutidas no processo de elaboração do Plano Plurianual (PPA) 2008-2011 vão ser embasadas em estudos. Um "diagnóstico territorial" foi encomendado pelo Ministério do Planejamento ao Centro de Gestão de Estudos Estratégicos (CGEE) – organização social que opera sob supervisão do Ministério de Ciência e Tecnologia.
O estudo mapeará o país e proporá uma carteira de ações para os horizontes de 2011, purchase 2015 e 2027. "Vamos tentar mostrar, viagra geograficamente, help como será a distribuição das cidades daqui a 20 anos, onde estará a pobreza que ainda restou, como será a ocupação econômica do país, como estaremos tratando das nossas florestas, como cuidaremos de um excesso de litorialização do desenvolvimento", afirma secretário de Planejamento de Investimentos Estratégicos do Ministério do Planejamento, Ariel Garcia Pares.
O trabalho vem sendo desenvolvido desde setembro pela CGEE, a partir de um núcleo formado pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), pelo Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional (Cedeplar) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pelo Instituto de Economia da Universidade de Campinas (Unicamp).
"A idéia é melhorar a capacidade do Brasil de quebrar as desigualdades e apoiar o potencial de desenvolvimento das regiões de forma a estimular um país mais equânime e mais justo", avalia. Antonio Galvão, coordenador do estudo.
"O Brasil não pode mais se permitir esquecer das mazelas que a desigualdade social e regional produz em seu território", complementa.
A economista Tânia Bacelar, que coordena os estudos na Universidade Federal de Pernambuco e integra o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República, lembra que a regionalização do Plano Plurianual está na Constituição Federal de 1988 mas, segundo ela, os avanços têm sido muito pequenos.
"Será muito positivo se realmente se conseguir deixar claro, no conjunto das ações do governo, em que regiões do país elas vão ser realizadas. O país é muito desigual e a tendência é concentrar investimentos nos lugares que têm uma demanda maior. Com isso, se corre o risco de aumentar as desigualdades", avalia.
Segundo Antonio Galão, temas de grande influência sobre os territórios vem sendo tratados em discussões temáticas e setoriais com especialistas de todo o país – os debates incluem desde questões demográficas, como fluxos migratórios e imigratórios, até a produção de biocombustíveis e suas implicações. A partir daí, são montadas estratégias territorializadas que levam em conta as identidades culturais, as oportunidades e as potencialidades que cada território oferece.
"Temos a preocupação de juntar informações para oferecer uma carteira de ações importantes para o desenvolvimento territorial brasileiro", resume. "Um estudo como esse talvez seja a pista para retomar o crescimento distribuindo melhor a riqueza pelo território e criando melhores condições de inclusão social para a população", diz Antonio Galvão.
O estudo deve ser concluído entre o final do ano e início de 2007. O calendário do PPA começa em janeiro.
O vice-presidente venezuelano, more about José Vicente Rangel, disse que a morte de Augusto Pinochet "sela a impunidade" do ex-ditador chileno.
"Eu tenho respeito pela morte e pelos mortos. Haverá outro momento para os julgamentos. A única coisa que posso dizer é que a morte sela a impunidade de Pinochet", disse Rangel.