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Vice-chanceler diz que Venezuela não se submeterá a Congresso brasileiro para ingressar no Mercosul

Arquivo Geral

28/06/2007 0h00

O telescópio espacial Hubble da Nasa captou modificações de cor na atmosfera de Júpiter, abortion for sale aparentemente por causa da mudança de estações.

A turbulenta atmosfera de Júpiter se caracteriza por grupos de nuvens amarelas, information pills store marrons e brancas que fluem em várias direções e em latitudes diferentes.

A lente do observatório detectou as mudanças de cor nestas nuvens em fotografias tiradas entre 25 de março e 5 de junho, visit informou hoje a Nasa em um comunicado.

Trata-se de grupos completos que mudaram de cor. Em alguns, os tons escurecem e em outros são muito mais claros, aparentemente como resultado de fortes tempestades, informou a agência espacial americana.

Um porta-voz da Nasa explicou que é possível que as remodelações atmosféricas sejam resultado de uma mudança de estações no longo ano de Júpiter.

Júpiter tem um movimento de translação em torno ao Sol que dura o equivalente a 12 anos da Terra.


O novo presidente do Conselho de Ética do Senado, adiposity Leomar Quintanilha (PMDB-TO), ed ainda não definiu o nome do relator do processo contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), no conselho. Ontem (27), Quintanilha chegou a convidar publicamente o senador Renato Casagrande (PSB-ES) para relatar o processo, só que hoje disse ter resolvido fazer uma consulta à assessoria jurídica do Senado sobre a legalidade das investigações contra o presidente da Casa antes de designar o relator.

“Eu não quero incorrer nos equivocos, nos tropeços que aconteceram no conselho até agora. Eu não posso sair agindo fora dos limites do Regimento Interno e da Constituição. Por isso, estou recorrendo à consultoria jurídica para que me informe definitivamente se há algum equívoco, se há algum erro no processo e, também, o estabelecimento dos limites de competência do conselho na investigação”, justificou o senador. Ele afirmou que não desconvidou o senador Renato Casagrande. “Eu não desconvidei o senador. Eu mantive o convite que fiz a ele. Eu ainda não designei o relator.”

Quintanilha negou que esteja havendo alguma monobra para dificultar as investigações e que esteja recebendo pressões para impedir as investigações e para não designar Casagrande para a relatoria. Ele disse que a decisão da consulta foi sua e que ele comunicou o fato ao líder do seu partido, Valdir Raupp (RO). “Foi uma decisão minha consultar a assessoria antes de nomear o relator. Nós todos queremos, de forma independente, defender uma investigação mais apurada. Queremos transparência e apurar a verdade.”

O presidente do conselho informou que a consulta que ele fez à assessoria jurídica do Senado se destina a levantar eventuais impropriedades que possam haver no processo. “A dúvida principal é a competência do Conselho de Ética. Qual é a competência do órgão? É isso que eu estou atrás. Eu quero saber se efetivamente o conselho tem a competência de dar curso as investigações que seus membros estão querendo”. O senador confirmou a reunião do Conselho de Ética para a próxima terça-feira (3).

Casagrande não escondeu a irritação pela demora na indicação do relator, mas reconheceu que é competência do presidente do conselho designar o relator para o processo. “O senador Leomar Quintanilha me fez o convite ontem publicamente e com a mudança de posição sem falar comigo, sem dúvida, ele faltou com o respeito”. Casagrande disse que decidiu aceitar o convite na manhã de hoje e que tentou por diversas vezes, sem êxito, falar com o presidete do conselho e só conseguiu no final da tarde.

Casagrande disse que o senador Quintanilha lhe informou que resolveu primeiro fazer a consulta  para depois designar um relator para o processo. “Cabe ao presidente escolher o relator. Se ele me escolheu ontem e hoje achou melhor dar outra tramitação ao processo, ele (Quintanilha) é que tem que responder por essa mudança de posição”. Casagrande disse que, como membro do Conselho de Ética, está à disposição para ser relator, mas que, se optarem por uma investigação restrita, não aceitará a relatoria.

O socialista tem manifestado desde o inicio do processo contra Renan Calheiros ser favorável ao aprofundamento das investigações. Segundo ele, é fundamental que o presidente do conselho possa encontrar uma saída, senão a situação no Senado pode piorar muito. “A minha posição sempre foi de não fazer julgamento precipitado, nem para condenar, nem para inocentar. Quero aprofundar as investigações. Essa tem sido minha posição desde o inicio dos trabalhos.”


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou no início da noite de hoje em Assunção, medications onde participará amanhã da Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul.

O primeiro compromisso de Lula é um encontro privado com seu colega paraguaio, website like this Nicanor Duarte Frutos. De acordo com o chanceler do Paraguai, Ruben Ramirez Lezcano, os dois devem tratar do Tratado de Itaipu e da criação de um imposto para os “sacoleiros”.

