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Veterinária descarta vacinação de gado para controlar febre aftosa

Arquivo Geral

10/08/2007 0h00

A veterinária assessora do governo britânico, viagra sale Debby Reynolds, visit this site disse hoje que não há planos, try por enquanto, para vacinar o gado como forma de controlar a febre aftosa declarada na Inglaterra, apesar de ter admitido que é uma opção.


Em declaração à imprensa, Reynolds disse que está sendo analisada constantemente a situação em Surrey, no sul da Inglaterra, onde há dois focos da doença, altamente contagiosa entre o gado.


Ao mesmo tempo, a especialista disse que ainda está à espera de receber os resultados de laboratório sobre outro possível foco de febre aftosa no sul da Inglaterra, fora da zona de vigilância imposta após ser declarado há sete dias o primeiro foco.


Reynolds reiterou hoje aos criadores de gado que mantenham a vigilância e informem sobre qualquer situação suspeita que possam observar entre os animais.


O Ministério do Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais informou que foi imposta uma zona de controle temporário em torno do estabelecimento agrícola onde se suspeita que haja um novo e terceiro foco, no condado de Surrey.


A nova zona de controle fica perto das duas fazendas de Surrey com febre aftosa, doença que causa ulcerações no gado.


Esses dois estabelecimentos se encontram no povoado de Normandy, em Surrey, perto do laboratório animal de Pirbright, que se suspeita ser a origem do foco.


Nesse laboratório, trabalham o Instituto de Saúde Animal (IAH), um centro de diagnóstico e pesquisa, e a companhia farmacêutica Merial Animal Health, que fabrica vacinas para animais.


Após o primeiro caso ter sido descoberto, há sete dias, o Governo colocou uma zona de proteção de três quilômetros em torno da criação agrícola afetada e outra de vigilância de dez quilômetros.


As suspeitas sobre o laboratório de Pirbright como possível origem do foco aumentaram no domingo passado, após revelar que a variante do mal encontrada entre o gado é a mesma que a utilizada nesse centro.

O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, presidiu várias reuniões do comitê de emergência Cobra para discutir o problema e evitar que se repita a epizootia de 2001, que causou grandes perdas econômicas para os criadores de gado.

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