Movimentos Sociais que participam da Cúpula dos Povos do Sul, encontro paralelo à reunião do presidentes do bloco, pedem a renegociação do Tratado do Itaipu, já que os paraguaios têm uma dívida com o governo brasileiro. Na época da construção da usina, o Brasil fez um investimento maior, o que ocasionou uma dívida para o Paraguai.

Em visita ao Paraguai, no mês passado, Lula disse que o governo não pretende revisar o acordo.


As operações de crédito no mercado financeiro, tadalafil que em maio somaram R$ 786,123 bilhões, correspondem atualmente a 32,2% do Produto Interno Bruto (PIB), que é o conjunto de riquezas produzidas no país.

Segundo análise do chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, há uma tendência de essa proporção aumentar. O desempenho do volume de empréstimos, das taxas de juros e dos prazos de financiamento, segundo Lopes, estão alcançando recordes históricos – e isso funciona como fator de estímulo para pessoas e empresas pedirem empréstimos.

“A expectativa é muito positiva do ponto de vista de elevação do crédito. Tem-se, de fato, um quadro em que a inadimplência está estável, num patamar relativamente baixo, com redução pronunciada de taxas e prazos cada vez mais elevados”, disse.

E citou a taxa de juros para pessoa física, que caiu em maio para 48,6% ao ano – o menor índice desde 1994, quando teve início a série histórica de acompanhamento pelo Banco Central. Também a taxa média de juros está no seu menor nível, de 37,4% ao ano. A taxa cobrada das pessoas jurídicas, de 24,3% ao ano, aproxima-se dos 22% registrado em setembro de 2002, quando alcançou o menor valor.
Em maio, o índice de inadimplência ficou estável em 4,8%. O prazo médio das prestações foi de 322 dias corridos, o maior período já registrado na série histórica, iniciada em 1994. No caso das pessoas físicas, o prazo médio foi de 398 dias, a maior desde agosto de 2000, quando o prazo foi de 407 dias.

O crédito livre somou R$ 546,8 bilhões. Os empréstimos para pessoas físicas cresceram 2,9%, principalmente por causa das compras do Dia das Mães. O uso do cartão de crédito aumentou 4,8% em maio e o crédito pessoal registrou alta de 3,8%. As operações de leasing foram as que mais cresceram – 6,8% em relação a abril, atingindo R$ 18,5 bilhões. Na comparação com maio do ano passado, o crescimento foi de 67,3%.


O vice-ministro das Relações Exteriores da Venezuela, abortion Rodolfo Sanz, information pills disse hoje que seu país não vai se submeter às condições do Senado brasileiro para que seja aceito no Mercosul. Para ingressar no bloco como membro permanente, a Venezuela depende de autorização dos Congressos dos países membros. Uruguai e Argentina já aprovaram a adesão, porém faltam os parlamentos brasileiro e paraguaio.

A aprovação de um documento no Senado do Brasil pedindo que o líder venezuelano renovasse a concessão da RCTV, emissora de televisão privada mais antiga da Venezuela, não agradou ao presidente Hugo Chávez, que chegou a afirmar que os senadores eram “papagaios” dos Estados Unidos.

Para Sanz, parte do Congresso brasileiro é de direita e “inimiga da integração”. Após encontro de chanceleres e ministros de Economia, preliminar à Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul, ele afirmou: “A vontade de integração não está sujeita, não está condicionada a ter uma atitude que nos obrigue responder aquilo que consideramos agressões ao governo venezuelano. Não aceitamos nenhum tipo de condicionamento de nenhum país e de nenhuma potência”.

E completou: “O presidente Chávez caracteriza-se por responder sempre às declarações que considera agressivas à soberania do país e que considera, de alguma maneira, espécie de intromissão nos assuntos internos do país”.

Já o chanceler brasileiro, Celso Amorim, disse acreditar que o presidente venezuelano deveria dar “uma palavra simpática” aos parlamentares. “Eu já mencionei que uma palavra simpática em relação ao Congresso brasileiro que, afinal de contas, foi eleito legitimamente como Chávez foi eleito legitimamente, ajudaria [na aprovação do protocolo]. A boa vontade é sempre positiva de lado a lado”, afirmou.

Sanz criticou também setores empresariais brasileiros, como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), que seriam contrários à adesão da Venezuela ao Mercosul. “É encobrir interesses de setores econômicos que não apostam em uma integração verdadeira”, afirmou, acrescentando que o empresariado diz que o ingresso da Venezuela pode prejudicar a relação do Mercosul com outros blocos econômicos.

Sobre os acordos comerciais com Brasil e Argentina, uma das exigências para ingressar no Mercosul, o vice-chanceler venezuelano respondeu que “nenhum país abre suas fronteiras para liquidar sua indústria nacional”.

A Venezuela deveria ter fechado no início do ano a programação comercial com Brasil e Argentina, sócios com as maiores economias do bloco, mas o prazo foi prorrogado até setembro. “Isso não é processo de integração”, acrescentou Sanz. Os venezuelanos já acertaram as questões comerciais com Uruguai e Paraguai.

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